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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O Porto somos nós!


O Porto somos nós... OS ADEPTOS! 

Uma paixão inexplicável 
Sempre presentes 
Acreditamos sempre até ao fim
Honramos as nossas cores 
Choramos de emoção 
Vibramos em todas as conquistas 
Orgulhamo-nos das nossas vitórias 
Sentimos o peso da camisola 

 Seremos Porto até ao fim!
homenagem a todos os portistas que nunca abandonam a equipa,
apesar do momento difícil que vivemos,
dando sempre um apoio incansável ao Clube.



PS - Vídeo e texto retirado do BiBó PoRtO.

segunda-feira, 21 de março de 2011

F.C.Porto 3-1 Académica . Só nos falta mais uma.


assistência: 46.006 espectadores.

Árbitro: André Gralha (Santarém), Assistentes: Luís Marcelino e Luís Cabral; Quarto Árbitro: Humberto Teixeira.

FC PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Maicon e Fucile; Fernando, Guarín e Fucile; Hulk, Falcao «cap.» e Varela.
Substituições: Fernando por João Moutinho (60m), Varela por Rúben Micael (75m) e Hulk por Mariano (80m).
Não utilizados: Helton, Rodríguez, Sereno e James.
Treinador: André Villas-Boas.

ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes «cap.» e Hélder Cabral; Nuno Coelho e Diogo Melo; Hugo Morais, Addy e Sougou; Diogo Valente.
Substituições: Hélder Cabral por Laionel (46m), Diogo Valente por Carreño (67m).
Não utilizados: Ricardo, Sow, Bischoff, Grilo e Pedro Costa.
Treinador: Ulisses Morais.

Marcadores: Addy (31m), Guarín (54m), Maicon (62m), Varela (74m).

Disciplina: cartão amarelo a Diogo Melo (12m), Maicon (28m), Hugo Morais (38m), Addy (50m), Belluschi (53m), Diogo Valente (57m), Luiz Nunes (66m).

O Estádio do Dragão encheu-se, este domingo, para ver os quase campeões nacionais triunfarem sobre a Académica por 3-1, com golos de Guarín (54’), Maicon (62’) e Varela (73’), em jogo a contar para a 24ª jornada da I Liga.

Apesar da derrota, a Académica bem pode orgulhar-se da sua prestação dentro das quatro linhas da casa do Dragão, jogando cara-a-cara com o invicto FC Porto no campeonato português.

 

A equipa de Coimbra, depois de uma má fase no campeonato português, conseguiu reencontrar-se e só não foi capaz de sair com os três pontos na jornada 24 porque encontrou um Dragão determinado a celebrar o titulo de campeão nacional o mais rápido possível.

A turma de Ulisses Morais foi a primeira a inaugurar o marcador, por intermédio de David Addy ao minuto 31, numa excelente jogada rápida da equipa de Coimbra e que culminou com um chapéu do jogador emprestado pelos azuis e brancos a Beto, que esta noite substituiu Helton na baliza.

O FC Porto saiu para o intervalo a perder por 1-0 mas no segundo tempo a vontade e ansiedade que os portistas imprimiram dentro de campo acabaram por ditar o inevitável: o triunfo dos azuis e brancos.

Ao minuto 54, o já suspeito de costume Freddy Guarín estabeleceu novamente o empate após uma boa jogada individual de Belluschi, um dos que não descansou enquanto não viu a bola a bater dentro da baliza da Académica. Logo de seguida, Maicon e Silvestre Varela fizeram a vontade ao “Samurai” argentino, selando o resultado em 3-1, ao som de «Campeões, Campeões, nós somos Campeões», entoado pelos 46 mil adeptos presentes no Dragão.

Apesar da excelente atitude dos estudantes, os Dragões conquistam um triunfo incontestável que os deixam a 90 minutos do título do campeão nacional. Mas não são uns 90 minutos quaisquer, pois têm de defrontar o Benfica na Luz, na jornada nº 25, que se realiza a 03 de Abril.

A I Liga pára durante duas semanas devido aos compromissos com os jogos das selecções que se realizam durante a próxima semana.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «A Académica teve oportunidades e nós também, não se resume só à segunda parte. Foi decisivo termos chegado ao golo o mais rapidamente possível. Houve muito querer dos jogadores e um sinal muito forte do nosso objectivo. A mensagem ao intervalo não foi nada de especial, passei apenas tranquilidade. Este estádio gera um certo tipo de ansiedade e de exigência máxima. Continuo a alertar para o caso do Dortmund, que teve 13 pontos de vantagem e agora só tem sete. O jogo da Luz não é mais especial. Recordo que o Benfica teve essa oportunidade aqui no ano passado e deu no que deu.»

Maicon: «Queremos ser campeões. O golo que marquei foi importante para manter a equipa na sequência de vitórias. Venho trabalhando constantemente para manter a titularidade. O futebol é assim. As críticas só servem para crescer e dei a volta por cima. O treinador mandou-nos continuar a ter o ritmo do jogo. Sabemos que a Académica é muito forte. Foi das poucas que nos deu muito trabalho aqui no Dragão, mas graças a Deus conseguimos a vitória.»

quarta-feira, 9 de março de 2011

Nortada de Miguel Sousa Tavares; e ainda um video.....



Aí fica a nortada de miguel sousa tavares para aqueles que gostam de ler....

Mais ainda deixo-vos aqui um vídeo sobre os lances do jogo SCBraga - Benfica.





Agradeço a um amigo meu a dica do video.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Gil Vicente 2-2 F.C.Porto . Não foi suficiente...


assistência: --- espectadores.

Árbitro: Artur Soares Dias (Porto), Assistentes: Bertino Miranda e João Silva; 4.º Árbitro: Álvaro Mesquita

GIL VICENTE: Nuno Santos; Júnior Caiçara, Sandro, Cláudio e Pedro Araújo; Luís Manuel, João Vilela e Rodrigo Galo; Luís Carlos, Zé Luís e Hugo Vieira.
Substituições: Cláudio por Daniel (46m), Luís Carlos por André Cunha (72m) e Zé Luís por Richard (88m).
Não utilizados: Murta, Filipe Fernandes, Carlitos e Bruno Filipe.
Treinador: Paulo Alves.

