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domingo, 15 de janeiro de 2012

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2011/12, 15ª jornada

 
Tribunal O JOGO: FC Porto 2-0 Rio Ave FC
Árbitro: Marco Ferreira (AF Madeira) / Assistentes: José Lima e Nelson Moniz / Quarto árbitro: Sílvio Gouveia.


Aprovado por unanimidade

Os especialistas de arbitragem de O JOGO estão de acordo em classificar de boa a arbitragem conduzida por Marco Ferreira, ainda que dois dos quatro lances sujeitos a análise não tenham gerado consenso. Foi o caso do cartão vermelho exibido a Rolando, que Jorge Coroado considera ter sido exagerado, e um fora-de-jogo assinalado a Kléber ao cair do pano da primeira parte, no qual só Paulo Paraty aprova a decisão de Nélson Moniz.



90'+3' É bem exibido o cartão vermelho a Rolando por falta sobre João Tomás à entrada da área do FC Porto?

Jorge Coroado

Atendendo à forma como o jogo correu, a jogada em si, o cartão vermelho foi um exagero; era o amarelo que se aplicava. João Tomás estava em diagonal, mas, ainda que ficasse isolado, não propriamente de uma forma letal e claramente na direcção da baliza.

Pedro Henriques

Rolando é bem expulso por destruir uma clara oportunidade de golo, rasteirando na ocasião João Tomás, quando o avançado estava isolado para a baliza, e com a bola controlada.

Paulo Paraty

João Tomás encontrava-se isolado e com possibilidade de avançar para a baliza com a bola controlada. A rasteira de Rolando acaba por travar a acção do avançado do Rio Ave, pelo que o livre directo e cartão vermelho eram as únicas decisões possíveis.



35' Haveria lugar à marcação de uma grande penalidade por pretensa mão de Jeferson?

Jorge Coroado

A bola cruzada por Álvaro Pereira bate no peito e não na mão de Jeferson. Fez bem o árbitro em nada assinalar.

Pedro Henriques

Não. Quando Álvaro Pereira cruza, a bola bate no peito de Jeferson, pelo que o árbitro nada assinalou, e de forma correcta.

Paulo Paraty

Embora exista uma reclamação, provocada pelo movimento de braços de Jeferson, a bola bate apenas no peito de Jeferson. Correcta a decisão.

45' Foi correcta a decisão de assinalar fora-de-jogo a Kléber após passe de Álvaro Pereira?

Jorge Coroado

Não existiu qualquer fora-de-jogo que justificasse a intervenção do árbitro assistente. Total e completa desatenção e precipitação.

Pedro Henriques

Fora de jogo incorrectamente assinalado, pois, no momento do passe de Álvaro Pereira, Kléber estava em linha com o penúltimo adversário.

Paulo Paraty

O nosso ângulo (via televisão) não é o melhor. Entendo que, na dúvida, o árbitro assistente não deve interferir, mas o que é verdade é que ele beneficia da melhor posição para julgar.

47' Existia posição ilegal de Yazalde no momento em que Bruno China lhe entrega a bola?

Jorge Coroado

No momento em que o passe foi efectuado, Yazalde foi mais rápido que o defesa e acabou por ganhar-lhe a dianteira.

Pedro Henriques

Mesmo com acesso à repetição, parece correcta a indicação do assistente em nada assinalar, pois Yazalde parte em posição legal.

Paulo Paraty

Yazalde aguarda o tempo exacto para se isolar, partindo de posição perfeitamente legal. Esteve bem Nélson Moniz.



Apreciação global

Jorge Coroado

Num jogo difícil pelo estado do terreno e do tempo, o árbitro fez por justificar a nomeação, come-tendo pequenos lapsos próprios de quem julga já saber de tudo.

Pedro Henriques

Arbitragem sem influência no resultado, avaliando as principais incidências de forma correcta, tendo, portanto, um desempenho meritório e positivo.

Paulo Paraty

Equipa de arbitragem com um trabalho muito coerente e eficiente, que demonstrou segurança e uma perfeita relação com o jogo e os intervenientes.



fonte: ojogo.pt

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Tribunal d'O JOGO - taça Portugal 2010/11, 1/2 final (2ªm)



Tribunal O JOGO: SL Benfica 1-3 FC Porto
Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).


