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domingo, 13 de janeiro de 2013

Antevisão do Jogo - SL Benfica x FCPorto - Liga Zon Sagres


Vítor Pereira antecipou esta sexta-feira o jogo da Luz, mostrando confiança ilimitada nas capacidades dos seus jogadores. Sem revelar se Izmaylov se poderá estrear com a camisola dos Dragões, o treinador assume que o jogo será "muito complicado para o adversário" e que quer impor o futebol habitual do FC Porto.
 
Izmaylov vai ser convocado para o jogo da Luz?
Vão ter de esperar para ver se Izmaylov é convocado ou não. É um jogador que se enquadra perfeitamente no nosso jogo, muito técnico, com capacidade de decisão, que gosta de ter bola, que se enquadro no nosso jogo de posse, técnico, de talento.

 
Izmaylov teve mais baixos do que altos, isso não o preocupa?
Absolutamenbte nada. Vi Izmaylov a treinar bem, com qualidade. Pelo que vejo, é um jogador motivado, a querer mostrar a sua qualidade.

 
Izmaylov chega em condições de competir?
Se lhe responder já lhe estou a dizer se estou a contar com ele ou não. Izmaylov é um jogador de grande qualidade, que nos vai ajudar e nós também o vamos ajudar a que volte a atingir um grande nível. Pode acrescentar mais qualidade à que já temos.

 
Este jogo vale mais do que três pontos?
Vale três pontos, como valeu três pontos o jogo anterior, com o Nacional. São três pontos que queremos conquistar, tenho a certeza absoluta que não será um jogo fácil para o adversário, apesar de jogar em casa. Será um jogo técnico, acreditamos no nosso jogo, independentemente de ser com A, B ou C, vamos de certeza absoluta de jogar com a nossa identidade, vamos confiantes, acreditamos no nosso trabalho e vamos para conquistar os três pontos.

Jorge Jesus disse que o Benfica tinha a vantagem de estar em todas as competições…
Sinceramente, relativamente a essa afirmação têm de perguntar ao treinador do Benfica, eu pelo menos não conheço o adversário do Benfica na Liga dos Campeões.

 
A ausência de James é um problema?
Não vamos poder contar com o James, infelizmente para nós, que é um jogador de talento. O que nós temos e nos transmite confiança total é a equipa. O essencial é a nossa identidade, jogarmos como queremos, impor a nossa forma de jogar. Sinceramente, não estou preocupado, conto com aqueles que estão em condições de jogar e tenho confiança naqueles que vão jogar no domingo.

 
O empate já será para si um bom resultado?
Nós estamos num clube extremamente exigente, um clube em que o grau de exigência não nos permite pensar em empates. Não estou a ver a nossa massa associativa a receber-nos com aplausos depois de sermos eliminados da Liga dos Campeões. Conheço os objectivos do clube, não podemos ir à Luz nem a lado nenhum com o objectivo de vir de lá com um empate. Sou ambicioso e não vamos alterar absolutamente nada e vamos ser exigentes connosco e assumirmos as coisas quando tivermos de assumir.

 
No ano passado falou em bloqueios, teme que isso volte a acontecer?
Li muitas vezes que o campeonato foi decidido com um golo do Maicon em fora de jogo. Vejo sempre branqueado o jogo de voleibol do Cardozo que nos daria um penalti e os bloqueios que prejudicaram todas as equipas. Agarrar ou impedir movimentos deve ser penalizado. Espero um árbitro atento a essa forma ilegal de conseguir oportunidades de golo. Vou estar atento e se tiver de falar falo, isso de certeza absoluta.

 
Moutinho vai poder jogar?
Têm de aguardar pelo convocatória.

 
A ausência de James altera a forma de jogar da equipa? O FC Porto tem vantagem mental nestes jogos com o Benfica?
Em relação ao James, é um jogador importante, tem muita qualidade, um talento que o diferencia. Por isso é que já é de um nível muito alto, com a idade que tem. Nós valemos pelo colectivo e é com essa forma de trabalhar o jogo que nos apresentaremos na Luz. Pode alterar uma ou outra nuance em termos de movimento, mas nada mais do que isso. Relativamente à questão mental, este jogo vem numa altura, num contexto engraçado. Normalmente quando vamos à Luz, o Benfica está num momento de forma altíssimo, a jogar um jogo espectacular, o melhor em Portugal. Tem sido esse o contexto que nós temos quando vamos jogar à Luz, mas, se calhar por ironia do destino, os resultados são o que são. O Benfica está sempre em grande forma, mas o Porto chega à Luz impõe o seu jogo, o seu futebol e ganha. É mais uma história que se vem repetindo, a avaliar pelas críticas.

 
O que acha de Jorge Jesus? Qual o impacto do jogo em caso de vitória ou derrota?
Reconheço competência e qualidade no trabalho de Jorge Jesus. Já reconheci uma vez que estive mal e fiz uma avaliação em que não fui correcto. Pessoalmente já lhe pedi desculpa por esse momento. Tem a sua ideia de jogo, julgo que é um técnico competente. Estrategicamente estar a antever um cenário que não seja positivo é errado da minha parte. Não posso estar aqui a falar em vitória, em impor o nosso jogo e depois estar a falar no cenário virtual de derrota. Acredito que chegamos à Luz e vamos assistir a um grande jogo, muito complicado para o adversário, isso podem ter a certeza absoluta.



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

E faz hoje 2 anos!


Esta foi a noite em que o FC Porto conseguiu uma das maiores vitórias de sempre sobre o rival lisboeta, humilhando a águia com um histórico 5x0, deixando por terra o campeão nacional e destroçando as ambições de Jorge Jesus revalidar o título, conquistado meses antes, com classe e inegável superioridade... Uma noite de sonho para o Dragão, um pesadelo muito díficil de esquecer para a águia...

Nos bastidores do grande jogo

Era verdade que o FC Porto caminhava seguro na liderança, apenas um empate cedido e quatro golos sofridos, apresentando a mais sólida das candidaturas ao título, enquanto do outro lado da barricada estava o Benfica, campeão em título, ainda abalado pelos maus resultados das primeiras jornadas, que haviam deixado a águia a uns impensáveis sete pontos de distância dos dragões, mas antes do jogo, e apesar da diferença pontual na classificação, ninguém imaginaria tal desfecho.

Jorge Jesus relativizava a distância, mas os sinais que chegavam da Luz eram dissonantes. Uns apontavam as arbitragens, outros tantos culpavam os deslizes do guarda-redes Roberto, alguns apontavam o dedo às mudanças que o treinador operara na equipa de um ano para o outro. Na cabeça dos benfiquistas pairava ainda o resultado da derrota às mãos dos portistas na Supertaça, realizada no princípio da época.

André Villas-Boas, por sua vez, comandava uma armada segura da sua rota, aguardando calmamente a visita do grande rival, ciente que a vitória podia selar o destino do campeonato, somente com dez jornadas realizadas...
«Em equipa que ganha não se mexe», e Villas-Boas limitou-se a trocar o lesionado Fernando pelo colômbiano Guarin, enquanto o treinador dos encarnados decidiu alterar a equipa, fazendo sentar Saviola no banco, fazer subir Fábio Coentrão para extremo, deslocar o central David Luiz para a esquerda, e chamar à titularidade o pouco utilizado Sidnei.
Varela abre as hostilidades
O jogo em si não teve muita história... Marcava o relógio onze minutos, quando Hulk avançou pela direita e fez o que quis de David de Luiz, centrou para o meio da área, onde Varela, sem oposição, inaugurou o marcador.
Aos 23 minutos, novamente do lado esquerdo da defesa encarnada, Belluschi bailava à frente de um atarantado David Luiz, antes de colocar a bola no centro da área, onde Radamel Falcao finalizava com um sublime toque de calcanhar, perante um Luisão ajoelhado, uma imagem prenunciadora do que seria o Benfica nessa noite de pesadelo na «Cidade Invicta». 