FC PORTO: Beto; Fucile, Maicon, Otamendi e Sereno; Souza, Guarín e Rúben Micael; Mariano, Walter e Rodríguez.
Substituições: Fucile por Rafa (46m), Walter por Hulk (72m) e Guarín por João Moutinho (72m).
Não utilizados: Kieszek, Varela, James e Fernando.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Rúben Micael (45m), Hugo Vieira (50 e 60m) e Rafa (54m).

Disciplina: cartão amarelo a Hugo Vieira (31m), Luís Carlos (43m), Otamendi (70m) e Júnior Caiçara (86m).

O FC Porto foi a Barcelos empatar a dois golos com o Gil Vicente, da II Liga, em jogo da terceira jornada da fase de grupos da Taça da Liga, ficando-se pelo segundo lugar do Grupo A. O Nacional carimbou a passagem às meias-finais da prova ao vencer em Aveiro por 1-2

Os portistas, com três pontos, já partiam em desvantagem antes do encontro em relação ao Nacional da Madeira (seis pontos) e mesmo assim não foram além de um empate.

Com uma exibição mais apagada nos primeiros 45 minutos, o FC Porto conseguiu chegar à vantagem no último minuto da primeira parte, numa altura em que os “gilistas” brilhavam. Aliás, a equipa de Barcelos apresentou-se em casa, no Estádio Cidade de Barcelos, determinada a apagar qualquer chama de esperança para os Dragões.

As cortinas do segundo tempo abriram ao ritmo de dois golos: um para cada equipa. Primeiro foi a equipa da Liga de Honra a marcar, por intermédio de Hugo Vieira (49’) mas o lateral-esquerdo portista Rafa colocou de novo os azuis e brancos em vantagem, aos 54 minutos, fazendo o seu segundo golo com a camisola do FC Porto.

A equipa de orientada por Paulo Alves continuou a imprimir garra e determinação perante os seus adeptos no estádio Cidade de Barcelos e Hugo Vieira, um dos melhores em campo, bisou no encontro ao minuto 59, estabelecendo a igualdade no marcador.

Hulk e João Moutinho entraram ao minuto 71 mas não conseguiram resolver o jogo, que terminou com um empate a dois golos entre o líder da I Liga e o terceiro classificado da II Liga.

Nota ainda para a grave lesão de Rafa em cima do minuto 90, que afastará o lateral-esquerdo dos relvados por um longo período, obringando os Dragões a agirem ainda no mercado de Inverno, uma vez que o uruguaio Alvaro Pereira também se encontra lesionado.

No outro encontro do Grupo A, Nacional da Madeira venceu o Beira-mar em Aveiro por 1-2, agarrando assim o primeiro lugar e consequente passagem às meias-finais da Taça da Liga.

FC Porto despede-se desta forma da prova, em segundo lugar, ficando agora a disputar a I Liga, Taça de Portugal e Liga Europa.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «São duas equipas que ficam de fora das meias-finais da Taça da Liga, e era esse o nosso objectivo. Tudo ficou comprometido desde o primeiro jogo, em que falhámos frente ao Nacional. Chegámos aqui com tudo em aberto, porque o Nacional poderia escorregar, mas a verdade é que venceu. Perdemos uma competição, em que fomos à final no ano passado. De futuro, olharemos para ela no sentido de a ganhar e de a acrescentar ao palmarés do clube. - Tivemos um Janeiro exagerado em termos de jogos. Foram oito partidas e agora avizinha-se um Fevereiro que vai carregar. O ‘onze’ que entrou dá-nos máximas garantias, como aliás acontece com qualquer ‘onze’. Foi um jogo dividido que poderíamos ganhar ou perder, e que foi bem disputado. Os alas do Gil Vicente puseram sempre um desafio difícil aos nossos laterais e centrais, a todo o bloco defensivo, e conseguiram desequilibrar por aí. - Provavelmente, o Rafa não jogará mais esta época. É uma lesão grave de um jogador muito querido, que batalhou imenso para chegar à equipa. Tinha sido pré-convocado para a selecção nacional, pelo que isto tem um peso brutal para ele e para nós. O Sereno fez uma exibição conseguida e isso é de valorizar. Perdemos dois laterais esquerdos, mas ainda podemos contar com a polivalência do Fucile e com mais esta opção. O Otamendi também pode alinhar a defesa direito e isso dá-nos a garantia de que ainda temos algumas soluções. - São duas competições diferentes. Perde-se uma e tenta-se ganhar outra. É um jogo extremamente esperado, entre duas equipas que disputam o campeonato nacional e estão envolvidas em várias frentes. Estão ambas motivadas, porque têm apresentado bons resultados, e defrontam-se mais uma vez.»

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

F.C.Porto 3-0 Beira - Mar . Ainda podemos chegar às meias-finais

assistência: 16.618 espectadores.

Árbitro: Árbitro: Marco Ferreira (Madeira), Assistentes: Álvaro Mesquita e Nelson Moniz; 4.º Árbitro: Manuel Mota.

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Otamendi, Maicon e Rafa; Fernando, Souza e João Motinho; Hulk, Walter e James.
Substituições: João Moutinho por Rúben Micael (46m), Hulk por Mariano (46m) e Fernando por Belluschi (73m).
Não utilizados: Kieszek, Guarín, Sereno e Varela.
Treinador: André Villas-Boas.

BEIRA-MAR: Vicente Paes; Danilo, Kanu «cap.», Jaime e André Marques; Yohan Tavares e Tiago Barros; Alex Maranhão, Sérgio Oliveira e Ruben Lima; Wang.
Substituições: Kanu por Rui Sampaio (46m), André Marques por Leandro Tatu (61m) e Alex Maranhão por Artur (71m).
Não utilizados: Oblak, Hugo, Wilson e Renan.
Treinador: Leonardo Jardim.

Marcadores: Walter (7m), Rafa (18m) e Fernando (39m).

Disciplina: Tiago Barros (27m), Walter (88m), Ruben Lima (89m) e Fucile (90+3m).

