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domingo, 17 de abril de 2011
Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Sporting - Liga Zon Sagres
Apesar do título de campeão já estar atribuído ao FC Porto, a motivação não é problema num «clássico». Na antevisão do desafio com o Sporting, André Villas-Boas assume que estes encontros «têm de ser ganhos», mesmo que do outro lado esteja uma equipa com várias individualidades e ambição de conseguir um bom resultado no Dragão.
A motivação dos «clássicos»
«Este é um clássico e os clássicos têm de ser ganhos. Já nos custou perder um e não queremos perder outro. Acho que a motivação está inerente. O empate que obtivemos em Alvalade provoca-nos um sentimento de ligeiro desconforto, mas não de vingança. Há muita vontade de vencer o Sporting, pela quantidade de objectivos que queremos ainda atingir. Estava um ambiente excelente no encontro com o Spartak e esperamos uma boa casa. Os adeptos têm sido inexcedíveis. É um clássico e eles vivem-se de outra forma.»
Recordando a primeira volta
«Fizemos um belíssimo jogo em Alvalade, mantendo a nossa identidade. Tivemos sequências de passes muito boas. Conseguimos o empate, depois tivemos de resistir vinte minutos com 10 jogadores. Com 11, muito possivelmente, iríamos vencer. Não há qualquer sentimento de vingança, como não houve frente ao Vitória de Guimarães, com quem também empatámos.»
Invencibilidade não é obsessão
«Todos os jogos são difíceis, no sentido de preservar a invencibilidade. Todos os adversários perspectivam a vitória e o mesmo irá acontecer com o Sporting. Temos de ultrapassar a questão da invencibilidade: se acontecer, aconteceu, se não acontecer o título está bem entregue. Não podemos esquecer que o FC Porto se sagrou campeão sem derrotas. Se assim ficar até final, logo se verá.»
Sereno e Fernando
«Antes de irmos para Moscovo, já tinha comunicado ao Sereno que seria ele a jogar a lateral direito. Sentia que, pelo que se passou em Portimão, seria uma boa altura para ele ser testado à direita. Tem cumprido de uma forma inexcedível à esquerda. A ausência do Fernando dos convocados tem a ver com algum cansaço, mas nada que os outros também não sintam. Achámos útil ter mais soluções atacantes no banco. O calendário é apertado e é a primeira vez que jogamos com tão curto espaço de tempo de recuperação. No entanto, penso que não teremos problemas nesse aspecto. O tempo é curto, mas suficiente para estarmos frescos.»
Análise do adversário
«O Sporting é uma equipa competente, com individualidades que são do conhecimento de todos. Passou por um ano extremamente complicado, teve uma mudança de técnico e procura de novo rumo. Espero que se encontrem rapidamente, porque são uma equipa de peso e fazem falta, em termos de competitividade interna. José Couceiro passa as mensagens de forma objectiva e precisa e parece-me claro que o Sporting ambiciona ganhar no Dragão.»
A festa do título
«Gostava era de uma boa festa na Avenida dos Aliados, após o jogo com o Paços de Ferreira. É meritório. Os jogadores, e alguns são campeões pela primeira vez, merecem sentir a envolvência da cidade com o clube. Só tivemos tempo de chegar à outra festa, no Dragão, quando viemos da Luz, e já era muito tarde.»
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Álvaro Pereira, Maicon, Rolando, Sereno e Otamendi.
Médios: João Moutinho, Guarin, Ruben Micael, Mariano Gonzalez, Varela, Souza e Cristian Rodriguez.
Avançados: Hulk, Falcão, Walter, James Rodriguez.
domingo, 10 de abril de 2011
Antevisão do Jogo - Portimonense x F.C.Porto - Liga Zon Sagres
Já com o título no bolso, o FC Porto desloca-se ao terreno do Portimonense para mais um encontro da Liga. No entanto, os Dragões não encaram a partida de ânimo leve, porque há vários objectivos para alcançar e muito prestígio a defender. Em conferência de imprensa, André Villas-Boas não se recusou a comentar, como é habitual, os temas da actualidade levantados pelos jornalistas.