Com o adversário na mão, o FC Porto avançou para a jugular. 28 minutos decorridos e novamente Belluschi a avançar pela direita, chamou a si Sidnei e Luisão, de David Luiz nem rasto, centrou para trás onde Radamel Falcao, de primeira, fuzilou com o pé direito, um inconsolável Roberto.
O Dragão explodia de felicidade, Jorge Jesus cruzava os braços, o rosto pesado dos suplentes benfiquistas deixava antever o terror que ainda estava por vir...
Jesus tenta, Luisão não deixa
Ao intervalo, Jesus emendou a mão, procurando equilibrar a equipa, e quiçá a reviravolta histórica. O Benfica tinha sido uma absoluta nulidade no primeiro tempo, e o treinador, ciente disso, não teve medo de reconhecer o erro e voltou à forma inicial. Mandou avançar Gaitan para o lugar de Sidnei, Coentrão voltava para a esquerda, Luiz voltava a fazer dupla com Luisão. 
O Benfica reentrou melhor, os jogadores, de volta ao seu habitat natural, sabiam o que tinham de fazer, e o que era esperado deles. Não surpreendeu ninguém o domínio benfiquista, e David Luiz esteve muito perto de reduzir a diferença. 
Todavia, aos 66 minutos, cansado de ouvir olés da bancada portista, Luisão perdeu a calma e tenta agredir Guarin. Pedro Proença não hesitou e mandou o brasileiro para a rua. O Benfica perdia por 3x0, ficava com menos um e perdia a liderança. Jesus percebeu que não havia mais nada a fazer e recuou linhas.
Villas-Boas sentiu que podia fazer história, Hulk compreendeu melhor que ninguém a ideia do treinador, e avançou sobre os encarnados. Em mais um lance de um para um, e novamente pela direita, Coentrão travou o brasileiro, e o incrível não se fez rogado e fez o 4x0 da marca de grande penalidade.
Antes de correr o pano sobre o clássico, Hulk voltaria a fuzilar Roberto, com um remate cruzado da direita. O Benfica caía com estrondo e o Porto ficava com o caminho livre para o título que viria a celebrar na casa do rival...

domingo, 7 de outubro de 2012

F.C.Porto 2-0 Sporting . Golaço de Jackson lança festa no Dragão!

FC Porto 2-0 Sporting

Liga 2012/13, 6.ª jornada.
7 de Outubro de 2012.
Estádio do Dragão, no Porto.
Assistência: 38.909 espectadores.

Árbitro: Jorge Sousa (Porto).
Assistentes: Bertino Miranda e Rui Licínio.
Quarto árbitro: Renato Gonçalves.

FC PORTO: Helton; Danilo, Maicon, Otamendi e Alex Sandro; Fernando, Lucho e João Moutinho; Varela, Jackson Martínez e James.
Substituições: Maicon por Mangala (17m), Varela por Atsu (66m) e Lucho por Defour (75m).
Não utilizados: Fabiano, Castro, Kleber e Kelvin.
Treinador: Vítor Pereira.

SPORTING: Rui Patrício; Cédric, Boulahrouz, Rojo e Insúa; Cshaars, Elias, Pranjic; Izmailov, van Wolfswinkel e Carrillo.
Substituições: Izmailov por Adrien (60m), Rojo por Jeffren (75m) e Elias por Viola (85m).
Não utilizados: Boeck, Xandão, Rinaudo e André Martins.
Treinador: Oceano Cruz.

Ao intervalo: 1-0.
Marcadores: Jackson Martínez (10m) e James (84m, pen.).
Cartão amarelo: Lucho (24m), James (26m), Schaars (34m), Carrillo (40m), Fernando (40m), Izmailov (51m), Pranjic (65m), Adrien (67m), Rojo (69m e 72m), Boulahrouz (83m), Elias (83m) e van Wolfswinkel (88m).
Cartão vermelho: Rojo (72m).

Liga de regresso ao Dragão e com o primeiro clássico da Época 2012-2013. O FC Porto a receber um Sporting fragilizado após vergonhosa derrota que mais parecia de videojogos. A suceder a isso mudança de treinador que podia influenciar a atitude dos jogadores leoninos. Esperava-se um Porto digno da grande atitude que colocou no jogo da Champions a meio da semana, num 11 igual no qual Vítor Pereira entendeu não mexer.

Primeira grande oportunidade de golo para o Porto aos 7 minutos, após Jackson beneficiar de um ressalto de bola em Lucho, e isolado permite a defesa de Rui Patrício.

Estava dado o aviso para o que viria a ser realidade 3minutos depois. Construção apoiada do Porto e Danilo após movimento interior descobre Jackson solto na área e o resto é magia... o colombiano recebe de costas para a baliza e ao segundo toque de calcanhar envia a bola para o 1-0 com um golaço no Dragão, mais um.

O bom inicio do Porto ficou a dever-se novamente à enorme pressão exercida em zonas próximas da área adversária sem deixar o adversário jogar e receber com espaço. Pouco depois momento de azar para a equipa com a lesão de Maicon a obrigar à substituição por Mangala. Seria necessário ajustar e definir rapidamente rotinas com Otamendi.

Nos segundos 15 min da 1ª parte coincidindo com a saída de Maicon, o Porto baixa os indicies de pressão sobre o portador da bola permitindo ao Sporting ligar algumas jogadas ofensivas, sem no entanto criar algum perigo.

Não o costumo fazer e quem lê os meus posts sabe muito bem disso... mas faço aqui um parênteses para qualificar a arbitragem de Jorge Sousa uma vergonha no critério disciplinar, sempre prejudicando os azuis e brancos.

Até ao final da 1ª parte nada a digno de registo com o resultado justo no final dos primeiros 45’.

Reinício do encontro com os mesmos 11 de cada lado. Novamente entrada forte do Dragão em busca do 2-0 que trouxesse mais tranquilidade à equipa. Aos 55’ grande penalidade por mão na bola de Cedric e Lucho desperdiça rematando ao poste. Varela já estava a mais em campo, a complicar o jogo, raramente mudava de velocidade e não definia da melhor forma os lances ofensivos que passavam por ele. Esteve 10’ a mais em campo, pois aos 65’ temos a entrada de Atsu para o lugar do internacional português.

Com a entrada do jovem portista que tem realizado boas exibições o nosso jogo voltou a ter mais dinâmica e velocidade.

Aos 69 e 71 minutos 2 cartões amarelos para Rojo que deixou o Sporting a jogar com 10. Diga-se que justíssimos, sem contestação. Última substituição no Porto, com a saída de Lucho e entrada de Defour à passagem dos 75’. James passou a jogar numa zona mais central, mais próximo de Jackson procurando a falta de um elemento adversário nesse corredor.

Como um azar nunca vem só, nova lesão desta feita em Alex Sandro que deixava de novo o jogo 10x10. Uma exibição intermitente, a permitir ao adversário manter-se vivo no jogo.

82 minutos – momento decisivo no jogo – grande penalidade mais uma vez a dar oportunidade a James para fazer o 2-0 e este não desperdiça.

Até final o ritmo baixou, sempre com o Porto a gerir a bola até ao apito final do árbitro da partida.

Não foi um jogo de encher o olho, alguns bons momentos contra uma equipa que lutou muito na tentativa de apagar a má imagem de jogos anteriores. Num clássico o mais importante são os 3 pontos, ainda para mais mantendo-nos colados na liderança da Liga.

Melhor em campo: Jackson Martinez – pelo golo, pelo que trabalhou e pela qualidade técnica demonstrada mais uma vez.



DECLARAÇÕES

Vítor Pereira:

“Depois do jogo de quarta-feira com o Paris Saint-Germain, voltamos a ter uma partida que exigiu da nossa parte consistência do ponto de vista defensivo. Em termos ofensivos, tivemos alguns momentos de qualidade e outros em que apelámos à nossa organização. A equipa revelou isso tudo. Estou satisfeitíssimo com a equipa, a massa associativa e as nossas claques, que bem merecem este triunfo”, afirmou o treinador.