FC Porto venceu, calmamente, o Beira-Mar de Leonardo Jardim por 3-0, no Estádio do Dragão, em jogo da segunda jornada do Grupo A da Taça da Liga. Mas a derrota da primeira ronda, na recepção ao Nacional da Madeira, deixa os portistas numa posição difícil para chegar às meias-finais da prova, uma vez que os madeirenses têm seis pontos e os portistas apenas três. Tudo se resolverá na terceira e última jornada.

Quanto ao jogo desta quarta-feira à noite, no Estádio do Dragão, o FC Porto imprimiu bom futebol na primeira parte, mesmo não tendo jogado com o seu “onze” mais forte, e por isso apontou três golos. No segundo tempo, os azuis e brancos “exploraram” mais, deixando o “futebol espectáculo” nos primeiros quarenta e cinco minutos.

Ao minuto 7, Walter aproveitou da melhor forma a defesa incompleta do guarda-redes Vicente Paes, depois um livre directo apontado por Hulk, e só teve de encostar para dentro da baliza aveirense.

Dez minutos depois foi a vez do lateral esquerdo Rafa livrar-se da defesa auri-negra e, numa jogada de insistência por parte do jovem português, rematar para o segundo dos azuis e brancos.

A ganhar por 2-0, os portistas não abrandaram de rimo e ainda tiveram excelentes oportunidades de marcar mais golos antes de visitarem os balneários.

O terceiro golo do FC Porto foi uma bomba enviada à entrada da grande área e “acendida” pelo médio brasileiro Fernando ao minuto 38, sem hipóteses para o guardião dos aveirenses.

Ao intervalo, o FC Porto vencia por 3-0 e tinha o jogo controlado, apesar de algum atrevimento, como tem sido habitual, por parte da equipa de Leonardo Jardim.

 Na segunda parte, André Villas-Boas aproveitou para dar alguns minutos de jogo a Mariano e Rúben Micael, para os lugares de Hulk e João Moutinho, mas o resultado manteve-se inalterável até ao final do encontro.

O Nacional da Madeira, com duas vitórias, soma seis pontos e um empate basta, frente ao Beira-Mar, na próxima semana, para colocar a equipa de Jokanovic nas meias-finais da Taça da Liga. A turma de Aveiro, com duas derrotas, já não tem hipóteses de seguir em frente na Taça da Liga.

O FC Porto e Gil Vicente, ambos com três pontos, estão obrigados a vencer o encontro da próxima semana em Barcelos e esperar que a equipa da Madeira saia derrotada do desafio.

Mas a vitória pode não ser suficiente para a equipa do Porto e Barcelos, precisando de ultrapassar o Nacional da Madeira no número de golos marcados para alcançar o primeiro lugar do Grupo A.

Recorde-se que apenas o primeiro classificado de cada grupo passa às meias-finais.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Já sabíamos qual era a nossa situação face ao resultado do Nacional esta tarde. O apuramento está comprometido desde a primeira derrota, visto que há apenas três jogos. A partir daí, ficámos condicionados. O cenário é o mesmo que foi revisto na conferência de imprensa depois do encontro com o Nacional. Temos que esperar que o Beira-Mar ganhe ao Nacional e marcar um número considerável de golos (ao Gil Vicente) para alimentar a hipótese de seguirmos em frente. O jogo valeu pelo compromisso e nível de exigência que a equipa manteve consigo própria. A primeira parte foi excelente e segunda parte foi boa. - O Beira-Mar fez alterações profundas na equipa. O jogo de sábado, em Aveiro, será completamente diferente, os jogadores do Beira-Mar que ficaram de fora vão acrescentar qualidade individual e colectiva. Esta não foi a imagem do que se passará em Aveiro, nem para uma equipa nem para outra. Não é certo que o Falcao esteja fora do jogo com o Beira-Mar, há uma mínima possibilidade de jogar. A situação não é nova. Contra o Marítimo, sem o Falcao, marcamos um número importante de golos e fizemos um jogo que considerámos muito bom. Vamos ver que alternativas temos e tomaremos a melhor decisão possível. - Vamos ter pouco tempo para recuperar. Na sexta-feira, vamos ainda tocar na organização para o jogo em Aveiro. Há muita competitividade no plantel. É bom para mim que a luta se mantenha, a partir daí as escolhas dependem essencialmente de opções estratégicas. Todos estão num nível elevado.»

Walter: «Um avançado vive de golos. Mereci uma oportunidade por parte do treinador e marquei. Temos jogadores com muita qualidade e é mais fácil jogar com esta equipa. Trabalho todos os dias e, com o apoio dos meus companheiros, consegui fazer um bom jogo».

domingo, 9 de janeiro de 2011

F.C.Porto 4-1 Marítimo . Nova goleada, nova vitória...


assistência: 26.706 espectadores.

Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco), Assistentes: José Cardinal e Jorge Cruz; 4º árbitro: Augusto Costa.

FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Rafa; Guarín, João Moutinho e Belluschi; Varela, Hulk e James.
Substituições: Varela por Fernando (67m), Sapunaru por Maicon (74m) e Belluschi por Mariano (83m).
Não utilizados: Kieszek, Walter, Souza e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.

MARÍTIMO: Marcelo Boeck; Ricardo Esteves «cap», Roberge, Robson e Alonso; Rafael Miranda, Roberto Sousa e Tchô; Marquinho, Baba e Djalma.
Substituições: Roberto Sousa por Sidnei (52m), Tchô por Cherrad (64m) e Marquinho por Heldon (81m).
Não utilizados: Marafona, Luciano Amaral, Luís Olim e João Guilherme.
Treinador: Pedro Martins.

Marcadores: Guarín (37m e 75m), Hulk (60m), Baba (70m) e James (80m).

Disciplina: cartão amarelo para Robson (16m), Otamendi (20m), Ricardo Esteves (31m), Rafa (35m), Djalma (43m), Roberge (66m), Rafael Miranda (67m), Sapunaru (69m), Guarín (76m) e Sidnei (80m).

O FC Porto venceu, este sábado, o Marítimo por 4-1, em jogo da 15ª jornada, terminando a primeira volta do campeonato português 41 pontos e 11 pontos de vantagem sobre o segundo classificado (com um jogo a menos).

Guarín (37’ e 74’), Hulk (59’) e James (80’) marcaram para os portistas e Baba (70’) para o Marítimo.