Desafio complicado
«Nunca defrontei uma equipa orientada pelo Carlos Azenha. Nas suas declarações, colocou a focalização máxima nos jogos posteriores ao encontro com o FC Porto. Não posso deixar de interpretar essas palavras com alguma desconfiança, porque o Portimonense quer certamente triunfar. Faltam cinco jogos para o fim do campeonato e eles não têm muito espaço de manobra. Parece-me inegável que têm uma série de jogadores lesionados e castigados, alguns deles decisivos nesta melhor fase da equipa. Penso que vai ser um desafio complicado pela aspiração do Portimonense à salvação.»
Conservar o prestígio
«A motivação é extrema, porque temos a possibilidade de terminar o campeonato sem derrotas. Não é uma obsessão, mas é um aliciante suficiente para nos manter no topo, para além do facto de defendermos um clube tão prestigiante num jogo pós-titulo. São coisas demasiado boas para nos permitirmos relaxar. Queremos continuar com uma pontuação considerável e até tentar bater o recorde de pontos obtidos num campeonato com 16 equipas. Não terminam aqui todos os objectivos que podemos atingir.»
Avaliação de Duarte Gomes
«Nunca tivemos comentários tão unânimes sobre uma arbitragem. É o descalabro e a descredibilização dos observadores da Liga. Esse senhor ou não foi ao jogo ou escreveu como adepto, arrisco-me mesmo a dizer algo como isto. Está a brincar com o futebol. Temos chocado contra casos paradigmáticos. Se há alguma coisa a rever, que se reveja quem está nestas funções, que são determinantes.»
Castigos da Liga
«O Jorge Jesus é um colega de profissão e não me queria alargar sobre os seus actos. O ‘timing’, propositado ou não, permite esquecer um pouco o que aconteceu e a gravidade do que se passou. Houve um ligeiro ‘mea culpa’ do Luís Alberto na altura, da parte do treinador do Benfica já nem me recordo. O que me parece grave é comparar o facto de eu ter sido castigado por dez dias devido a uma palavra simples ao árbitro, sobre dualidade escandalosa de critérios, e do Jorge Jesus ser punido com 11 dias por uma tentativa de agressão. É apenas a constatação de uma discrepância incrível. Agora, os holofotes da Liga Europa desviam o ridículo destas situações e o futebol faz-nos sobreviver, mas um dia essas luzes apagar-se-ão e não sei como vai ser.»
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Beto e Pawel Kieszek.
Defesas: Sapunaru, Rolando, Sereno e Maicon.
Médios: Fernando, Guarin, João Moutinho, Belluschi, Souza, Ruben Micael e Mariano.
Avançados: Hulk, Falcao, James Rodriguez, Cristian Rodriguez e Walter.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
S.L.Benfica 1-2 F.C.Porto . CAMPEÕES ALLEZ!
assistência: --- espectadores.
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa), Assistentes: Tiago Trigo e Pedro Garcia; Quarto árbitro: Paulo Baptista.
BENFICA: Roberto; Airton, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Sálvio, Aimar e Gaitan; Saviola e Jara.
Substituições: Aimar por César Peixoto (46m), Jara por Cardozo (46m) e Airton por Jardel (62m).
Não utilizados: Suplentes: Moreira, Roderick, Felipe Menezes e Kardec.
Treinador: Jorge Jesus.
FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Guarín e João Moutinho; Varela, Falcao e Hulk.
Substituições: Varela por Belluschi (74m), Falcao por Maicon (74m) e Guarín por Cristian Rodríguez (82m).
Não utilizados: Beto, James, Sapunaru e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Guarín (9m), Saviola, (18m, g.p.) e Hulk (27m, g.p.).
Disciplina: cartão amarelo para Aimar (3m), Airton (14m), Otamendi (17m e 70m), Fábio Coentrão (22m), Roberto (26m), Fucile (32m), Javi García (68m), Alvaro (82m), Jardel (89m) e João Moutinho (95m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Otamendi (70m) e directo para Cardozo (87m).