Vítor Pereira admitiu que o FC Porto entrou bem no encontro, mas que depois o Sporting o “dividiu”. “Quando criou uma ou outra situação, revelou-se o guarda-redes de grande nível que temos e que nos garante tranquilidade. Recordo-me de duas situações em que o Helton interveio bem. Depois, na parte final, se tivéssemos definido melhor as situações de finalização que tivemos podíamos ter feito mais dois ou três golos. Mas julgo que isso seria muito penalizador para o Sporting, que se bateu bem, tem qualidade e que nos obrigou a trabalhar muito”, declarou.

A propósito da entrada em campo de Atsu, Vítor Pereira elogiou a exibição do ganês mas também a de Varela, considerando ainda que os lances de grande penalidade e a expulsão de Rojo foram bem avaliados. Para além disso, referiu que preferia continuar a trabalhar com a equipa completa nos próximos dias, o que não será possível face aos compromissos das selecções nacionais.

Evitando comparações com a situação dos azuis e brancos há um ano atrás, Vítor Pereira fez uma análise sucinta. “Sinto a equipa coesa, ligada e isso satisfaz-me. Os triunfos dão-nos confiança, fazem-nos acreditar no trabalho que estamos a fazer e na nossa ideia de jogo. Evidenciámos consistência defensiva, criámos situações, marcámos algumas e deixámos golos por marcar. Queremos crescer como equipa, melhorar a nossa pressão, a capacidade defensiva e a dinâmica ofensiva”.

sábado, 6 de outubro de 2012

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Sporting - Liga Zon Sagres


Vítor Pereira limitou as suas considerações sobre o peculiar momento de forma do adversário mas admitiu estar à espera de um Sporting “com vontade de criar dificuldades” aos Dragões no clássico deste domingo. O objectivo do FC Porto, claro está, é contornar os obstáculos e somar mais três pontos, mas, para isso, “a equipa terá de estar ao seu melhor nível”.

O que vai pedir aos seus jogadores para este clássico?
Vou pedir aquilo que peço para todos os jogos: total concentração, qualidade e qualidade colectiva, pois aí a qualidade individual também sobressai. O colectivo tem de vir sempre em primeiro lugar.

Que tipo de Sporting espera ver no Dragão?
Não acredito, sinceramente, num Sporting que tenha dois jogos maus consecutivos e ontem, para a Liga Europa, tiveram um. Acredito que os jogadores do Sporting vêm com o orgulho ferido e vão querer mostrar que estão vivos e que têm capacidade para dar a volta a este tipo de situação. Acredito num Sporting que vem para criar problemas, uma equipa unida que vem fazer o seu jogo e procurar ganhar o jogo e criar dificuldades.

Mas não será o Sporting mais frágil dos últimos anos?
Eu como vejo o futebol como um todo não acredito na responsabilidade única dos treinadores, acredito na responsabilidade conjunta de um clube. Assim como nas vitórias a responsabilidade não é do treinador, nos momentos maus a responsabilidade não é só do treinador mas inclui o treinador. Nas vitórias e nas derrotas, nos bons e maus momentos, a responsabilidade tem de ser assumida por toda a gente, porque nos triunfos também se assumem méritos. O Sporting é um clube grande e, depois de um jogo menos conseguido lá fora, vem ferido, vem a querer dar a vida e a correr, correr, correr pelo resultado positivo.

Ainda assim, preferia um Sporting com Sá Pinto ou sem Sá Pinto?
Sinceramente, é-me indiferente. É-me indiferente porque não é um problema do meu clube nem é um problema meu. O que eu sei é que vem cá a equipa do Sporting e vem para honrar o clube, vêm feridos no seu orgulho e vêm para fazer, com certeza, um grande jogo.

Em relação a Danilo, que disse esta semana que pretendia jogar mais e de preferência no meio-campo, como responde?
Já conversamos. Ainda hoje conversamos sobre isso. Ele sabe bem o que eu pretendo dele e sabe que vai jogar onde a equipa necessitar e onde o seu treinador entender que é mais útil. Como é um jogador com qualidade e humilde, o Danilo compreende isso perfeitamente.

A equipa tem apresentado algumas oscilações de rendimento consoante os adversários e mostrou alguma apatia frente ao Olhanense, Gil Vicente e neste último jogo da liga com o Rio Ave, em contraponto com outros jogos, como o desta quarta-feira. Tem alguma explicação para essas oscilações?
Em primeiro lugar, não concordo com essa apreciação. Falou-me dos jogos com o Olhanense, Gil Vicente e Rio Ave: o Olhanense é um adversário muito agressivo, mas viemos de lá com uma vitória e só ganhamos porque fomos equipa. Não acredito que qualquer um dos ditos grandes chegue a Olhão e venha de lá com uma grande exibição e sem sentir grandes dificuldades. Quanto aos outros dois jogos, já tenho de concordar porque não fiquei nada satisfeito. Particularmente no encontro com o Rio Ave, considero que a equipa, a ganhar 1-0, não pode gerir o jogo com um resultado tão curto. O 1-0 é um resultado perigoso, que obriga à procura do segundo golo e, aí sim, permite gerir o jogo de outra forma. Em Vila do Conde não o fizemos, baixamos o ritmo e os índices de agressividade. A ganhar 1-0 deitamo-nos à sombra do resultado e fomos penalizados, do meu ponto de vista justamente.

Tem aí um problema de motivação? Nos jogos mais “a doer”, como com o PSG, o comportamento da equipa tem sido totalmente diferente...
Depende. Jogámos com o Beira-Mar e o Vitória de Guimarães e jogámos com qualidade. Se nós treinadores tivéssemos a solução para todos os problemas, se tivéssemos a palavra mágica que os fizesse jogar sempre da forma como jogaram no último jogo, esse seria o melhor treinador do mundo e teria encontrado a poção mágica para que os jogadores entrassem sempre com a mesma abordagem mental. O que eu tento fazer é colocar os jogadores dentro desse chip mental que o jogo vai obrigar, mas por vezes há correspondência e outras vezes acontecem coisas destas, que a mim - e a eles próprios também – não agrada. Temos é de trabalhar no sentido de que isto não volte a acontecer, porque quando estamos agressivos e com um ritmo forte, os adversários têm grandes dificuldades em acompanhar o nosso jogo. Se essa agressividade não for evidente e o ritmo for baixo, estamos a dar trunfos ao adversário para nos contrariar e estamos a colocar-nos a jeito porque, hoje em dia, nesta liga, todas as equipas são organizadas. Se nos colocarmos a jeito acontece o que aconteceu em Vila do Conde, sofremos dois golos de repente, dois golos que surgiram em poucos minutos e sem percebermos bem como, e fomos confrontados com um resultado negativo. Mas aí, tenho de o reforçar também, a equipa soube ser grande, soube ir atrás do resultado e conseguir o empate; mas não é uma situação que nos agrade e temos de evitá-la no futuro.

O Sporting ainda só conseguiu vencer dois jogos esta época. O FC Porto apresenta-se como claro favorito para este clássico?
Nunca vi um clássico em que houvesse um claro favorito. Clássico é clássico e as equipas motivam-se por isso e é sempre uma incógnita o que o jogo vai dar. O que eu quero ver no domingo é a minha equipa fiel a si própria, percebendo claramente quais são os seus argumentos, o seu padrão de jogo, Com as nossas ferramentas, com o nosso modelo bem definido, vamos procurar impor o nosso jogo com agressividade, defensiva e ofensivamente, e um ritmo forte. É para isso que trabalhamos neste ano e alguns meses, para jogarmos com qualidade e segundo a nossa identidade. O Sporting não vai de certeza estender a passadeira para os jogadores do FC Porto passarem alegremente. Vai ser um jogo duro, um jogo difícil e para estarmos ao nosso melhor nível para vencer.