Durante a primeira parte, a formação insular conseguiu anular alguns desenhos de ataque da equipa da casa e circulou bem a bola no meio do relvado. Mas a verdade é que a equipa de Pedro Martins não criou situações de grande perigo perto da baliza de Helton.

O FC Porto, que esta noite contou com Hulk como ponta-de-lança, com a ajuda de James e Varela nos extremos, esteve activo mas falhou vários lances perto da grande área de Marcelo Boeck que podiam ter dado a vantagem mais cedo.

Antes do golo do colombiano, nota para o remate de Varela às malhas laterais e o cabeceamento de James, com a bola a passar perto da trave do guardião doa madeirenses.

O (grande) golo, único da primeira parte, surgiu ao minuto 37, com Guarín a fazer aquilo que tão bem sabe fazer: surpreender o guarda-redes da equipa adversária com um “tiro” de fora da área.

Antes do apito do intervalo, João Moutinho enviou uma bola ao poste.

Carlos Xistra enviou as duas equipas para o balneário e com o resultado favorável aos Dragões.


No segundo tempo, ao minuto 59, o FC Porto aumentou a vantagem por intermédio do brasileiro Hulk, a fazer outro grande golo de fora da área, sem hipótese de defesa para Boeck.

Com dois golos “no bolso”, os Dragões cresceram mas foi a equipa da Madeira que conseguiu marcar, reduzindo a desvantagem para 2-1. Ao minuto 70, Baba, após livre indirecto, conseguiu livrar-se da defesa portista e cabecear para o fundo das redes de Helton.

O FC Porto, ou melhor Guarín, mostrou a sua insatisfação com o golo sofrido, repetindo o “tiro” que deu origem ao primeiro golo. O colombiano voltou a puxar a culatra e desferiu outro potente remate, sem defesa para o guarda-redes.

Os adeptos do Estádio do Dragão pediram mais um golo e James Rodríguez, depois de um generoso passe de Hulk, fez facilmente o quarto para os portistas.

André Villas-Boas deu ainda outra alegria aos adeptos ao colocar em campo Mariano González, que regressou às competições 10 meses depois.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Tendo sido menos incisivos na altura, fizemos um jogo parecido com este frente ao Nacional e acabámos por perder. O futebol é imprevisível. Hoje, o Marítimo colocou-nos um desafio difícil, até porque vinha de um percurso de oito jogos sem perder. Fazer uma exibição destas, com grande carga incisiva, foi fantástico. Foi óptimo para o jogadores darem esta resposta, depois de terem sido tão criticados de forma tão agressiva. Foi uma semana longa, em que parecia que a organização do FC Porto já valia pouco. Fomos sempre competentes, só que o imprevisível aconteceu. Acreditamos na nossa competência e no nosso trabalho. Num jogo destes, fazermos o que fizemos foi uma prova clara de competência. É importante que o público mantenha a empatia com o grupo e que não se deixe levar pela crítica fácil. Demos um sinal forte e demonstrámos que unidos é que fazemos a diferença. Sem o Falcao na frente, viu-se a qualidade, o talento e a polivalência do Hulk para jogar em várias posições. Estamos satisfeitos com o que temos e não é por o mercado abrir que nos sentimos obrigados a mexer numa estrutura competente.»

Guarin: «Acho que é mérito, antes de mais. Tenho tentado sempre rematar de fora da área, às vezes saem disparates, mas continuo a tentar e felizmente hoje saiu bem. Quero agradecer à equipa, porque somos um grupo. Ter a oportunidade de marcar dois golos deixa-me muito contente, dedico-o à minha família e aos meus pais».

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

F.C.Porto 1-2 Nacional . E acabou a invencibilidade do F.C.Porto


assistência: 30.018 espectadores.

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria), Assistentes: João Santos e Luís Marcelino; 4.º Árbitro: Jorge Ferreira.

FC PORTO: Kieszek; Fucile, Rolando «cap.», Sereno e Rafa; Guarín, Rúben Micael e João Moutinho; Hulk, Walter e James.
Substituições: Fucile por Sapunaru (61m), Rúben Micael por Belluschi (74m), Guarín por Ukra (84m).
Não utilizados: Helton, Maicon, Souza e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.

NACIONAL: Bracali; Claudemir, Felipe Lopes, Tomasevic e Danielson; Edgar Costa, Bruno Amaro, Luís Alberto «cap.» e Skolnik; Diego Barcellos e Orlando Sá.
Substituições: Skolnik por João Aurélio (56m), Orlando Sá por Pecnik (71m) e Diego Barcellos por Anselmo (75m).
Não utilizados: Elisson, Patacas, Todorovic e Mihelic.
Treinador: Pedrag Jokanovic.

Marcadores: Hulk (64m, g.p.), Anselmo (78m e 85m).

Disciplina: cartão amarelo a Sereno (45m), Luís Alberto (56m), Tomasevic (63m), Diego Barcellos (72m), Hulk (86m), Danielson (90+1m).

A combinação entre um Dragão murcho no primeiro tempo e um pouco mais atrevido no segundo resultou na primeira derrota da época para o FC Porto, quebrando um ciclo de 36 jogos sem conhecer o sabor da derrota.

Os Dragões estiveram a vencer por um golo mas erros fatais do guarda-redes Kieszek e desatenção da defesa portista permitiram aos insulares impor a primeira derrota da época aos portistas.

No primeiro tempo, o FC Porto mostrou-se “desligado” do encontro com os madeirenses, com muita disputa no meio do relvado do Dragão.

A equipa de André Villas-Boas, que esta tarde começou com um onze fora do habitual, revelou dificuldades em ligar o seu meio-campo aos homens da artilharia, Hulk, James e Walter. Além desta falta de química, os avançados portistas deixaram a eficácia presa no ano passado, deixando-se ultrapassar pelos homens da Madeira na “Hora H”.

Do lado da formação de Jokanovic, Orlando Sá, emprestado pelo FC Porto, foi o jogador mais influente, saindo dos pés dele as melhores oportunidades para os insulares, mas sem grande perigo.

Ao intervalo, o marcador apontava um 0-0.


O FC Porto começou o segundo tempo com outra atitude, e os remates de Hulk e James ameaçaram o guardião Rafael Bracali.