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fonte: ojogo.pt

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, 1/4 final, 2ªm



Tribunal d'O JOGO: Spartak Moscovo 2-5 FC Porto

Árbitro: Viktor Kassai (Hungria) / Assistentes: Gabor Eros e Gyorgy Ring / Quarto árbitro: Istvan Vad / Assistentes adicionais: Mihaly Fabian e Tamás Bognar.


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fonte: ojogo.pt

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, 1/4 final, 1ªm



Tribunal d'O JOGO: FC Porto 5-1 Spartak Moscovo

Árbitro: Serge Gumienny (Bélgica) / Assistentes: Mark Simons e Frank Bleyen / Quarto árbitro: Luc Wouters / Assistentes adicionais: Jean-Baptist Bultynck e Peter Vervecken.


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fonte: ojogo.pt

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 25ª jornada

 
Tribunal O JOGO: 5L Benfica 1-2 FC Porto
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa) / Assistentes: Tiago Trigo e Pedro Garcia.


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fonte: ojogo.pt

domingo, 6 de março de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 22ª jornada

Tribunal O JOGO: FC Porto 2-0 VSC Guimarães
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto) / Assistentes: José Ramalho e José Luís Melo.


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fonte: ojogo.pt

domingo, 30 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 3ªjornada

Tribunal O JOGO: Gil Vicente FC 2-2 FC Porto
Árbitro: Artur Soares Dias (Porto), Assistentes: Bertino Miranda e João Silva.


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fonte: ojogo.pt

domingo, 23 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 17ª jornada

Tribunal O JOGO: SC Beira-Mar 0-1 FC Porto
Árbitro: João Ferreira (AF Setúbal) / Assistentes: Pais António e Luís Ramos.


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fonte: ojogo.pt

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 2ªj

 
Tribunal O JOGO: FC Porto 3-0 SC Beira-Mar

Árbitro: Marco Ferreira (Madeira) / Assistentes: Álvaro Mesquita e Nelson Moniz.


Desvio duvidoso

De uma forma geral, a arbitragem de Marco Ferreira não suscitou qualquer polémica, dada a tranquilidade com que decorreu o jogo, ficando apenas por sancionar um desvio de Danilo com o braço, num lance que exigia penálti. Ao árbitro madeirense, os especialistas d' OJOGO apontaram o lapso de não ter assinalado um livre directo frontal à baliza do Beira-Mar; considerando exagerados os amarelos a Walter e a Fucile.



Momento mais complicado

86' | Mariano teve legitimidade para reclamar desvio com o braço de Danilo na grande área?

Jorge Coroado | Do mesmo modo que no lance anterior o jogador do Beira-Mar ficou com os olhos em bico, também Mariano o podia ter ficado, pois o aveirense desviou a bola com o braço esquerdo. Ficou por assinalar uma grande penalidade.

Pedro Henriques | Efectivamente Danilo toca a bola com o braço de forma deliberada, havendo, portanto, razão para grande penalidade.

Paulo Paraty | Danilo não desvia a bola; tem apenas o seu corpo apoiado sobre o próprio braço e nada pode fazer para que a bola lhe bata.

25' | A acção de Kanu sobre a perna de Walter não merecia ser sancionada com livre directo?

JC | Kanu prendeu a perna de Walter, derrubando-o. Ficou por assinalar um livre directo.

PH | Kanu toca na perna direita de Walter à entrada da área. Infracção merecedora de livre directo.

PP | Sim. Walter é tocado no joelho e com isso rasteirado à entrada da área, num lance de análise (pela posição) muito difícil para Marco Ferreira.

76' | Otamendi, na entrada em carrinho, teve intenção de cortar bola com a mão?

JC | Foi um carrinho descontrolado e, por isso, terá tocado a bola com a mão. Não terá sido de forma muito clara, mas evitou que a bola chegasse ao adversário. Livre directo por assinalar.

PH | Otamendi, efectivamente, toca a bola com o braço mas não o faz de forma deliberada. Como tal, decisão correcta do árbitro.