Depois da exibição que rubricou com o PSG, James Rodríguez está numa fase de maturidade óptima?
O James, independentemente da sua qualidade, que é muita, e do seu talento – que todos podem avaliar, porque é evidente -, não joga sozinho. Gostava que fossem evidenciados, para além do James, todos os outros jogadores que contribuíram para um grande jogo. Apesar do James ter feito um golo de excelência, vi comportamentos de excelência da maioria, se não de todos os jogadores que estiveram em campo e gostava de vos ver [jornalistas] a salientar mais a equipa e outros jogadores e não o começarem a criar, como criaram com o Hulk, uma falsa dependência. Dizia-se que sem o Hulk o FC Porto não andava, não tinha pernas, não tinha qualidade e, muitas vezes, foi dessa forma que fomos buscar forças. O FC Porto não era só o Hulk nem é só o James, é uma equipa, uma equipa forte, que tem, de facto, talentos individuais que sobressaem num ou noutro jogo. Não comecem a criar uma onda, senão começo a ouvir que o FC Porto depende do James e isso é totalmente falso.

Com o PSG, o Fernando já jogou a tempo inteiro. De que forma isso foi importante para a grande exibição conseguida?
Tivemos o Fernando a tempo inteiro porque temos um departamento médico que, se não for o melhor da Europa, é, seguramente, um dos três melhores da Europa, com profissionais de grande nível. Por isso tivemos um Fernando de grande nível, que nos ajudou bastante com toda a sua qualidade.

Voltando ao Sporting, que tem menos 24 horas de descanso do que o FC Porto. Acha que isso pode influenciar o resultado do clássico?
Não, porque há mais do que tempo para preparar o jogo. Aqui, são os níveis motivacionais que vão fazer a diferença. Nenhuma equipa vai ter problemas do ponto de vista físico, porque estão habituadas a este ritmo e jogar a meio da semana, ao fim-de-semana, a meio da semana. Isso é que permite impor um ritmo mais forte nos próprios jogos e dá aos jogadores 90 minutos de ritmo elevado.

Jorge Sousa é o árbitro designado para o encontro. Que comentário lhe merece?
Eu acredito plenamente em todos os árbitros e na competência das pessoas e não acredito que um árbitro vá mal intencionado para um jogo. Agora, como eu às vezes tenho boas opções ou opções que não saem como eu pretendo, como a equipa faz grandes jogos ou jogos menos conseguidos, e é natural que o meu trabalho, o da equipa e dos jogadores seja avaliado, também é natural que eu pontualmente sinta necessidade – e espero bem que não e quanto menos, melhor – de avaliar o trabalho do árbitro, com respeito e sem colocar em causa a personalidade do homem e a honestidade da pessoa. Aí farei os meus reparos e a minha avaliação. Acho isso totalmente justo, porque é assim que eu sou avaliado vejo o meu trabalho julgado todas as semanas. Não sendo necessário fazê-lo, melhor, porque quer dizer que o árbitro foi competente e que passou à margem do protagonismo, já que o protagonismo é para os jogadores, não para os árbitros nem para os treinadores.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Agora é pensar no jogo de Domingo


Depois da grande vitória do Futebol Clube do Porto frente aos milionários do P$G com o golo da vitória a ser apontado por James Rodríguez, o Porto regressa ao trabalho para o grande clássico frente ao Sporting. Penso que são estes jogos grandes que motivam a equipa e que nos levam ao sucesso e espero que o Porto repita a exibição frente ao Sporting. James merece sem dúvida o lugar de titular deixado por Hulk, e que para nós James já começa a ser considerado um Messi ou até mesmo um Cristiano Ronaldo e veremos se Vítor Pereira começa a apostar nele e em Atsu, porque ambos são jovens e têm um potencial enorme.

É um post curtinho mas que basicamente diz tudo.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

O dia em que as atenções mudam!

Hoje o dia e o destaque não está virado para o futebol português, mas sim para o futebol espanhol, onde hoje mais uma vez para a história se encontra Barcelona x Real Madrid. Faço este post porque quero que um treinador português chamado José Mourinho e que conta com jogadores que já passaram pelo FCPorto ganhem e aproveito este post para falar do jogo para logo. Barcelona x Real Madrid é o maior clássico do mundo, e desta vez o encontro é disputado para a Supertaça Espanhola. 

O ' El clásico ' tem concentrado as atenções do futebol mundial nos últimos 3 anos ( ano em que José Mourinho veio para o Real Madrid ) , ( superando mesmo alguns embates de gigantes na Champions League e na Europa League ), futo não só da disputa coletiva ( o Real apesar de ter ganho a Liga Espanhola, ainda não quebrou a hegemonia que pertence ao Barça há 6 anos ), mas principalmente dos duelos individuais: Messi-Ronaldo ( este jogo poderá ditar quem é o próximo vencedor da Bola de Ouro ( nesta fase tudo joga a favor e contra ) e será interessante para percebes se Tito Vilanova dará continuidade à serie de Guardiola e se conseguirá travar Mourinho). 

Prognósticos: Quem irá decidir a partida? Conseguirá Cristiano Ronaldo marcar mais uma vez em Camp Nou? Encontro decisivo para a atribuição da Bola de Ouro: além de Messi e Ronaldo: Casillas e Iniesta também podem somar alguns votos?

Hoje joga-se a 1ª mão da supertaça, a 2ª mão irá disputar-se no Santiago Bernabéu.

E pronto fica aqui um post dedicado aos principais jogos do campeonato de espanha, e que hoje foi uma exceção. Agora digam os vossos prognósticos para logo caros leitores.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Record vai virar de rumo?

Como toda a gente sabe, e salientámos isso, o Record é um jornal sportinguista, como sempre maior parte das vezes, faz quase sempre manchete ao Sporting. Entretanto no sábado jogou-se o primeiro clássico de 2012, Sporting x F.C.Porto, que terminou empate a zero golos, resultado que não favorece o FCPorto e que fica muito pior para o Sporting visto que o Benfica ganhou à U. Leiria por 0-4 e é lider, visto que o FCPorto terá de vencer o campeonato.

Curioso e como podem reparar na manchete do jornal Record de ontem, tem como destaque o clássico de sábado mas o que chama a atenção dos caros leitores tem como título: " Águia agradece " ! Mas o que vem a ser isto? 


Apesar de serem um jornal do Sporting, já estão a rumar para outro e vai ficar um jornal benfiquista?

Era bom que não, porque benfiquistas já nos chegam e gostámos muito de Fair - Play. Agora não gostámos de ver não fazer um título sobre o jogo mas sim dizer que o Benfica agradece, isso não!!!

domingo, 8 de janeiro de 2012

Sporting 0-0 F.C.Porto . Faltou o golo.....


O clássico que esta noite opôs o Sporting de Domingos Paciência ao FC Porto de Vítor Pereira terminou sem golos e com cada equipa a levar apenas um ponto no bolso, depois de um jogo sem grandes oportunidades. A rir-se fica o Benfica que se vencer amanhã o União de Leiria se isola no primeiro lugar da Liga.

O Sporting até começou ligeiramente melhor, com mais posse de bola e mais controlo do jogo, enquanto o Porto ficava mais na expectativa, na esperança de aproveitar, em contra-ataques rápidos, os espaços criados nas costas da defesa leonina. A partida, no entanto, tornou-se muito mastigada no meio-campo, onde Domingos Paciência apostou no reforço Renato Neto, que com apenas alguns dias de trabalho no grupo verde-e-branco, foi aposta na equipa inicial.

A principal jogada de perigo no primeiro tempo surgiu da cabeça de Anderson Polga, que na sequência de um canto atirou com muito perigo para as redes dos dragões, mas Helton com uma defesa extraordinária segurou o empate com que as equipas desceram para os balneários.

Na segunda parte o jogo abriu um pouco mais, quer pelo facto de Domingos paciência ter dado mais criatividade ao meio-campo, colocando Matias Fernandez no lugar de Renato Neto, quer pela liberdade de João Moutinho e Belluschi ganharam, sem esquecer o afrouxar das malhas defensivas de ambas as equipas: com o passar do tempo ia-se jogando mais com o coração que com a cabeça, num jogo de parada e resposta, mas sem jogadas de perigo iminente.