Ao minuto 62, Olegário Benquerença vê falta de Felipe Lopes sobre Walter dentro da grande área e assinala grande penalidade a favor dos Dragões. Na conversão, o brasileiro Hulk não falhou, somando mais um golo para a sua conta pessoal.

Nove minutos depois, e na sequência de um cruzamento da esquerda de Pecnik, Kieszek não segurou a bola e Anselmo encostou para o fundo das redes, estabelecendo o empate.

Mas a formação insular quis mais e conseguiu sete minutos depois. O mesmo Anselmo surgiu isolado na área, após cruzamento da esquerda de João Aurélio, e desviou de cabeça para o segundo do Nacional, evidenciando a falta de atenção da defesa azul e branca.

O árbitro leiriense apitou para o final do encontro e o FC Porto começa o ano 2011 da pior forma, com a primeira derrota do ano e da temporada para a equipa de André Villas-Boas.

No outro jogo do Grupo A, o Gil Vicente, da II Liga, venceu o Beira-Mar da I Liga por 2-1.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «O nível exibicional não se pode por em causa. Crescemos na segunda parte, mas cometemos erros colectivos sobre os quais teremos de reflectir. O 1-2 acontece tarde e depois há paragens que não facilitam. Fica o resultado negativo. Estivemos sérios em termos de compromisso, mas temos de ser mais incisivos no ataque. Houve atitude competitiva. São lances que acontecem. O Nacional teve poucas oportunidades e fê-las valer. A pressão externa não é superior à que coloco a mim mesmo. Temos um plantel equilibrado e com muitas soluções.»

Hulk: «Tínhamos o jogo controlado. Tivemos várias oportunidades, mas o futebol é isto. Agora temos de levantar a cabeça. Temos jogo aqui no sábado e queremos ganhar novamente. Se tivéssemos ganho era igual. Tivemos oportunidades, mas não matámos o jogo. Cumprir cem jogos pelo FC Porto é muito bom. Fico muito feliz, mas penso fazer mais.»

Brevemente a crónica e ficha do jogo.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Juv. Évora - Taça de Portugal

Ó árbitro é Marco Ferreira, auxiliado por Sérgio Serrão e Tomás Santos

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Kieszek,
Defesas, Sapunaru, Sereno Maicon, Otamendi, Álvaro e E.Rafael,
Médios, R.Micael, Belluschi, Moutinho, Guarin e Castro,
Avançados, Ukra, James, Falcao, Walter e Hulk

Equipa provável: Kieszek, Sapunaru, Sereno, Maicon e E.Rafael ou Álvaro, Guarín, R.Micael e Belluschi, Hulk, Walter e James.



Antevisão de André Villas Boas:


Memórias do duelo de 1997
«O FC Porto tornou fácil esse jogo com o Juventude de Évora. Lembro-me que estava sentado na bancada. Há uma competição desigual em termos individuais. No entanto, repito que há uma grande importância do factor motivacional – frente ao Limianos, vencíamos por 1-0 ao intervalo e apenas atingimos um resultado algo volumoso no fim. Quero acreditar que vamos ter um adversário completamente motivado. Perdeu um jogo a meio da semana, mas vem motivadíssimo para jogar no ambiente do Estádio do Dragão e isso será suficiente para recuperar a equipa fisicamente.»

Motivação no topo
«Queremos acreditar que vamos estar motivados para o jogo com o Juventude de Évora. Recordo aqui uma frase de Vicente del Bosque, que já partilhei com os jogadores antes do encontro com o Moreirense: ele disse que o campeão do mundo não tinha encontrado motivação suficiente para jogar com Portugal e aconteceu o que aconteceu. Queremos e estamos preparados para encontrar motivação para vencer o Juventude de Évora e seguir em frente na competição. Toda a gente esperava que o FC Porto fosse a Moreira de Cónegos passear e tivemos de suar muito. Os jogos da Taça são mágicos, o que temos a fazer é reduzir a imprevisibilidade e estar alerta, essencialmente no que toca ao factor motivacional. Se não se estiver no topo paga-se caro o erro, saindo de uma competição histórica para nós e que queremos vencer.»

33 jogos sem perder
«O nosso estímulo tem de ser o de atingir objectivos. A invencibilidade de 33 jogos anterior vem de uma equipa histórica, que ganhou a Taça UEFA e a UEFA Champions League. Foi uma equipa com títulos, inesquecível, e nós ainda procuramos tornar esta equipa inesquecível. Não é por ter passado este período – que inclui uma parte da época passada, em que falhámos alguns objectivos importantes – que nos vamos orgulhar. Orgulhamo-nos pelos títulos, que estou confiante que vamos atingir. Os troféus conquistados pela equipa de 2003 e 2004 pesam muito mais do que aquilo que o FC Porto está a fazer.»

Muitas opções
«Todos os jogadores me dão máximas garantias. Temos sido afectados por algumas lesões, umas musculares, outras traumáticas. Temos uma equipa pronta e boas opções para esse jogo. O Castro e o Ukra têm sido elogiados por mim em privado e em público. Não quero abdicar deles. O plantel é extenso, mas é um número controlável. O James tem um potencial incrível e pretendo fazê-lo evoluir – teve uma semana muito positiva e já lhe disse que conto com ele. Esta é uma oportunidade boa, mas não será a última, com certeza. O Souza esteve com um problema lombar e já recuperou, pelo que, mais tarde ou mais cedo, reentrará nas convocatórias. O Walter dá-me totais garantias. É um goleador e em pouco tempo fez quatro golos. Terá as suas oportunidades.»






( imagem retirada do blogue dragaopentacampeao2 )

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Rapid Wien 1-3 F.C.Porto . E Falcao cilindrou no nevão....



assistência: --- espectadores.

Árbitro: Aleksandar Stavrev (Macedónia), Assistentes: Ljubomir Krstevski e Marjan Kirovski; Quarto árbitro: Petar Mantev; Assistentes adicionais: Dimitar Meckarovski e Goran Spirkoski.