PP | Otamendi em carrinho toca, de facto, com o braço na bola mas numa situação acidental em deslize.

87' | Houve qualquer atitude incorrecta de Walter que merecesse o amarelo?

JC | Foi extemporâneo e de mau gosto. Walter rematou no exacto momento em que o apito soou. Talvez quisesse demonstrar independência para mostrar amarelo.

PH | Walter acaba por chutar a bola em simultâneo com o apito do árbitro, por isso não houve comportamento antidesportivo.

PP | Walter faz de facto falta e, apesar do apito do árbitro, ainda rematou à baliza. Marco Ferreira considerou comportamento antidesportivo.

90'+2' | Justificava-se o cartão amarelo a Fucile?

JC | Não se justificava, porque não cortou objectivamente uma linha de passe, não destruiu uma jogada prometedora. Só mostrou sobranceria bacoca.

PH | Fucile não corta nenhuma linha de passe e é uma jogada que ocorre no meio-campo sem jogada de qualquer perigo, não justificando o amarelo.

PP | Houve algum exagero, dado o momento do jogo e da zona de jogo. Não parece haver fortes razões para existir o cartão amarelo.



Apreciação global

JC | Jogo sem problemas de maior em que técnica e disciplinarmente cometeu alguns equívocos, sobretudo por querer demonstrar distanciamento, quando o melhor seria o equilíbrio.

PH | Embora com uma arbitragem com alguns lapsos, sem qualquer influência no resultado. Marco Ferreira, ainda assim, fez um trabalho tranquilo e contou com boa colaboração dos assistentes.

PP | Com três lances de mão de análise difícil, Marco Ferreira avaliou todos com o mesmo critério e conduziu adequadamente o jogo, que não lhe ofereceu problemas especiais.



fonte: ojogo.pt

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 16ª jornada

 
Tribunal O JOGO: FC Porto 3-1 Naval 1º Maio
Árbitro: Cosme Machado (AF Braga) / Assistentes: Henrique Parente e Inácio Pereira.


Golo validado pelo bom senso

O FCPorto colocou-se em vantagem diante da Naval com um lance precedido de uma irregularidade: havia duas bolas em campo, ainda que separadas por uma distância extrema, circunstância que fez prevalecer a chamada XVIII lei do jogo: o bom senso, que, apesar do erro, os especialistas de O JOGO aceitam na decisão do árbitro Cosme Machado.



Momento mais complicado

44' O lançamento lateral que dá o 1-0 é feito com duas bolas em campo. O golo obtido é legal?

Jorge Coroado
+
No entendimento restrito da lei, o lance não deveria ser validado. Na verdade, a segunda bola encontrava-se no extremo oposto. Manda o bom senso que, nessas circunstâncias, e porque a mesma não tinha interferência com a jogada, deixar que o jogo prossiga e, azar dos azares deu golo. Os jogadores estão lá para jogar e não para arbitrar.

Pedro Henriques
+
O jogo não deveria ter recomeçado com uma segunda bola dentro do terreno, mas, ao recomeçar desta forma, isso não invalida a regularidade do golo. De resto, o primeiro golo do FC Porto é legal: a bola sai de um lançamento lateral, onde não há fora-de-jogo, e Falcao também recebe em posição correcta.

Paulo Paraty
+
O jogo não deveria ser reatado com uma bola a mais dentro do campo. Apesar de ser uma decisão errada, teremos de entender que essa bola a mais, para além de estar longe do local de acção de jogo, não tinha qualquer influência e estaria também fora da acção visual da equipa de arbitragem.



Outros casos

18' É justo o amarelo exibido a Varela, por mergulho na área?
21' Fica por sancionar puxão na camisola que impede Falcao de se isolar?
86' É bem assinalado o penálti por derrube de Fucile a Gomis?
90'+3' O fora-de-jogo que trava Hulk é bem assinalado?