O FC Porto é o novo campeão nacional e colocou a cereja no topo do bolo em pleno Estádio da Luz, depois de vencer o Benfica por 2-1. Os dragões foram superiores ao longo dos 90 minutos e contaram com a pouca inspiração de Roberto para obter a ansiada conquista do 25º campeonato da sua história.
Logo nos instantes iniciais, Roberto voltou a “borrar a pintura” e desde o início se percebeu que na Luz estava um Benfica mais nervoso perante a possibilidade de passar o título de campeão nacional para o rival FC Porto. Roberto personificou esse sentimento aos 8 minutos: Guarín foi à linha, cruzou forte e junto à linha de golo e Roberto meteu as mãos à bola para a desviar para dentro da baliza. Estava feito o 1-0.
A defesa do Benfica, com Sidnei à cabeça, mostrava-se trémula, mas aos 16’ o jogo sofre uma reviravolta. Duarte Gomes assinala falta de Otamendi sobre Franco Jara na grande área e Saviola restabelece a igualdade. A falta parece duvidosa.
Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa), Assistentes: Tiago Trigo e Pedro Garcia; Quarto árbitro: Paulo Baptista.
BENFICA: Roberto; Airton, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Sálvio, Aimar e Gaitan; Saviola e Jara.
Substituições: Aimar por César Peixoto (46m), Jara por Cardozo (46m) e Airton por Jardel (62m).
Não utilizados: Suplentes: Moreira, Roderick, Felipe Menezes e Kardec.
Treinador: Jorge Jesus.
FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro; Fernando, Guarín e João Moutinho; Varela, Falcao e Hulk.
Substituições: Varela por Belluschi (74m), Falcao por Maicon (74m) e Guarín por Cristian Rodríguez (82m).
Não utilizados: Beto, James, Sapunaru e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Guarín (9m), Saviola, (18m, g.p.) e Hulk (27m, g.p.).
Disciplina: cartão amarelo para Aimar (3m), Airton (14m), Otamendi (17m e 70m), Fábio Coentrão (22m), Roberto (26m), Fucile (32m), Javi García (68m), Alvaro (82m), Jardel (89m) e João Moutinho (95m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Otamendi (70m) e directo para Cardozo (87m).
O FC Porto é o novo campeão nacional e colocou a cereja no topo do bolo em pleno Estádio da Luz, depois de vencer o Benfica por 2-1. Os dragões foram superiores ao longo dos 90 minutos e contaram com a pouca inspiração de Roberto para obter a ansiada conquista do 25º campeonato da sua história.
Logo nos instantes iniciais, Roberto voltou a “borrar a pintura” e desde o início se percebeu que na Luz estava um Benfica mais nervoso perante a possibilidade de passar o título de campeão nacional para o rival FC Porto. Roberto personificou esse sentimento aos 8 minutos: Guarín foi à linha, cruzou forte e junto à linha de golo e Roberto meteu as mãos à bola para a desviar para dentro da baliza. Estava feito o 1-0.
A defesa do Benfica, com Sidnei à cabeça, mostrava-se trémula, mas aos 16’ o jogo sofre uma reviravolta. Duarte Gomes assinala falta de Otamendi sobre Franco Jara na grande área e Saviola restabelece a igualdade. A falta parece duvidosa.
O Benfica procurava no segundo tempo não entregar o título de campeão da forma mais inglória, mas o FC Porto apareceu decidido a resolver em Lisboa a questão do título, pertencendo-lhe mesmo as melhores ocasiões do segundo tempo.
Sidnei voltou a comprometer depois da escorregadela de Javi Garcia e só o pé direito de Roberto (bem desta vez) evitou o terceiro dos portistas na Luz.
A resposta surgiu uma vez mais por Saviola. O argentino recebeu de costas na área, virou-se e rematou para bela defesa de Helton. No canto, Javi salta mais alto que toda a gente mas falha alvo por pouco.