A bola surgia perto das duas áreas, mas por atabalhoação dos avançados (Van Wolfswinkel teve noite desinspirada e Hulk foi obrigado a desgastar-se em sprints constantes, ele que jogava sozinho na frente de ataque dos azuis-e-brancos) ou desempenhos seguros dos dois guarda-redes, numa se gritou golo em Alvalade – os adeptos do Porto ainda o fizeram por uma vez, mas a jogada em que Hulk coloca a bola no fundo das redes leoninas foi anulada por fora de jogo.

Perto do fim, Izmailov (que regressou aos relvados, para gáudio da plateia) ainda desperdiçou oportunidade soberana, e já com Helton batido quase cumpria a tradição de marcar aos dragões, mas deixou que Álvaro Pereira cortasse a bola em cima da linha.

Numa partida em que nenhuma das equipas sai satisfeita, é o Benfica quem fica mais feliz com o resultado.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Antevisão do jogo - Sporting x F.C.Porto - Liga Zon Sagres


O FC Porto vai ao terreno do Sporting defender a liderança da Liga e, para isso, terá de manter o nível apresentado nas últimas partidas. A análise é de Vítor Pereira, que falou esta quinta-feira em conferência de imprensa, abordando toda a actualidade portista. O treinador está ciente da importância do encontro para os Dragões, mas sublinhou que "num clássico todos têm a suas responsabilidades".

Atendendo à tabela classificativa, este jogo é importante para o FC Porto e fundamental e decisivo para o Sporting?
No que nos diz respeito, é um jogo importante, no que toca ao Sporting terá de perguntar ao Domingos. Queremos manter-nos na liderança e por isso queremos ganhar.

Que ilações tirou do jogo do Sporting em Vila do Conde, a que assistiu?
Fiz uma análise, como faço para qualquer adversário. Fizemos o nosso trabalho normal durante a semana.

O que espera do jogo?
Penso que será um jogo intenso, de qualidade, e é isso que espero da minha equipa. E penso que o Sporting estará dentro da mesma matriz.

Como está a equipa?
Trabalhámos bem durante a semana. Temos de jogar ao nível do que vínhamos fazendo nos jogos anteriores para obter um bom resultado.

As declarações de elementos do Sporting parecem ir no sentido de passar a pressão para o lado do FC Porto, que é o campeão em título. Como encara o clássico?
Sabemos a importância deste jogo. Queremos ganhar e preparamo-nos para isso. Relativamente à pressão… Queremos ganhar os três pontos, o Sporting também. Num clássico todos têm a suas responsabilidades. Estamos focados na nossa equipa e em ganhar o jogo.

Uma derrota afasta o Sporting do título?
Essa é uma questão que não me diz respeito. Ainda faltam muitos jogos, mas claro que o Sporting ficaria a uma distância considerável, provavelmente das duas equipas que vão à frente. Porém, o Domingos é que terá de responder a isso. A nós compete-nos trazer os três pontos e continuar na liderança.

Este jogo surge numa boa altura da época? Vai contar com o Djalma em Alvalade?
Relativamente à primeira questão, já manifestei a minha opinião. Deve haver uma paragem de Natal, porque Portugal é um país católico, mas na passagem de ano isso não se justifica. Tivemos uma semana de trabalho, adaptámo-nos à realidade e preparámo-nos para a equipa estar ao nível do jogo. Quanto ao Djalma, tem treinado durante toda a semana e até hoje continuo a contar com ele para a convocatória. O FC Porto tem boas relações com a Federação Angolana e espero a qualquer momento receber a confirmação de que ele pode jogar em Alvalade.

Domingos disse que a equipa do Sporting ainda comia "papas Cerelac". Acha que é uma equipa em formação ou já com tempo suficiente?
Não sei com que sentido o Domingos disse isso. Ele é que sabe a equipa e o plantel que tem. Não quero emitir a minha opinião, porque quem melhor do que ele para falar com propósito da sua equipa?

Como encontrou o Danilo fisicamente?
Vamos ver. Está a chegar, vamos ter algum cuidado. Logo que sintamos que está em condições para ajudar contamos com ele. Agora ainda não é possível.

O presidente disse que vai ficar dois anos no FC Porto. Interpreta isso como um voto de confiança?
Dois anos são os que tenho para cumprir no contrato. O presidente avalia a competência e sabe porque me escolheu. Agora, no futebol é preciso apresentar resultados e ir provando competência. Espero estar aqui dois anos e se possível continuar por mais alguns.

Pediu algum ponta de lança neste mercado de Inverno, até porque o Walter estará de saída?
O Walter está de saída, porque teve poucas oportunidades e é natural que queira outra coisa para a sua vida. Ele tem qualidade e vai à procura de jogar mais. O mercado é um mês de entradas e saídas, as equipas fazem um estudo das suas necessidades e depois o clube vai trabalhando. Só posso falar dos jogadores que estão cá e estou satisfeitíssimo com o que tenho. Se surgir alguma coisa estarei aqui para fazer o comentário devido.

fonte: fcporto.pt


LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS 
Guarda-redes: Helton e Bracali;
Defesas: Maicon, Mangala, Otamendi, Rolando, Alex Sandro e Alvaro Pereira;
Médios: Defour, João Moutinho, Fernando, Belluschi e Souza
Avançados: Hulk, Djalma, Cristian Rodriguez, Kléber e James.

James é a única dúvida para o 'clássico'


Vítor Pereira tem muitas e fundadas preocupações para o jogo de hoje, em Alvalade, mas relativamente à constituição da equipa só terá uma ténue dúvida: optará por James ou Rodriguez?

Uma incerteza que não teria razão de ser não se dera o fato de o colombiano ter recuperado muito recentemente de um estado gripal que abalou fisicamente o jogador e o obrigou, inclusivamente, a ficar em repouso, ainda que não ao ponto de impedir a convocatória para o clássico.

Fica a dúvida, mesmo que à partida muito ligeira. Isto porque o regresso de James à lista de eleitos - de onde saiu só por não ser necessário mobilizar todas as primeiras figuras para o jogo da Taça da Liga, com o P. Ferreira, o último do ano passado - indicia só por si que estará em condições de recuperar a titularidade perdida na Mata Real, onde Cebola jogou de início e assinou uma exibição de grande dignidade premiada ainda com um golo, numa vitória (2-1) que seria, entretanto, selada por Hulk.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

E têm razão para toda esta polémica.....

O jornal Público avançou com uma notícia que está a gerar a polémica em torno do Sporting, do Estádio de Alvalade no qual as equipas visitantes passam por esse corredor de acesso aos balneários.


Como pode-se ver nas imagens que o blogue Campeões F.C.Porto consegui retirar, o Sporting colocou umas imagens dos adeptos nos corredores das equipas visitantes. Pode-se ler abaixo o que o Público diz:

" Adeptos das claques em poses agressivas, desafiando os seguranças. Outros de cara tapada e com tochas na mão. Outro numa pose que sugere uma saudação fascista. Outro ainda com um tatuagem com a cruz de ferro, um símbolo que, não sendo exclusivo do nazismo, está muito associado a movimentos da extrema-direita. Foram estas as imagens que o Sporting colocou, nesta época, no corredor que dá acesso aos balneários da equipa visitante, no Estádio de Alvalade — um caminho que tem de ser percorrido pelos jogadores visitantes para se equiparem e depois no caminho de ida e regresso do relvado. "

De relembrar que o F.C.Porto amanhã vai jogar a Alvalade e esperemos que nessa altura já tenham retirado essas imagens porque senão a polémica vai aumentar.


E esta polémica está a ser originada e com razão! Será que a UEFA sabe e permitiu estes comportamentos? As perguntas ficam e as respostas também.
Espero bem que o F.C.Porto seja bem recebido em Alvalade....

Mais fotos aqui

quinta-feira, 21 de abril de 2011

SLBenfica 1-3 FCPorto . Vencer é o nosso destino !



assistência: 37.349 espectadores.

Árbitro: Carlos Xistra (Castelo Branco).