Jorge Coroado
+
Varela simulou, de forma grosseira, tentando conquistar aquilo a que não tinha direito. Habilitou-se e ganhou um cartão amarelo.
-
Falcao foi agarrado pelo braço esquerdo do adversário, entrando em desequilíbrio e não podendo, assim, jogar a bola convenientemente. Livre directo por marcar e cartão vermelho por exibir.
+
Fucile, com o pé direito, travou o movimento de Gomis, derrubando-o. Fez, assim, grande penalidade, curiosamente, bem assinalada pelo árbitro.
+
Hulk, visto pela televisão, já tinha um pé para além da linha de penúltimo defensor. Foi, assim, bem assinalado o fora-de-jogo. O interessante é que o assistente não tem essa linha.

Pedro Henriques
+
Varela tenta ludibriar o árbitro, simulando que tinha sofrido falta dentro da área. Correctamente, o árbitro mostrou o cartão amarelo.
-
Falcao é agarrado pela camisola, infracção que ocorreu fora da área, passível de livre directo e cartão amarelo, pois, embora isolado, ainda não tinha a bola dominada e controlada.
+
Grande penalidade bem assinalada, pois Fucile, dentro da sua área, rasteira Gomis.
+
Hulk, no momento do passe, está adiantado em relação ao penúltimo defensor. Fora-de-jogo correctamente assinalado.

Paulo Paraty
+
Correctíssima a decisão do árbitro: Varela tentou a sua sorte e Cosme Machado, atento, decidiu bem.
-
Falcao, fora da área, é agarrado o suficiente para o fazer cair. A situação ocorre no ângulo cego do árbitro. Seria muito difícil decidir de outro modo.
+
Correcta a decisão. Fucile rasteira Gomis e, dentro da área de rigor, só poderia marcar-se grande penalidade.
+
A situação não é muito clara, é no limite da dúvida, mas, aceito a decisão do árbitro assistente.



Apreciação global

Jorge Coroado
Em jogo fácil, o maior condão do árbitro foi não complicar. Apesar de uma ou outra falha teve desempenho positivo.

Pedro Henriques
Arbitragem globalmente positiva, num jogo bem controlado, tecnica e disciplinarmente, com pequenos lapsos, mas sem influência no resultado final.

Paulo Paraty
Dificuldades para os assistentes. Acertaram quase sempre. Cosme Machado com trabalho positivo, apesar da situação do primeiro golo.



fonte: ojogo.pt

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - taça Portugal 2010/11, 1/4 final

Tribunal O JOGO: FC Porto 2-0 CD Pinhalnovense
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa) / Assistentes: Ricardo Fernandes e Hernâni Fernandes.


Penálti por marcar

Uma falta na área de Quinaz sobre James, aos 35', foi ignorada por Hugo Miguel, que voltaria a errar na segunda parte quando não viu Hulk ser agarrado, aos 64'. À medida que o nervosismo se acentuava, com o empate a zero, aumentaram as dificuldades para controlar o jogo, ainda que, no único crédito positivo que lhe deve ser dado, nunca tenha perdido o controlo disciplinar.



fonte: ojogo.pt

domingo, 9 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 15ª jornada


Tribunal O JOGO: FC Porto 4-1 CS Maritimo
Árbitro: Carlos Xistra (AF Castelo Branco) / Assistentes: José Cardinal e Jorge Cruz.


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fonte: ojogo.pt

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Tribunal d'O JOGO - taça Liga 2010/11, grupo A, 1ªjornada


Tribunal O JOGO: FC Porto 1-2 CD Nacional da Madeira

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria) / Assistentes: João Santos e Luís Marcelino / 4º Árbitro: Jorge Ferreira.


Dragão caiu sem interferência do árbitro

Houve um penálti assinalado e dois outros reclamados na noite em que o FC Porto perdeu pela primeira vez. Os especialistas de O JOGO são unânimes na análise do lance de que resultou o golo portista e na decisão de nada assinalar no caso de Guarín, dividindo-se apenas na apreciação da jogada de Sereno com Pecnik.



Momento mais complicado

88' Ficou por assinalar grande penalidade por falta de Sereno sobre Pecnik?

Jorge Coroado
+
Sereno jogou a bola na frente de Pecnik, e foi este que foi tropeçar no portista. O lance foi rápido, mas reconheça-se a legalidade do mesmo.

Pedro Henriques
+
Sereno entra em "tackle" deslizante sobre Pecnik. O facto é que, mesmo com diversas repetições, não é certo que tenha havido infracção, por isso dou o benefício da dúvida à decisão do árbitro.