RAPID VIENA: Hedl; Sonnleitner, Soma, Patocka e Kayhan; Kulovits, Heikkinen «cap» e Saurer; Drazan, Gartler e Trimmel.
Substituições: Drazan por Salihi (63m) Gartler por Nuhiu (77m) e Trimmel por Dober (83m).
Não utilizados: Payer, Kavlak, Konrad e Pehlivan.
Treinador: Peter Pacult.

FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile; Fernando, João Moutinho e Ruben Micael; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Fernando por Guarín (16m), Varela por Ukra (46m) e Ruben Micael por Belluschi (71m).
Não utilizados: Beto, Sereno, James e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Trimmel (39m) e Falcao (42m, 85m e 88m).

Disciplina: cartão amarelo para Drazan (8m) e Patocka (80m).


Um jogo difícil para o FC Porto que, para além de enfrentar um Rapid de Viena atrevido e alimentado pelo apoio vindo das bancadas, teve de se desembaraçar da neve que caiu em Viena. Mas a equipa orientada por André Villas-Boas tanto tentou que conseguiu aquecer o ambiente na Áustria nos últimos minutos, onde Falcao fez os dois golos, em menos de três minutos, que deram a vitória aos portistas.

A forte queda de neve que se faz sentir em Viena não ajudou o espectáculo, obrigando as duas equipas a apostarem num jogo mais aéreo.

O Rapid de Viena foi a primeira equipa a criar perigo junto da baliza de Helton (Beto iria ser titular mas lesionou-se durante o aquecimento), ao minuto 18, com um cabeceamento de Gartler, após excelente cruzamento de Savrer.

Os Dragões, a jogarem num estádio com cerca de 50 mil apoiantes austríacos, responderam logo de seguida com um cabeceamento de Falcao, mas Hedl defendeu, de forma apertada, para canto.

Seis minutos depois, o FC Porto esteve, outra vez, perto de fazer o golo, com Varela a aparecer em excelente posição, após primeiro remate de Falcao, mas o guardião Hedl conseguiu resolver o problema.

Enquanto a equipa portuguesa atacava, o Rapid aproveitou para inaugurar o marcador com um golo de Trimmel, que conseguiu desviar para o fundo das redes, após um excelente cruzamento na esquerda, ao minuto 38.

Mas primeiro golo dos azuis e brancos não tardou em aparecer. Num fantástico cruzamento de Otamendi, a isolar Falcao, o colombiano não falhou e fez o empate a três minutos dos 45.

Na segunda parte, já sem Fernando, que saiu lesionado, e com Ukra, Belluschi e Guarín dentro de campo, o FC Porto entrou mais confiante e teve excelentes oportunidades, com lances de perigo protagonizados por Ukra (60’), Rolando (77’) e Belluschi (78’).





Nos últimos cinco minutos da partida, Falcao conseguiu marcar mais dois golos, fazendo o hat-trick. Ao minuto 85, o avançado aproveitou uma defesa incompleta de Hedl para bisar na partida, e, dois minutos depois, o suspeito de costume fez o terceiro de noite, semelhante ao segundo.

Com esta vitória em Viena, o FC Porto garante o primeiro lugar do Grupo L e será cabeça de série no sorteio para os 16 avos-de-final da prova da UEFA.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «É um dia histórico pela exibição e pelo resultado alcançado nestas circunstâncias. Jogámos no limite do risco, tal como em Coimbra, mas tivemos um grande desempenho e uma grande concentração. Isso evita as lesões. Há um conjunto de exibições de topo. Na primeira parte, com a neve que estava, conseguimos fazer o que fizemos… Depois, consolidar na segunda… Hoje não há espaço para críticas.»

João Moutinho: «Queríamos uma vitória para alcançar o primeiro lugar do grupo e acho que estivemos muito bem. Fizemos uma boa partida em condições adversas. Como grupo, superamos tudo. No FC Porto não se tira o pé em nenhuma altura e jogamos sempre para ganhar.»

Falcao: «Foi uma vitória importante. Os factores climatéricos eram difíceis, mas o FC Porto jogou bem a bola e o rendimento dos jogadores foi muito bom. É difícil jogar assim, mas os jogadores do FC Porto têm muita qualidade. Conseguimos vencer os obstáculos a jogar bem a bola.»



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Moreirense 0-1 F.C.Porto . Falcao carimba a passagem......


assistência: --- espectadores.

Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre), Assistentes: José Braga e Luís Tavares; 4º árbitro: Pedro Ferreira

MOREIRENSE: Roberto Tigrão; Zé Alberto, André Micael, Anilton e João Vicente; Francisco Castro «cap.», Pintassilgo e Eriverton; Edson, Antchouet e Renato Santos.
Substituições: Pintassilgo por Lico (75m), Eriverton por Bobô (82m) e Renato Santos por Luís Pinto (88m).
Não utilizados: Ricardo Ribeiro, Pinto, Castanheira e Lourenço.
Treinador: Jorge Casquilha.

FC PORTO: Beto; Sapunaru, Rolando, Maicon e Rafa; Guarín, João Moutinho e Belluschi; Hulk «cap.», Walter e Ukra.
Substituições: Ukra por Falcao (56 m), Walter por Rúben Micael (67m) e Moutinho por Castro (85m).
Não utilizados: Kieszek, Fucile, Sereno e James.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Falcao (75m).

Disciplina: cartão amarelo para Maicon (24m), Guarín (49m), Francisco Castro (49m), Sapunaru (69m), Rolando (91m) e Beto (93m).

O colombiano concretizou da melhor forma uma boa jogada de Belluschi, ao minuto 75. O argentino fez um remate fantástico, Tigrão opôs-se, mas não contava com a recarga de Falcao, que assim colocou o detentor do troféu nos “oitavos”.


O Moreirense, que criou em sua casa muitas dificuldades aos dragões, que não estavam assim tão desfalcados dos seus bons jogadores, teve uma boa oportnidade de golo aos 64 minutos. Emidio Rafael calculou mal e permitiu a Renato Santos tentar a sua sorte, num remate forte, mas por cima da barra.

Na primeira parte, Belluschi esteve em destaque, tendo-lhe pertencido as duas melhores ocasiões de golo, bem combinadas com Walter.

Aos 42 minutos, Belluschi tabelou com Walter já na área, conseguindo ganhar espaço, mas o remate saiu ao lado e pouco depois, arrancou desde o meio campo, combinou com Walter e, já na área, chutou a rasar o poste esquerdo de Tigrão.