SL BENFICA: Júlio César, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi Garcia, Carlos Martins, César Peixoto, Jara, Saviola e Cardozo.
Substituições: Jara por Aimar (78m), Javi Garcia por Kardec (86m) e César Peixoto por Weldon (89m).
Não utilizados: Roberto, Sidnei, Airton e Filipe Menezes.
Treinador: Jorge Jesus.

FC PORTO: Beto, Sapunaru, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira, Fernando, Rúben Micael, João Moutinho, Cristian Rodriguez, Hulk e Falcao.
Substituições: Ruben Micael por James Rodriguez (62m), Cristián Rodriguez por Varela (74m) e Sapunaru por Sereno (87m).
Não utilizados: Kieszek, Souza, Mariano González e Walter.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: João Moutinho (64 m), Hulk (72m), Falcao (74m) e Cardozo (80m gp).

Disciplina: cartão amarelo a Álvaro Pereira (18), Maxi Pereira (21), Cristián Rodriguez (31), Falcao (32), Javi Garcia (46), Jara (59), Cardozo (65), Sapunaru (79), Jardel (82), Hulk (84), Fábio Coentrão (90+3) e Rolando (90+3). Sapunaru foi expulso com segundo cartão amarelo, já depois de terminado o encontro..





Jogo com duas partes distintas. FC Porto esmagador no segundo tempo dá a volta ao resultado e vence por 3-1. Primeira final de uma competição para André Villas-Boas No final, a luz ficou acesa e a rega desligada.

O Benfica volta a ver o FC Porto levar a melhor no seu estádio. Com uma vantagem de dois golos, os encarnados viram os portistas darem a volta ao resultado em 15 minutos já na segunda parte. Moutinho, Hulk e Falcao foram implacáveis. No cômputo das duas mãos ficou 3-3, mas passa o FC Porto por ter marcado mais golos fora.

Aos 64 minutos, Moutinho num tiro a 25 metros fez o 1-0, com um grande golo. Aos 72’, Hulk teve um corredor aberto e só teve de encostar para o 2-0. Nem dois minutos depois, Falcao no limite da grande área viu a defesa encarnada olhar e, sem usar da força, bateu de novo Julio Cesar. O Benfica ainda beneficiou de uma grande penalidade que Cardozo converteu. Ainda faltava um golo para o se apurar, mas a equipa já não teve pernas.





A verdade é que o FC Porto deu 45 minutos de avanço ao Benfica, que na primeira parte foi mais ofensivo, teve mais domínio territorial, ainda que com escassas oportunidades, criou perigo por duas vezes (18’ Javi de cabeça ao lado, após livre directo e Cardozo, aos 34’, a tocar com a ponta do pé, mas a bola a passar muito perto).

O FC Porto teve, aos 41’, a melhor oportunidade, por Falcao. Cristian Rodriguez amorteceu bem passe longo de Alvaro Pereira, deu para o camisola 9 que atirou forte à figura de Julio Cesar. Grande defesa e na recarga Falcao atirou por cima

Já na segunda parte, e antes de os dragões ligarem o ‘turbo, o Benfica viu Rolando tirar o pão da boca’ a Cardozo, depois de um bom cruzamento de Jara.

O FC Porto está a 90 minutos da ‘dobradinha’. Pela frente vai ter o Vitória de Guimarães, com quem apenas se encontrou em 1987/88 e que venceu por 1-0, com golo de Jaime Magalhães. Se vencerem, será a 16ª Taça de Portugal da história dos dragões.





DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «A motivação para este jogo era uma oportunidade histórica e mudar o destino. Acreditámos e demos tudo por tudo. Tinhamos tudo a ganhar e o Benfica tinha tudo a perder. Era um desafio extremamente complicado, mas fizemos uma segunda parte muito muito boa. O primeiro golo era decisivo e assim foi. Crescemos emocionalmente, rapidamente chegámos ao segundo e aí tivemos o domínio total. Houve muita competência para dar a volta. O FC Porto não só inverte a eliminatória, mas pode ultrapassar o Benfica em troféus e isso é uma coisa que valorizamos muito. As palestras não definem as coisas desse modo. É apenas talento e uma crença muito forte, que se tem reflectido num número muito importante de vitórias. São muitas emoções juntas. O campeonato fica para a história, pois inverter uma eliminatória não é novidade para ninguém. Não tem sabor nenhum se não vencermos o troféu.»

João Moutinho: «O segredo desta vitória é o trabalho. Entrámos com tudo na segunda parte e demonstrámos o nosso futebol. Fomos a melhor equipa e merecemos estar na final. Somos uma grande equipa e esta foi mais uma vitória histórica na Luz. Temos vontade de conquistar ainda mais títulos.»



PS - Parabéns também ao José Mourinho que conquistou pela 1ª vez um troféu em terreno espanhol com o Real Madrid a ganhar por 1-0 ao seu rival Barcelona com golo de Cristiano Ronaldo para a Taça do Rei.

domingo, 17 de abril de 2011

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Sporting - Liga Zon Sagres



Apesar do título de campeão já estar atribuído ao FC Porto, a motivação não é problema num «clássico». Na antevisão do desafio com o Sporting, André Villas-Boas assume que estes encontros «têm de ser ganhos», mesmo que do outro lado esteja uma equipa com várias individualidades e ambição de conseguir um bom resultado no Dragão.

A motivação dos «clássicos»
«Este é um clássico e os clássicos têm de ser ganhos. Já nos custou perder um e não queremos perder outro. Acho que a motivação está inerente. O empate que obtivemos em Alvalade provoca-nos um sentimento de ligeiro desconforto, mas não de vingança. Há muita vontade de vencer o Sporting, pela quantidade de objectivos que queremos ainda atingir. Estava um ambiente excelente no encontro com o Spartak e esperamos uma boa casa. Os adeptos têm sido inexcedíveis. É um clássico e eles vivem-se de outra forma.»

Recordando a primeira volta
«Fizemos um belíssimo jogo em Alvalade, mantendo a nossa identidade. Tivemos sequências de passes muito boas. Conseguimos o empate, depois tivemos de resistir vinte minutos com 10 jogadores. Com 11, muito possivelmente, iríamos vencer. Não há qualquer sentimento de vingança, como não houve frente ao Vitória de Guimarães, com quem também empatámos.»

Invencibilidade não é obsessão
«Todos os jogos são difíceis, no sentido de preservar a invencibilidade. Todos os adversários perspectivam a vitória e o mesmo irá acontecer com o Sporting. Temos de ultrapassar a questão da invencibilidade: se acontecer, aconteceu, se não acontecer o título está bem entregue. Não podemos esquecer que o FC Porto se sagrou campeão sem derrotas. Se assim ficar até final, logo se verá.»

Sereno e Fernando
«Antes de irmos para Moscovo, já tinha comunicado ao Sereno que seria ele a jogar a lateral direito. Sentia que, pelo que se passou em Portimão, seria uma boa altura para ele ser testado à direita. Tem cumprido de uma forma inexcedível à esquerda. A ausência do Fernando dos convocados tem a ver com algum cansaço, mas nada que os outros também não sintam. Achámos útil ter mais soluções atacantes no banco. O calendário é apertado e é a primeira vez que jogamos com tão curto espaço de tempo de recuperação. No entanto, penso que não teremos problemas nesse aspecto. O tempo é curto, mas suficiente para estarmos frescos.»

Análise do adversário
«O Sporting é uma equipa competente, com individualidades que são do conhecimento de todos. Passou por um ano extremamente complicado, teve uma mudança de técnico e procura de novo rumo. Espero que se encontrem rapidamente, porque são uma equipa de peso e fazem falta, em termos de competitividade interna. José Couceiro passa as mensagens de forma objectiva e precisa e parece-me claro que o Sporting ambiciona ganhar no Dragão.»

A festa do título
«Gostava era de uma boa festa na Avenida dos Aliados, após o jogo com o Paços de Ferreira. É meritório. Os jogadores, e alguns são campeões pela primeira vez, merecem sentir a envolvência da cidade com o clube. Só tivemos tempo de chegar à outra festa, no Dragão, quando viemos da Luz, e já era muito tarde.»