Paulo Paraty
-
Televisivamente, não há evidências totais. Só o árbitro assistente número dois terá a melhor visão da situação, mas tudo leva a crer que Pecnik terá sido rasteirado no seu pé direito por Sereno.



Outros casos

1' Ficou por sancionar cotovelada de Bruno Amaro na cara de João Moutinho?
46' São justificados os protestos de Guarín, que fica a reclamar penálti de Luís Alberto?
62' É bem assinalada a grande penalidade por falta de Felipe Lopes sobre Walter?
86' A indignação que leva Hulk a ver o cartão amarelo justifica-se?

Jorge Coroado
-
João Moutinho procurou jogar a bola vindo de trás. O jogador do Nacional apercebeu-se e fez um movimento com o cotovelo na procura de João Moutinho. A lei é clara: vermelho e livre directo. O árbitro nada assinalou.
+
Não houve qualquer infracção do jogador do Nacional sobre Guarín. Nada há que apontar na acção do árbitro, neste caso.
+
O braço direito de Felipe Lopes puxou o ombro direito de Walter. Falta inequívoca para grande penalidade.
-
A falta que lhe foi assinalada não existiu. O jogador do Nacional disputou com vigor o lance e caiu. Os protestos não são admitidos, daí o cartão, apesar da falta mal assinalada.

Pedro Henriques
+
Bruno Amaro, no momento do salto, acaba por tocar em João Moutinho, de forma involuntária e sem qualquer infracção técnica ou disciplinar.
+
Luís Alberto já tinha a posição definida e ganha, e é Guarín que choca contra ele. Correcta a decisão do árbitro de nada assinalar.
+
Felipe Lopes, ao saltar, coloca a mão e agarra Walter, acabando por derrubá-lo. Correctas a decisão do assistente e a confirmação do árbitro.
+
Hulk agarra e comete falta e depois protesta a correcta decisão do árbitro com palavras e gestos, acção que mereceu o respectivo cartão amarelo.

Paulo Paraty
+
Não me fica a sensação de que tenha havido cotovelada. Há de facto o contacto do braço com a face de João Moutinho, mas não consigo inferir algum tipo de comportamento violento.
+
Os protestos dos jogadores nunca são justificados. Guarín apenas choca com Luís Alberto, que converge em simultâneo para a mesma bola e lhe ganha posição.
+
Sim. É claro que Felipe Lopes salta sobre Walter, impedindo-o de ganhar posição para atacar a bola. Boa ajuda do árbitro assistente e bem decidida a grande penalidade.
+
Repito que nada justifica as discussões dos jogadores face às decisões das equipas de arbitragem. Pareceu-me que Hulk, acabando a sofrer falta, empurra primeiro.



Apreciação global

Jorge Coroado
Num jogo que foi fácil, apesar do resultado, o árbitro revelou displicência e altivez. Minucioso umas vezes, como no caso do lance que antecedeu o intervalo, inconcebível, não o foi noutras ocasiões.

Pedro Henriques
Olegário Benquerença e a sua equipa fizeram uma arbitragem globalmente positiva e segura que controlou todas as ocorrências disciplinares e técnicas do jogo.

Paulo Paraty
A equipa de arbitragem acabou por ter uma falha importante, mas sem influência no resultado final. Não procurou interferir acima do nível do jogo e fez uma boa gestão disciplinar.



fonte: ojogo.pt

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Tribunal d'O JOGO - taça Portugal 2010/11, 4ª eliminatória



Tribunal O JOGO: Moreirense FC 0-1 FC Porto
Árbitro: Paulo Baptista (AF Portalegre) / Assistentes: José Braga e Luís Tavares.


Dois erros

Se no estádio o benefício da dúvida iliba Paulo Baptista dos dois lances polémicos em que errou - conforme se pode ler no Tribunal de O JOGO Hulk sofreu falta na área e o golo de Antchouet é legal - é do mesmo posto de observação que se conclui que tudo o mais foi pacífico. Até porque no capítulo disciplinar o árbitro de Portalegre tomou as decisões correctas, em especial quando resolveu com dois amarelos a discussão entre Castro e Guarín.