O FC Porto segue, então, na luta pela revalidação do troféu.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Esta era uma deslocação difícil. O FC Porto teve sempre dificuldades neste campo. É uma luta sempre difícil, mas o importante foi o resultado numa exibição menos conseguida pela forma como não conseguimos definir os lances. Apesar do controlo do jogo e do controlo territorial, faltou-nos o momento de definição e, por isso, não criámos mais oportunidades. Apesar de na segunda e com as alterações operadas ter sido um pouco diferente. Não foi fácil chegar ao golo.»

Belluschi: «Sabíamos que ia ser um jogo duro. Este adversário é forte em sua casa. Tentámos sempre jogar o nosso jogo e conseguimos marcar um golo que acabou por ser decisivo. Sonhamos todos com o melhor. Temos muitas competições pela frente e pensamos em ganhar todas. Neste momento estou tranquilo e só estou concentrado no FC Porto.»

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

F.C.Porto 2-0 Portimonense . Na desinspiração valeram os 3 pontos...


assistência: 40.018 espectadores.

Árbitro: João Capela (AF Lisboa), Assistentes: Tiago Rocha e Paulo Soares; 4º árbitro: Paulo Rodrigues.

FC PORTO: Helton «cap»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Guarín, Belluschi e Ruben Micael; Hulk, Walter e Varela.
Substituições: Varela por Cristian Rodríguez (38m), Walter por Ukra (67m) e Ruben Micael por Castro (75m).
Não utilizados: Beto, Maicon, Rafa e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.

PORTIMONENSE: Ventura; Ricardo Pessoa «cap.», André Pinto, Di Fábio e Nilson; Pedro Silva, Soares e Jumisse; Ivanildo, Renatinho e Candeias.
Substituições: Soares por Calvin Kadi (38m), Pedro Silva por Elias (69m) e Renatinho por Pelembe (75m).
Não utilizados: Ivo, Lito, Pedro Moreira e Rúben Fernandes.
Treinador: Litos.

Marcadores: Walter (29m) e Hulk (90m, g.p.).

Disciplina: cartão amarelo para Soares (6m), Álvaro Pereira (63m), Pedro Silva (67m), Jumisse (76m), Pelembe (84m) e Elias (86m).

Com a fasquia elevada, depois da fantástica exibição do FC Porto na jornada anterior, com a goleada infligida ao Benfica por 5-0, os cerca de 40 mil espectadores presentes do Estádio do Dragão, ficaram algo desiludidos com a prestação do FC Porto, frente ao Portimonense.

Mas a exibição mediana do FC Porto (talvez a pior da época) e os golos de Walter, ao minuto 29, e a grande penalidade convertida por Hulk, ao minuto 89, foram os ingredientes suficientes para conquistar os três pontos e manter a liderança na I Liga, com 31 pontos.

O FC Porto entrou sem inspiração neste encontro da 11ª jornada, talvez devido à falta de avigoramento no onze inicial que André Villas-Boas colocou esta noite no Estádio do Dragão. Walter, Rúben Micael, Guarín e Otamendi nem sempre são as primeiras escolhas do jovem técnico dos portistas.

O primeiro sinal de perigo dos Dragões aconteceu ao minuto 18, com um remate bem colocado do samurai Belluschi à entrada da grande área, e a bola a tirar tinta ao poste de Ventura.

Quatro minutos depois, Otamendi cabeceou para a baliza, na sequência de um canto da direita de Hulk, mas Ricardo Pessoa, atento, cortou em cima da linha de golo.

Ao minuto 29, numa tabelinha entre Rúben Micael e Walter, à entrada da grande área, o avançado brasileiro rematou a jeito. Walter estreou-se a marcar na I Liga, depois de ter feito um hat-trick na Taça de Portugal contra o Limianos no passado mês de Outubro.

Depois de inaugurar o marcador, o FC Porto, mais confiante, conseguiu fazer rolar o seu futebol durante a primeira parte.

Do lado dos algarvios, nota para o remate bem colocado de Pedro Silva, ao minuto 37, para uma defesa apertada do capitão portista Helton.

Antes do intervalo, Varela lesionou-se e Rodríguez entrou para o lugar do internacional português.

Na segunda parte, o Portimonense voltou a entrar melhor e teve duas excelentes oportunidades para marcar, enquanto o FC Porto continuou a passear-se sobre o relvado do Dragão num segundo tempo indigente.

Ao minuto 89, Cristian Rodriguez caiu na área depois de uma disputa de bola com Di Fabio e o árbitro assinalou grande penalidade a favor dos azuis e brancos. Hulk foi chamado a converter e não falhou.

À 11ª jornada, os Dragões somam 31 pontos e continuam sem conhecer o sabor da derrota na edição 2010/2011 da I Liga.
 
Destaque ainda para o apoio dos adeptos.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: ««Era decisivo ganhar hoje, porque tínhamos feito uma excelente exibição contra o Benfica e era importante consolidar a vantagem conquistada. Mas os jogos não vão terminar todos com vitórias por 5-0 e é notório que as equipas que nos defrontam se apresentam sempre com a motivação extra de derrotar o líder. Não se sentiu descompressão do FC Porto, mas as dificuldades impostas pelo Portimonense, que precisa de pontuar. Discordo, em absoluto, da ideia de que tenhamos relaxado. Foi um jogo difícil e o que se passou hoje poderá voltar a acontecer. Temos um objectivo em mente: faltam-nos dois jogos fora e um em casa até ao final do ano e preservar esta vantagem dar-nos-á um certo conforto para o que restar do campeonato. O jogo da Taça de Portugal leva-nos a Moreira de Cónegos, que, ao contrário da ideia generalizada, é uma deslocação complicada. O Moreirense não tem ganho e derrotar este FC Porto, no ambiente de um estádio lotado, será uma grande motivação. O Walter tem rendido sempre que tem jogado. É possante, não tem a mobilidade do Falcão, mas faz coisas como o golo que apontou, que resultou de uma tabela com o Rúben Micael. Permite-nos marcar e ganhar posição no último terço do terreno.»

domingo, 31 de outubro de 2010

Académica 0-1 F.C.Porto . Jogo difícil em campo alagado



assistência: --- espectadores.