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Álvaro Pereira, Maicon, Rolando, Sereno e Otamendi.
Médios: João Moutinho, Guarin, Ruben Micael, Mariano Gonzalez, Varela, Souza e Cristian Rodriguez.
Avançados: Hulk, Falcão, Walter, James Rodriguez.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

S.L.Benfica 1-2 F.C.Porto . CAMPEÕES ALLEZ!


assistência: --- espectadores.

Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa), Assistentes: Tiago Trigo e Pedro Garcia; Quarto árbitro: Paulo Baptista.

BENFICA: Roberto; Airton, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Sálvio, Aimar e Gaitan; Saviola e Jara.
Substituições: Aimar por César Peixoto (46m), Jara por Cardozo (46m) e Airton por Jardel (62m).
Não utilizados: Suplentes: Moreira, Roderick, Felipe Menezes e Kardec.
Treinador: Jorge Jesus.

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Guarín e João Moutinho; Varela, Falcao e Hulk.
Substituições: Varela por Belluschi (74m), Falcao por Maicon (74m) e Guarín por Cristian Rodríguez (82m).
Não utilizados: Beto, James, Sapunaru e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Guarín (9m), Saviola, (18m, g.p.) e Hulk (27m, g.p.).

Disciplina: cartão amarelo para Aimar (3m), Airton (14m), Otamendi (17m e 70m), Fábio Coentrão (22m), Roberto (26m), Fucile (32m), Javi García (68m), Alvaro (82m), Jardel (89m) e João Moutinho (95m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Otamendi (70m) e directo para Cardozo (87m).

O FC Porto é o novo campeão nacional e colocou a cereja no topo do bolo em pleno Estádio da Luz, depois de vencer o Benfica por 2-1. Os dragões foram superiores ao longo dos 90 minutos e contaram com a pouca inspiração de Roberto para obter a ansiada conquista do 25º campeonato da sua história.

Logo nos instantes iniciais, Roberto voltou a “borrar a pintura” e desde o início se percebeu que na Luz estava um Benfica mais nervoso perante a possibilidade de passar o título de campeão nacional para o rival FC Porto. Roberto personificou esse sentimento aos 8 minutos: Guarín foi à linha, cruzou forte e junto à linha de golo e Roberto meteu as mãos à bola para a desviar para dentro da baliza. Estava feito o 1-0.

A defesa do Benfica, com Sidnei à cabeça, mostrava-se trémula, mas aos 16’ o jogo sofre uma reviravolta. Duarte Gomes assinala falta de Otamendi sobre Franco Jara na grande área e Saviola restabelece a igualdade. A falta parece duvidosa.

O Benfica cresceu então no encontro e conseguiu levar o jogo para mais perto da área portista. Estavam melhor os encarnados, mas o que não esperavam era que Falcao aparecesse completamente isolado frente a Roberto. O espanhol saiu aos pés do avançado do FC Porto e não evitou o derrube, com Duarte Gomes a assinalar novo pénalti. Hulk fez o 2-1 e comemorou o seu regresso à Luz com Sapunaru, numa espécie de “vingança” depois dos castigos no Caso do Túnel.

O Benfica procurava no segundo tempo não entregar o título de campeão da forma mais inglória, mas o FC Porto apareceu decidido a resolver em Lisboa a questão do título, pertencendo-lhe mesmo as melhores ocasiões do segundo tempo.

Sidnei voltou a comprometer depois da escorregadela de Javi Garcia e só o pé direito de Roberto (bem desta vez) evitou o terceiro dos portistas na Luz.

A resposta surgiu uma vez mais por Saviola. O argentino recebeu de costas na área, virou-se e rematou para bela defesa de Helton. No canto, Javi salta mais alto que toda a gente mas falha alvo por pouco.

Aos 56’, novo deslize de Sidnei, a entregar de bandeja para Falcao. O colombiano deslumbrou-se e atirou ao lado só com Roberto pela frente.

Confirmava-se uma segunda parte muito mal conseguida do Benfica, num jogo de pontapé para a frente e em que mandou mais o coração do que a cabeça.
 
A pisar os 90’, o Benfica teve a melhor ocasião para adiar a festa azul e branca, mas o remate de Gaitán esbarrou no poste.

Otamendi e Cardozo registaram também os seus nomes na folha de jogo ao serem expulsos, mas quanto ao marcador permaneceu favorável aos novos campeões nacionais, que vieram à Luz buscar as faixas de campeão.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «O adepto persiste acima de qualquer coisa. O sentimento é o mesmo, sendo que trabalhar com um grupo assim é excelente. Eles batalharam para mostrar realmente quem é a melhor equipa, quando vocês insistem em acreditar em mentiras. No campo mais difícil, criamos um número espectacular de oportunidades. O Benfica tem sorte em não sair daqui goleado. É assombroso o que fizemos hoje. Quem é a melhor equipa? Quem joga melhor à bola? Isso ficou provado aqui. Demos um grito de revolta contínuo, que nos ajudou a ser campeões, porque os jogadores estimularam-se com estas falsas mensagens propagadas continuamente. Falta muito campeonato e queremos continuar a pontuar. Há muita coisa que este grupo quer continuar a atingir. Ficou provado que a final da Taça não está assim tão longe como isso. Ainda podemos deitar-lhe a mão. Estes jogadores têm um talento fora do normal. Quero acreditar que sou simplesmente um líder tranquilo. O mérito tem de ser dados a todos, começando pelo presidente, que talvez tenha conseguido aqui uma das suas vitórias mais saborosas. Todos merecem parabéns, desde o departamento médico ao departamento de observação, liderado pelo Daniel Sousa, aos roupeiros e a toda a gente que trabalha no FC Porto e na SAD. Vai ser uma noite longa e com liberdade total. Amanhã é folga completa.»

Hulk: «Esta vitória tem de ser dedicada a toda a gente, do número um ao roupeiro e à comissão técnica. Sabíamos que se estivéssemos tranquilos e jogássemos o nosso futebol sairíamos vitoriosos. Podíamos ter ganho por dois, três ou quatro, mas o 2-1 foi importante para podermos comemorar. Depois vamos pensar no jogo de quinta-feira. Desde o inicio da época que desvalorizaram o plantel e grupo. Juntamente com a comissão técnica, a direcção e os adeptos, mostrámos para nós mesmos que somos os melhores. O resultado justo foi dado dentro do campo. Isto foi um papo na cara de quem não acreditava em nós. Agora vamos comemorar. O campeonato era o mais importante, mas não podemos facilitar. Vamos tentar terminá-lo sem derrotas e disputar a Liga Europa, em que também temos hipóteses. Vamos continuar a jogar o nosso futebol alegre.»

A MÁSCARA CAIU

O FC Porto é campeão nacional. Um campeão justo. Um campeão invicto em 25 jogos, com 16 pontos de vantagem sobre o segundo classificado. No jogo da consagração mostrou, como em todos os outros, que é de longe a melhor equipa da competição.

No desporto há que saber ganhar e há que saber perder. O que aconteceu hoje no Estádio da Luz, quando se apagaram as luzes e se accionou o sistema de rega, é o exemplo mais vivo do fair-play de alguma gente que gosta de parecer muito educada, mas a quem, mais tarde ou mais cedo, cai a máscara. Ela iria sempre cair, foi hoje como podia ser noutro dia qualquer.

Estamos certos de que a maioria dos benfiquistas não se reconhece neste comportamento, mas o FC Porto, sempre na vanguarda, deixa um conselho: a luz devia ter sido desligada duas horitas mais cedo, sempre dava para escapar a mais um banho de bola.

FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI

O título nacional confirmado este domingo não é apenas o 25.º da história dos Dragões. É ainda o 21.º troféu conquistado no século XXI, uma marca única em toda a Europa. Com sete campeonatos nacionais, cinco Taças de Portugal, seis Supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA e uma Taça Intercontinental, o FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI.