23' Há falta de Pintassilgo sobre Hulk passível da marcação de grande penalidade?

Jorge Coroado
-
Pintassilgo, qual passarão, empurrou Hulk. Mesmo que tivesse carregado, tinha-o feito ilegalmente, pois a carga não pode ser feita com violência ou com força bruta.

Pedro Henriques
-
Pintassilgo fez obstrução com contacto físico, desinteressando-se da bola e jogando apenas o jogador (Hulk). Infracção passível de grande penalidade.

45' Antchouet estava em fora-de-jogo no momento do remate de Castro?

Jorge Coroado
-
Antchouet estava em posição legal no momento do remate do colega, que Beto rechaçou. Maicon era o penúltimo defesa a validar a posição do moreirense.

Pedro Henriques
-
Um lance rápido e muito difícil de análise; o assistente deu indicação incorrecta de fora-de-jogo. No momento do remate, Maicon está a colocar Antchouet em jogo.



fonte: ojogo.pt

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 10ª jornada

 
Tribunal O JOGO: FC Porto 5-0 SL Benfica
Árbitro: Pedro Proença (Lisboa) / Assistentes: Bertino Miranda e Ricardo Santos.


Ficou só uma dúvida: podiam ter sido mais?

A noite do clássico que deu em goleada contou com uma arbitragem unanimemente elogiada pelos especialistas de O JOGO, que estão de acordo até no carácter de difícil juízo dos lances que deixaram o Dragão a reclamar penálti. O único assinalado é aceite por todos; nos outros dois lances, as opiniões dividem-se, e voltam a coincidir quando se trata da análise do cartão vermelho a Luisão, por cotovelada em Guarín.

Momento mais complicado

58' Salvio corta com a mão o remate de Varela, na área?

Jorge Coroado
-
O remate foi feito muito próximo e com força e Salvio, porventura, procurou defender o rosto, mas, na verdade, jogou a bola com o braço. Lance difícil de análise para o árbitro. Uma grande penalidade ficou por marcar.

Pedro Henriques
+
O movimento que Salvio faz com as mãos é no sentido de proteger o forte remate que ia na direcção do seu corpo, aceitando-se, assim, a decisão de não marcar grande penalidade.

Paulo Paraty
+
Não há ângulo de visão nenhum que nos garanta que Salvio joga, de facto, a bola com os braços. Ainda que jogasse com os braços, fica-me a sensação de que é para proteger a face e, na dúvida, fez bem Pedro Proença em deixar prosseguir o jogo.



Outros casos
3' Há fora-de-jogo de Belluschi no lance que trava Hulk?
66' Luisão é bem expulso, por cotovelada em Guarín?
70' Ficou por assinalar penálti de Javi García sobre Falcao?
78' É bem assinalado o penálti, na sequência do derrube de Fábio Coentrão a Hulk?

Jorge Coroado

-
Hulk estaria, eventualmente, fora-de-jogo, mas, não participou nem influenciou a jogada. O fora-de-jogo de Belluschi não tinha de ser assinalado.

+
Muito bem expulso. Agrediu ostensivamente, atingindo Guarín na zona do canal das migas, coisas que, obviamente, não se faz.

+
Falcao foi rápido e intempestivo, surpreendendo Javi García. Este, terá tocado no portista, mas, não de modo a considerar-se grande penalidade.

+
Fábio Coentrão, qual trapalhão, com o tronco, atropelou Hulk, prendendo-lhe as pernas e derrubando-o. Grande penalidade inquestionável.

Pedro Henriques

-
Belluschi, quando a bola lhe é passada, não está em fora-de-jogo, pois entre ele e a linha de baliza ainda tem dois adversários.

+
Luisão é expulso por falta grosseira (força excessiva ou brutalidade) contra o adversário. Na ocasião, deu uma cotovelada em Guarín.

+
Não. Há contacto físico natural, sem infracção, de dois jogadores que tentam interceptar a bola; correcta a decisão.

+
Fábio Coentrão rasteira Hulk dentro da área, cortando, desta forma, um ataque prometedor. Grande penalidade e advertência correctas.