Aos 56’, novo deslize de Sidnei, a entregar de bandeja para Falcao. O colombiano deslumbrou-se e atirou ao lado só com Roberto pela frente.
Confirmava-se uma segunda parte muito mal conseguida do Benfica, num jogo de pontapé para a frente e em que mandou mais o coração do que a cabeça.
Otamendi e Cardozo registaram também os seus nomes na folha de jogo ao serem expulsos, mas quanto ao marcador permaneceu favorável aos novos campeões nacionais, que vieram à Luz buscar as faixas de campeão.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «O adepto persiste acima de qualquer coisa. O sentimento é o mesmo, sendo que trabalhar com um grupo assim é excelente. Eles batalharam para mostrar realmente quem é a melhor equipa, quando vocês insistem em acreditar em mentiras. No campo mais difícil, criamos um número espectacular de oportunidades. O Benfica tem sorte em não sair daqui goleado. É assombroso o que fizemos hoje. Quem é a melhor equipa? Quem joga melhor à bola? Isso ficou provado aqui. Demos um grito de revolta contínuo, que nos ajudou a ser campeões, porque os jogadores estimularam-se com estas falsas mensagens propagadas continuamente. Falta muito campeonato e queremos continuar a pontuar. Há muita coisa que este grupo quer continuar a atingir. Ficou provado que a final da Taça não está assim tão longe como isso. Ainda podemos deitar-lhe a mão. Estes jogadores têm um talento fora do normal. Quero acreditar que sou simplesmente um líder tranquilo. O mérito tem de ser dados a todos, começando pelo presidente, que talvez tenha conseguido aqui uma das suas vitórias mais saborosas. Todos merecem parabéns, desde o departamento médico ao departamento de observação, liderado pelo Daniel Sousa, aos roupeiros e a toda a gente que trabalha no FC Porto e na SAD. Vai ser uma noite longa e com liberdade total. Amanhã é folga completa.»
Hulk: «Esta vitória tem de ser dedicada a toda a gente, do número um ao roupeiro e à comissão técnica. Sabíamos que se estivéssemos tranquilos e jogássemos o nosso futebol sairíamos vitoriosos. Podíamos ter ganho por dois, três ou quatro, mas o 2-1 foi importante para podermos comemorar. Depois vamos pensar no jogo de quinta-feira. Desde o inicio da época que desvalorizaram o plantel e grupo. Juntamente com a comissão técnica, a direcção e os adeptos, mostrámos para nós mesmos que somos os melhores. O resultado justo foi dado dentro do campo. Isto foi um papo na cara de quem não acreditava em nós. Agora vamos comemorar. O campeonato era o mais importante, mas não podemos facilitar. Vamos tentar terminá-lo sem derrotas e disputar a Liga Europa, em que também temos hipóteses. Vamos continuar a jogar o nosso futebol alegre.»
A MÁSCARA CAIU
O FC Porto é campeão nacional. Um campeão justo. Um campeão invicto em 25 jogos, com 16 pontos de vantagem sobre o segundo classificado. No jogo da consagração mostrou, como em todos os outros, que é de longe a melhor equipa da competição.
No desporto há que saber ganhar e há que saber perder. O que aconteceu hoje no Estádio da Luz, quando se apagaram as luzes e se accionou o sistema de rega, é o exemplo mais vivo do fair-play de alguma gente que gosta de parecer muito educada, mas a quem, mais tarde ou mais cedo, cai a máscara. Ela iria sempre cair, foi hoje como podia ser noutro dia qualquer.
Estamos certos de que a maioria dos benfiquistas não se reconhece neste comportamento, mas o FC Porto, sempre na vanguarda, deixa um conselho: a luz devia ter sido desligada duas horitas mais cedo, sempre dava para escapar a mais um banho de bola.
FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI
O título nacional confirmado este domingo não é apenas o 25.º da história dos Dragões. É ainda o 21.º troféu conquistado no século XXI, uma marca única em toda a Europa. Com sete campeonatos nacionais, cinco Taças de Portugal, seis Supertaças, uma Liga dos Campeões, uma Taça UEFA e uma Taça Intercontinental, o FC Porto é o clube europeu com mais títulos no século XXI.
Esta análise reporta-se às competições oficiais de topo dos 30 primeiros países do ranking da UEFA. Na segunda posição aparecem os alemães do Bayern de Munique (seis campeonatos, cinco Taças, duas Taças da Liga, uma Supertaça, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental) e os croatas do Dínamo Zagreb (seis campeonatos, seis Taças e quatro Supertaças), ambos com 16 títulos.
Seguem-se, nesta lista, Olympique Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), com 15, e Rangers (Escócia), Olympiacos (Grécia) e Inter (Itália), com 14. Convém não esquecer que, esta época, ainda há troféus para conquistar: o século XXI pode tornar-se ainda mais azul e branco.
Clubes europeus com mais títulos no século XXI
1.º - FC Porto (Portugal), 21 títulos
2.º - Bayern Munique (Alemanha) e Dínamo Zagreb (Croácia), 16
4.º - Lyon (França) e Manchester United (Inglaterra), 15
6.º - Rangers (Escócia), Olympiacos (Grécia) e Inter (Itália), 14
9.º - Celtic (Escócia), Barcelona (Espanha), Kaunas (Lituânia), CSKA Moscovo (Rússia), Dínamo Kiev (Ucrânia) e Shaktar Donetsk (Ucrânia), 13
Etiquetas dos campeões:
clássicos,
liga zon sagres 2010/2011,
progonóstico só no fim do jogo
Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 25ª jornada
Etiquetas dos campeões:
arbitragem,
liga zon sagres 2010/2011,
Tribunal d' O JOGO
domingo, 3 de abril de 2011
Antevisão do Jogo - SLBenfica x F.C.Porto - Liga Zon Sagres
Os objectivos do FC Porto não são ditados pela obsessão de festejar na Luz. André Villas-Boas garante-o repetidamente, mesmo reconhecendo, a alguma distância, o sabor especial da vitória no «clássico». O treinador dos Dragões, que traça uma linha separadora entre os sentimentos que dominam jogadores e adeptos, mantém o Benfica nas contas e nada dá por garantido.
Recorrendo a argumentos como «a imprevisibilidade» e catalogando como «fantásticas» as épocas dos rivais e opositores de domingo, André Villas-Boas abordou, em conferência de imprensa, todas as questões do «clássico», incluindo as polémicas proibições que aguardam os adeptos do FC Porto à entrada do Estádio da Luz.
Ansiedade não afecta rendimento
«Só um pouco antes do jogo é que poderemos ter noção de como nos sentimos, se estamos mais ou menos ansiosos, sendo certo que isso não afectará o nosso rendimento desportivo.»
Últimas afinações
«A semana de trabalho foi condicionada pelo regresso tardio dos jogadores internacionais e hoje, finalmente, conseguimos fazer um treino normal, com todos disponíveis. Amanhã faremos os últimos ajustes estratégicos para o jogo.»
Sem obsessão
«Conseguirmos ser campeões na Luz não é uma obsessão. Não acontecendo lá, queremos que aconteça o mais rapidamente possível, porque esse sempre foi o principal objectivo da época do FC Porto.»
Outro sabor
«O sentimento dos adeptos é legítimo, porque festejar na casa de um rival teria um sabor diferente, o que até nem seria nada de novo, porque já aconteceu nos tempos do treinador Siska. Os jogadores também o sentem, mas, para eles, isso não pode ser uma obsessão.»
Por conquistar
«É inútil atribuir-se o título a estes jogadores quando ele está ainda por conquistar. Não há qualquer título já assegurado e, matematicamente, o Benfica ainda está na luta.»
Esperança alheia
«O Benfica alimentou sempre a esperança de voltar a ser campeão e as mensagens nesse sentido são claras ao longo de toda a época, na antevisão da época e no fim da época anterior.»