Esta análise reporta-se às competições oficiais de topo dos 30 primeiros países do ranking da UEFA. Na segunda posição aparecem os alemães do Bayern de Munique (seis campeonatos, cinco Taças, duas Taças da Liga, uma Supertaça, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental) e os croatas do Dínamo Zagreb (seis campeonatos, seis Taças e quatro Supertaças), ambos com 16 títulos.

Seguem-se, nesta lista, Olympique Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), com 15, e Rangers (Escócia), Olympiacos (Grécia) e Inter (Itália), com 14. Convém não esquecer que, esta época, ainda há troféus para conquistar: o século XXI pode tornar-se ainda mais azul e branco.

Clubes europeus com mais títulos no século XXI

1.º - FC Porto (Portugal), 21 títulos
2.º - Bayern Munique (Alemanha) e Dínamo Zagreb (Croácia), 16
4.º - Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), 15
6.º - Rangers (Escócia), Olympiacos (Grécia) e Inter (Itália), 14
9.º - Celtic (Escócia), Barcelona (Espanha), Kaunas (Lituânia), CSKA Moscovo (Rússia), Dínamo Kiev (Ucrânia) e Shaktar Donetsk (Ucrânia), 13

domingo, 3 de abril de 2011

Antevisão do Jogo - SLBenfica x F.C.Porto - Liga Zon Sagres



Os objectivos do FC Porto não são ditados pela obsessão de festejar na Luz. André Villas-Boas garante-o repetidamente, mesmo reconhecendo, a alguma distância, o sabor especial da vitória no «clássico». O treinador dos Dragões, que traça uma linha separadora entre os sentimentos que dominam jogadores e adeptos, mantém o Benfica nas contas e nada dá por garantido.

Recorrendo a argumentos como «a imprevisibilidade» e catalogando como «fantásticas» as épocas dos rivais e opositores de domingo, André Villas-Boas abordou, em conferência de imprensa, todas as questões do «clássico», incluindo as polémicas proibições que aguardam os adeptos do FC Porto à entrada do Estádio da Luz.

Ansiedade não afecta rendimento
«Só um pouco antes do jogo é que poderemos ter noção de como nos sentimos, se estamos mais ou menos ansiosos, sendo certo que isso não afectará o nosso rendimento desportivo.»

Últimas afinações
«A semana de trabalho foi condicionada pelo regresso tardio dos jogadores internacionais e hoje, finalmente, conseguimos fazer um treino normal, com todos disponíveis. Amanhã faremos os últimos ajustes estratégicos para o jogo.»

Sem obsessão
«Conseguirmos ser campeões na Luz não é uma obsessão. Não acontecendo lá, queremos que aconteça o mais rapidamente possível, porque esse sempre foi o principal objectivo da época do FC Porto.»

Outro sabor
«O sentimento dos adeptos é legítimo, porque festejar na casa de um rival teria um sabor diferente, o que até nem seria nada de novo, porque já aconteceu nos tempos do treinador Siska. Os jogadores também o sentem, mas, para eles, isso não pode ser uma obsessão.»

Por conquistar
«É inútil atribuir-se o título a estes jogadores quando ele está ainda por conquistar. Não há qualquer título já assegurado e, matematicamente, o Benfica ainda está na luta.»

Esperança alheia
«O Benfica alimentou sempre a esperança de voltar a ser campeão e as mensagens nesse sentido são claras ao longo de toda a época, na antevisão da época e no fim da época anterior.»

Emocional e intenso
«Não há qualquer tipo de previsão que possamos fazer em relação à conquista do título na Luz, porque faltam 90 minutos de um jogo bastante emocional, de grande intensidade, de duas grandes organizações, de duas equipas que estão a fazer épocas absolutamente fantásticas e que vão progredindo na Liga Europa.»

Com ou sem luxo
«O treinador do Benfica teve a declaração que teve no encontro com o Portimonense, mas seguramente que não se permitirá ao luxo de fazer o que fez no jogo com o Portimonense, tendo em conta o jogo da Liga Europa. Não sou ninguém para ditar as suas escolhas, mas parece-me pouco provável.»

Sempre quentes
«Os clássicos sempre foram quentes e a rivalidade é culturalmente assumida. Nada de novo, nada que não passe de um ano para o outro.»

Sonhos
«Espero o Benfica que luta em todas as competições, que, à excepção da Liga dos Campeões e da Supertaça, se manteve vivo em todas as frentes, que alimenta, tal como nós, o sonho da Liga Europa e o sonho do título. Espero um Benfica de topo, difícil de batalhar e com aspirações a ser bicampeão nacional.»

Aberrações e convicções
«Chamar ao FC Porto uma equipa de transição é algo aberrante, quando o FC Porto detém o melhor ataque e a melhor defesa, quando joga continuamente em posse de bola, que é algo que tem um significado especial para esta equipa técnica. Isso reflecte a nossa identidade, a nossa cultura de posse e a ênfase que damos ao jogo apoiado e curto e ao futebol bem jogado.»

Outro nível
«Não vamos pedir nada de mais aos jogadores, nada que não lhes tenhamos pedido nos outros jogos. É óbvio que o factor emocional vai elevá-los para patamares motivacionais intensos e logo veremos. Penso que será decisivo termos uma boa entrada e espero que valha a pena como espectáculo.»

Medidas anti-futebol
«Isso remete-nos para a questão da legalidade das claques, matéria sobre a qual percebo pouco. Pelo menos, damo-nos por felizes por as nossas serem legais. Será talvez a segunda pior decisão anti-futebol que o Benfica teve, porque a primeira foi recomendarem aos seus adeptos que não assistissem aos jogos fora. Esta surge na continuidade, é mais uma medida anti-futebol e, portanto, não é nada de surpreendente.»

Talento e controlo
«O Hulk e o Sapunaru são dois jogadores de grande talento e de grande controlo emocional. O que se passou, ou o que não se passou, já passou e os jogadores estão conscientes do que têm que fazer em campo e isso é que faz a diferença.»

Que lhe corra bem
«Se não me engano, é o primeiro clássico do Duarte Gomes. Que lhe corra bem. É a única coisa que lhe posso desejar. Que todas as decisões sejam correctas.»

Dificuldade de escolha
«Hoje treinámos a um nível fora do normal. Todos muito competitivos, todos muito disponíveis, não só o Rúben, que teve um bom momento na selecção, mas todos os outros, o que aumenta a dificuldade de escolha do treinador.»

Alto rendimento
«[A distinção do FC Porto como melhor equipa mundial no mês de Março pela IFFHS] É sinal de que aquilo que fizemos em Março foi bom e, se calhar, o que fizemos em Março reflectiu-se naquilo que é actualmente a tabela classificativa. O Benfica tinha sido considerada a melhor equipa de Fevereiro e nós, que já tínhamos sido distinguidos em Dezembro, mantivemos o nosso rendimento desportivo em Janeiro, Fevereiro e Março.»



LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Maicon, Álvaro Pereira, Fucile, Rolando, Sapunaru e Otamendi.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Fernando, Rúben Micael, Cristian Rodríguez, James e Varela.
Avançados: Falcão e Hulk.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

F.C.Porto x SLBenfica - Antevisão


A vésperas do esperado jogo da meia - final da taça de portugal, Benfica vai voltar a ir jogar ao Estádio do Dragão na próxima quarta - feira dia 02 de Fevereiro.

Depois do o Benfica ter ganho ao Rio Ave por 2-0 agora vêm na máxima força para o jogo no Dragão.

Esta época F.C.Porto e Benfica já se encontrarm por duas vezes e o F.C.Porto saiu nessas duas vezes vitorioso.

Confirmem abaixo:

F.C.Porto 2-0 SLBenfica - Supertaça Cândido de Oliveira

F.C.Porto 5-0 SLBenfica - Liga Zon Sagres

Agora fica a pergunta de um amigo meu:

" Quem é o melhor guarda - redes?

Helton ou Roberto 

Qual o melhor defesa?

Sapunaru ou Maxi Pereira " .