Paulo Paraty

-
É um lance de muito difícil decisão, contudo, defenderei sempre que, em dúvida, os assistentes devem deixar prosseguir o jogo.

+
Luisão pratica uma falta grosseira. Atinge, com o cotovelo direito, o queixo de Guarín. Correcta a decisão de Pedro Proença.

+
Creio que não. Há, de facto, um contacto, ambos procuram a bola e, nesse contacto legal de corpo, Falcao acaba por se desequilibrar; correcta, a decisão.

+
Correctíssima a decisão. Coentrão agarra e rasteira Hulk no pé esquerdo, pelo que o penálti e o cartão amarelo são perfeitamente ajustados.



Apreciação global

Jorge Coroado
Excepção feita ao lance difícil ocorrido aos 58', pode considerar-se ter o árbitro efectuado uma arbitragem de mão cheia, muito semelhante ao resultado acontecido.

Pedro Henriques
Arbitragem irrepreensível de Pedro Proença, que está num grande momento de forma, contando, ainda, com preciosa ajuda dos seus árbitros assistentes.

Paulo Paraty
Cedo, Pedro Proença e a sua equipa começaram a afirmar-se e a dominar o jogo. Foram os intervenientes ao nível do grande clássico que é sempre o FC Porto-Benfica.



fonte: ojogo.pt

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Tribunal d' O JOGO - liga Europa 2010/11, Fase de Grupos

 
Tribunal O JOGO: FC Porto 1-1 Besiktas

Árbitro: Paolo Tagliavento (Itália) / Assistentes: Massimiliano Grilli e Gianluca Cariolato / 4º árbitro: Carmine Russo / Assistentes adicionais: Christian Brighi e Gabriele Gava.


Cinco não é melhor que três

Foi muito complicada a arbitragem de Paolo Tagliavento e dos seus quatro auxiliares. De tal forma que, no final do jogo, as duas equipas garantiam ter razões de queixa. Os turcos não viram falta de Arikan sobre Falcao no lance da grande penalidade que valeu o golo do FC Porto, e os portistas viram a bola dentro da baliza do Besiktas no lance de Rúben Micael. Junte-se à mistura as expulsões de um lado e do outro mais uma série de lances menores decididos ao avesso e o resultado é uma arbitragem polémica, que mais uma vez não mostrou haver qualquer vantagem na utilização dos tão badalados árbitros de baliza.



fonte: ojogo.pt

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 8ª jornada



Tribunal O JOGO: FC Porto 5-1 UD Leiria
Árbitro: Vasco Santos (AF Porto) / Assistentes: João Santos e Tomás Santos.


Penálti bem assinalado e um por marcar

Embora Paulo Paraty defenda que, em caso de dúvida, deve ser dada razão ao árbitro, Jorge Coroado e Pedro Henriques concordam que Vasco Santos esteve mal ao não assinalar grande penalidade favorável ao FC Porto, quando aos 20', Bruno Miguel empurrou Varela em plena área do Leiria. No outro lance polémico, os três especialistas consideram ter havido razões para assinalar grande penalidade a favor do Leiria.




Momento mais complicado

72' É bem assinalada a grande penalidade a favor do Leiria por falta de Fernando sobre Pateiro?

Jorge Coroado

+ A grande penalidade é bem assinalada. O empurrão começou fora, mas teve conclusão no interior da área. Castigo máximo impunha-se. O árbitro revelou foi dualidade de critérios, comparando com a análise feita no lance ocorrido aos 20'.

Pedro Henriques

+ Fernando empurra Pateiro pelas costas, apenas a dúvida se a infracção é cometida dentro ou fora da área. Mas como o futebol é dinâmico e em movimento, benefício total para a decisão do árbitro.

Paulo Paraty

+ A televisão auxilia-nos a ver que Fernando apenas utiliza o braço para empurar Pateiro. Poderá haver a dúvida se a falta é dentro ou fora da área de grande penalidade, mas começando fora acaba dentro. Correcta a decisão.



Outros casos

20' Há falta para grande penalidade cometida por Bruno Miguel sobre Varela?

39' Bruno Miguel entra sobre Varela. Justificava a exibição do cartão amarelo?