Emocional e intenso
«Não há qualquer tipo de previsão que possamos fazer em relação à conquista do título na Luz, porque faltam 90 minutos de um jogo bastante emocional, de grande intensidade, de duas grandes organizações, de duas equipas que estão a fazer épocas absolutamente fantásticas e que vão progredindo na Liga Europa.»
Com ou sem luxo
«O treinador do Benfica teve a declaração que teve no encontro com o Portimonense, mas seguramente que não se permitirá ao luxo de fazer o que fez no jogo com o Portimonense, tendo em conta o jogo da Liga Europa. Não sou ninguém para ditar as suas escolhas, mas parece-me pouco provável.»
Sempre quentes
«Os clássicos sempre foram quentes e a rivalidade é culturalmente assumida. Nada de novo, nada que não passe de um ano para o outro.»
Sonhos
«Espero o Benfica que luta em todas as competições, que, à excepção da Liga dos Campeões e da Supertaça, se manteve vivo em todas as frentes, que alimenta, tal como nós, o sonho da Liga Europa e o sonho do título. Espero um Benfica de topo, difícil de batalhar e com aspirações a ser bicampeão nacional.»
Aberrações e convicções
«Chamar ao FC Porto uma equipa de transição é algo aberrante, quando o FC Porto detém o melhor ataque e a melhor defesa, quando joga continuamente em posse de bola, que é algo que tem um significado especial para esta equipa técnica. Isso reflecte a nossa identidade, a nossa cultura de posse e a ênfase que damos ao jogo apoiado e curto e ao futebol bem jogado.»
Outro nível
«Não vamos pedir nada de mais aos jogadores, nada que não lhes tenhamos pedido nos outros jogos. É óbvio que o factor emocional vai elevá-los para patamares motivacionais intensos e logo veremos. Penso que será decisivo termos uma boa entrada e espero que valha a pena como espectáculo.»
Medidas anti-futebol
«Isso remete-nos para a questão da legalidade das claques, matéria sobre a qual percebo pouco. Pelo menos, damo-nos por felizes por as nossas serem legais. Será talvez a segunda pior decisão anti-futebol que o Benfica teve, porque a primeira foi recomendarem aos seus adeptos que não assistissem aos jogos fora. Esta surge na continuidade, é mais uma medida anti-futebol e, portanto, não é nada de surpreendente.»
Talento e controlo
«O Hulk e o Sapunaru são dois jogadores de grande talento e de grande controlo emocional. O que se passou, ou o que não se passou, já passou e os jogadores estão conscientes do que têm que fazer em campo e isso é que faz a diferença.»
Que lhe corra bem
«Se não me engano, é o primeiro clássico do Duarte Gomes. Que lhe corra bem. É a única coisa que lhe posso desejar. Que todas as decisões sejam correctas.»
Dificuldade de escolha
«Hoje treinámos a um nível fora do normal. Todos muito competitivos, todos muito disponíveis, não só o Rúben, que teve um bom momento na selecção, mas todos os outros, o que aumenta a dificuldade de escolha do treinador.»
Alto rendimento
«[A distinção do FC Porto como melhor equipa mundial no mês de Março pela IFFHS] É sinal de que aquilo que fizemos em Março foi bom e, se calhar, o que fizemos em Março reflectiu-se naquilo que é actualmente a tabela classificativa. O Benfica tinha sido considerada a melhor equipa de Fevereiro e nós, que já tínhamos sido distinguidos em Dezembro, mantivemos o nosso rendimento desportivo em Janeiro, Fevereiro e Março.»
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Maicon, Álvaro Pereira, Fucile, Rolando, Sapunaru e Otamendi.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Fernando, Rúben Micael, Cristian Rodríguez, James e Varela.
Avançados: Falcão e Hulk.
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liga zon sagres 2010/2011
Pinto da Costa entre banco e bancada
Presidente portista só decide hoje em que cadeira vai assistir ao clássico. Dúvida para desfazer perto do início do encontro na Luz. A perspectiva duma opção raríssima do líder dos dragões nas últimas temporadas.