árbitros: Duarte Gomes (Lisboa); Assistentes: José Lima e Pedro Garcia; 4º Árbitro: Hélder Malheiro.

ACADÉMICA: Peiser; Pedro Costa, Berger, Orlando e Hélder Cabral; Diogo Melo e Hugo Morais; Sougou, Laionel e Diogo Valente; Miguel Fidalgo.
Substituições: Laionel por Eder (70m), Diogo Valente por Júnior Paraíba (78m) e Pedro Costa por Habib (87m).
Não utilizados: Ricardo, Amoreirinha, Bischoff e Diogo Gomes.
Treinador: Jorge Costa.

FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Hulk, Faclao e Varela.
Substituições: Fernando por Guarín (23 m), Varela por Otamendi (71 m) e Falcao por Cristian Rodríguez (81m).
Não utilizados: Beto, Rafa, Walter e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Varela (42m).

Disciplina: cartão amarelo a João Moutinho (38m), Hélder Cabral (73m), Maicon (90m), Helton (90m), Peiser (90m).


A chuva não tem dado tréguas ao nosso país e a cidade de Coimbra não é excepção, por estes dias. Um autêntico dilúvio fez-se sentir antes e durante o jogo. Perante tamanho temporal, o “novo” relvado do estádio Cidade de Coimbra ressentiu-se. Num relvado destinado à prática de futebol, mais parecia jogar-se pólo aquático, tal a quantidade de água existente no terreno.

O FC Porto de André Villas-Boas habituado a jogar com a bola no pé, a fazer imperar a sua maior qualidade técnica dos seus jogadores viu-se impossibilitado de praticar o seu estilo de jogo, tais as condições do terreno de jogo.

Durante a primeira parte, os azuis-e-brancos foram mais eficazes, mas foi a Académica quem dispôs de mais oportunidades de golo e que melhor se adaptou às condições do campo.

Bom exemplo disso, foi, aos dez minutos, um cruzamento de Miguel Fidalgo que encontrou ao segundo poste a cabeça de Diogo Valente. A verdade é que, em boa posição, o jogador português não conseguiu cabecear com sucesso, com Helton a segurar com facilidade o esférico.

O FC Porto respondeu, ao minuto 19, por intermédio de Falcao. Hulk entrou na área e caiu, reclamando falta de um adversário. Após esse lance, a bola foi a saltitar para o meio da pequena área, onde surgiu Falcao em boa posição, mas o colombiano, perante Peiser, pontapeou na atmosfera, perdendo-se um bom lance de perigo.

Após os primeiros vinte minutos, a equipa de Coimbra perdeu então a vergonha por completo e por várias vezes alvejou a baliza de Helton. A verdade é que Diogo Melo, Laionel e Sougou não conseguiram fazer a bola chegar ao fundo das redes da baliza do FC Porto.





Contra a corrente de jogo, surgiu então o golo do FC Porto. Aos 42 minutos, Álvaro Pereira fez um longo lançamento de linha lateral junto à área da Académica, Berger cortou mal o lance e a bola encaminhou-se para a pequena área pelo ar, aí surgiu Silvestre Varela a rematar à meia-volta, num bom gesto técnico, e a fazer o primeiro golo do jogo.

Durante o primeiro tempo, André Villas-Boas contou com uma contrariedade. Fernando saiu lesionado, no entanto Guarín entrou bem no jogo e a alteração não se fez sentir.

Já no segundo tempo, o FC Porto surgiu mais personalizado, mais perigoso e apostado em justificar a vantagem alcançada na primeira parte. Contudo, apesar de se sucederem as oportunidades de golo, a eficácia evidenciada no primeiro tempo parece mesmo ter ficado no balneário.

Falcao e Hulk dispuseram de uma mão cheia de oportunidades claras de golo, mas os dois jogadores mostraram não querer nada com a baliza defendida por Peiser, esta noite.

Aos 75 minutos, Hélder Cabral tocou com a mão na bola dentro da área e o árbitro Duarte Gomes assinalou grande penalidade. João Moutinho, chamado à conversão do castigo máximo, não fez melhor que os seus colegas, e atirou ao poste, falhando a hipótese de “matar” o jogo.

A Académica continuou, ao longo da segunda parte, a lançar bolas para as costas da defensiva portista, mas Maicon e Rolando mostraram-se intransponíveis, não concedendo espaço a Sougou e Miguel Fidalgo, coisa que tinha acontecido na primeira parte. As alterações levadas a cabo pelo técnico Jorge Costa (Éder, Júnior Paraíba e Habib) acabaram por não ter o efeito desejado.

No último fôlego, a Académica dispôs de um livre perigosíssimo à entrada da área portista. Hugo Morais atirou colocado mas a bola saiu à barra, na recarga Sougou atirou por cima.

Foi com o resultado (0-1), construído no primeiro tempo, que se chegou ao fim da partida. Com esta vitória o FC Porto passa a somar 25 pontos e repõe a vantagem de sete pontos sobre o segundo classificado, o Benfica. Apesar da derrota, a Académica continua no terceiro lugar, à espera do que os restantes adversários possam fazer nesta nona jornada da primeira Liga do futebol.



O F.C.Porto realiza esta quinta-feira dia 04 de Novembro o jogo frente ao Besiktas para a Liga Europa, e depois segue-se a 10ª jornada e desta vez frente ao SLBenfica que neste momento ocupa a 2ª posição da tabela classificativa.


DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: "Este jogo era extremamente difícil para ambas as equipas. Foi um jogo de espírito de sacrífico, de bolas longas e de segundas bolas. O próximo jogo não será decisivo. Quem diz que é decisivo não estudou a história do futebol. É uma oportunidade para aumentar a nossa vantagem. O Fernando terá de ser reavaliado."

Hulk: "Estou muito feliz. Graças a Deus que ninguém se lesionou neste campo. Esta exibição mostra a força do Porto. Queremos ser campeões e com a nossa união conseguimos vencer. Pensamos apenas jogo a jogo e hoje só queríamos pensar em subir mais um degrau. Agora é pensar no Besiktas e na Liga Europa."