54' É justo o amarelo mostrado a Rolando por falta sobre o leiriense N'Gal?

67' Ficou por marcar falta a Falcao no roubo de bola a Mamadou Tall, na área do Leiria?


Jorge Coroado

- É indiscutível a falta praticada pelo leiriense. Empurrão pelas costas na área foi, é e será sempre grande penalidade. Erro grave.

+ Foi negligente na forma como abordou o lance, acabando também por sofrer falta. Qualquer das situações não impunha acção disciplinar.

+ Rolando agarrou de forma ostensiva N'Gal, impedindo-o de prosseguir. Advertência apropriada.

+ Foi uma disputa mais determinada e dinâmica, não havendo infracção. Bem analisado.

Pedro Henriques

- Bruno Miguel empurra, com o braço, as costas de Varela, acabando por derrubá-lo. Grande penalidade que fica por assinalar.

+ Tackle lateral feito de forma negligente, passível de livre directo, mas sem qualquer sanção disciplinar.

+ Uma entrada fora de tempo de Rolando que, já no chão, agarra a perna de N'Gal. Aceita-se a advertência, mas no contexto do jogo podia ter sido evitada.

+ Um contacto físico, dentro das leis do jogo, sem motivo para qualquer infracção.

Paulo Paraty

+ Apenas há carga de ombro (correcta) de Bruno Miguel na omoplata de Varela, que força a queda. Na dúvida, razão ao árbitro.

- Seria mais adequada a exibição do cartão amarelo. Entendo a decisão do árbitro, atendendo à correcção que até aí o jogo estava a ter.

+ Não será pelo tackle, em que mal toca no adversário, que Rolando viu o amarelo, mas por agarrar posteriormente N'Gal, impedindo um ataque prometedor.

+ Correcta a decisão do árbitro. Tal como no lance entre Bruno Miguel e Varela, apenas há contacto correcto com o ombro.



Apreciação global

Jorge Coroado

Num jogo de resultado tão desnivelado, o árbitro bem podia ter estado melhor, mas a competência é para quem a tem e não forçosamente para quem é profissional.

Pedro Henriques

Uma arbitragem sem influência no resultado, alicerçada em decisões maioritariamente boas e com uma boa prestação dos assistentes. Com o resultado desequilibrado, os erros ficam mais diluídos.

Paulo Paraty

Num jogo que não ofereceu dificuldades especiais, Vasco Santos manteve-se suficientemente discreto e distante, tal como os seus auxiliares, rubricando uma actuação sem problemas.



fonte: ojogo.pt

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, grupo L, 3ªjornada


Tribunal O JOGO: Besiktas JK 1-3 FC Porto
Árbitro: Carlos Clos Gómez (Espanha) / Assistentes: Juan Galindo e Luís Martinez / Assistentes adicionais: Javier Fernandez e José Romero / 4º árbitro: Ignacio Villanueva.

Um zero à esquerda

Carlos Clos Gomez fez um trabalho miserável ontem, mostrando à saciedade que a multiplicação de árbitros não pode resolver questões de mera incompetência. Anulou um golo a Falcao por alegada falta que não parece existir. Expulsou Maicon na sequência de um lance dividido, embora esse seja o menor dos seus pecados. Deixou por assinalar uma grande penalidade clara sobre Falcao instantes depois, mandando o FC Porto para o intervalo com um golo e um jogador a menos. Errou menos na segunda parte, mas já tinha borrado a pintura de forma indelével na etapa inicial. Mau demais.


fonte: ojogo.pt

domingo, 17 de outubro de 2010

Tribunal d'O JOGO - taça Portugal 2010/11, 3ª eliminatória


Tribunal O JOGO: FC Porto 4-1 AD Limianos
Árbitro: Cosme Machado (Braga) / Assistentes: Fernando Pereira e Inácio Pereira.


Golo mal anulado

Por indicação do assistente, Cosme Machado anulou mal um golo a James Rodríguez, que não estava em fora de jogo quando cabeceou. Disciplinarmente, ainda que o jogo tenha sido correcto, o árbitro parece ter acertado nos cartões distribuídos, incluindo o que determinou a expulsão de Zé Manel.



fonte: ojogo.pt