A presença de Pinto da Costa, hoje, no banco portista frente ao Benfica é uma incerteza que deverá prevalecer até muito perto do início do encontro no Estádio da Luz. A possibilidade ganhou lugar na corrente noticiosa a meio desta semana e o presidente do FC Porto poderá, então, acompanhar o clássico mesmo, mesmo em cima dos acontecimentos, ao lado de Villas Boas e o mais próximo possível dos jogadores que entram nos planos do treinador para um jogo que decidirá o título do campeonato a favor dos dragões, em caso de vitória portista.
Há muito tempo que Pinto da Costa não é visto a assistir a uma partida oficial do FC Porto sentado no banco de suplentes. O clássico de hoje poderá ser uma raríssima excepção nos últimos anos, se o presidente dos azuis-e-brancos decidir que vai estar mesmo ao lado da equipa na discussão com os encarnados. Trata-se de uma ocasião insólita, nunca o dragão agarrou o título na Luz e o pormenor afecta, naturalmente, a carga de emotividade que o jogo encerra. Esta é, seguramente, uma das visitas mais especiais de sempre do FC Porto ao palco da águia e a mobilização, entre os azuis-e-brancos e à volta do grande objectivo da equipa de Villas Boas, é mesmo geral, um facto que também deve ser olhado como influenciador da decisão de Pinto da Costa em pensar quebrar os hábitos dos últimos tempos para regressar ao banco num desafio tão especial.
fonte: abola.pt
A presença de Pinto da Costa, hoje, no banco portista frente ao Benfica é uma incerteza que deverá prevalecer até muito perto do início do encontro no Estádio da Luz. A possibilidade ganhou lugar na corrente noticiosa a meio desta semana e o presidente do FC Porto poderá, então, acompanhar o clássico mesmo, mesmo em cima dos acontecimentos, ao lado de Villas Boas e o mais próximo possível dos jogadores que entram nos planos do treinador para um jogo que decidirá o título do campeonato a favor dos dragões, em caso de vitória portista.
Há muito tempo que Pinto da Costa não é visto a assistir a uma partida oficial do FC Porto sentado no banco de suplentes. O clássico de hoje poderá ser uma raríssima excepção nos últimos anos, se o presidente dos azuis-e-brancos decidir que vai estar mesmo ao lado da equipa na discussão com os encarnados. Trata-se de uma ocasião insólita, nunca o dragão agarrou o título na Luz e o pormenor afecta, naturalmente, a carga de emotividade que o jogo encerra. Esta é, seguramente, uma das visitas mais especiais de sempre do FC Porto ao palco da águia e a mobilização, entre os azuis-e-brancos e à volta do grande objectivo da equipa de Villas Boas, é mesmo geral, um facto que também deve ser olhado como influenciador da decisão de Pinto da Costa em pensar quebrar os hábitos dos últimos tempos para regressar ao banco num desafio tão especial.
fonte: abola.pt
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liga zon sagres 2010/2011,
Presidente Pinto da Costa,
titulo nacional
segunda-feira, 21 de março de 2011
F.C.Porto 3-1 Académica . Só nos falta mais uma.
assistência: 46.006 espectadores.
Árbitro: André Gralha (Santarém), Assistentes: Luís Marcelino e Luís Cabral; Quarto Árbitro: Humberto Teixeira.
FC PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Maicon e Fucile; Fernando, Guarín e Fucile; Hulk, Falcao «cap.» e Varela.
Substituições: Fernando por João Moutinho (60m), Varela por Rúben Micael (75m) e Hulk por Mariano (80m).
Não utilizados: Helton, Rodríguez, Sereno e James.
Treinador: André Villas-Boas.
ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes «cap.» e Hélder Cabral; Nuno Coelho e Diogo Melo; Hugo Morais, Addy e Sougou; Diogo Valente.
Substituições: Hélder Cabral por Laionel (46m), Diogo Valente por Carreño (67m).
Não utilizados: Ricardo, Sow, Bischoff, Grilo e Pedro Costa.
Treinador: Ulisses Morais.
Marcadores: Addy (31m), Guarín (54m), Maicon (62m), Varela (74m).
Disciplina: cartão amarelo a Diogo Melo (12m), Maicon (28m), Hugo Morais (38m), Addy (50m), Belluschi (53m), Diogo Valente (57m), Luiz Nunes (66m).
O Estádio do Dragão encheu-se, este domingo, para ver os quase campeões nacionais triunfarem sobre a Académica por 3-1, com golos de Guarín (54’), Maicon (62’) e Varela (73’), em jogo a contar para a 24ª jornada da I Liga.
Apesar da derrota, a Académica bem pode orgulhar-se da sua prestação dentro das quatro linhas da casa do Dragão, jogando cara-a-cara com o invicto FC Porto no campeonato português.
Árbitro: André Gralha (Santarém), Assistentes: Luís Marcelino e Luís Cabral; Quarto Árbitro: Humberto Teixeira.
FC PORTO: Beto; Fucile, Rolando, Maicon e Fucile; Fernando, Guarín e Fucile; Hulk, Falcao «cap.» e Varela.
Substituições: Fernando por João Moutinho (60m), Varela por Rúben Micael (75m) e Hulk por Mariano (80m).
Não utilizados: Helton, Rodríguez, Sereno e James.
Treinador: André Villas-Boas.
ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes «cap.» e Hélder Cabral; Nuno Coelho e Diogo Melo; Hugo Morais, Addy e Sougou; Diogo Valente.
Substituições: Hélder Cabral por Laionel (46m), Diogo Valente por Carreño (67m).
Não utilizados: Ricardo, Sow, Bischoff, Grilo e Pedro Costa.
Treinador: Ulisses Morais.
Marcadores: Addy (31m), Guarín (54m), Maicon (62m), Varela (74m).
Disciplina: cartão amarelo a Diogo Melo (12m), Maicon (28m), Hugo Morais (38m), Addy (50m), Belluschi (53m), Diogo Valente (57m), Luiz Nunes (66m).
O Estádio do Dragão encheu-se, este domingo, para ver os quase campeões nacionais triunfarem sobre a Académica por 3-1, com golos de Guarín (54’), Maicon (62’) e Varela (73’), em jogo a contar para a 24ª jornada da I Liga.
Apesar da derrota, a Académica bem pode orgulhar-se da sua prestação dentro das quatro linhas da casa do Dragão, jogando cara-a-cara com o invicto FC Porto no campeonato português.
A equipa de Coimbra, depois de uma má fase no campeonato português, conseguiu reencontrar-se e só não foi capaz de sair com os três pontos na jornada 24 porque encontrou um Dragão determinado a celebrar o titulo de campeão nacional o mais rápido possível.
A turma de Ulisses Morais foi a primeira a inaugurar o marcador, por intermédio de David Addy ao minuto 31, numa excelente jogada rápida da equipa de Coimbra e que culminou com um chapéu do jogador emprestado pelos azuis e brancos a Beto, que esta noite substituiu Helton na baliza.
O FC Porto saiu para o intervalo a perder por 1-0 mas no segundo tempo a vontade e ansiedade que os portistas imprimiram dentro de campo acabaram por ditar o inevitável: o triunfo dos azuis e brancos.
Ao minuto 54, o já suspeito de costume Freddy Guarín estabeleceu novamente o empate após uma boa jogada individual de Belluschi, um dos que não descansou enquanto não viu a bola a bater dentro da baliza da Académica. Logo de seguida, Maicon e Silvestre Varela fizeram a vontade ao “Samurai” argentino, selando o resultado em 3-1, ao som de «Campeões, Campeões, nós somos Campeões», entoado pelos 46 mil adeptos presentes no Dragão.
A turma de Ulisses Morais foi a primeira a inaugurar o marcador, por intermédio de David Addy ao minuto 31, numa excelente jogada rápida da equipa de Coimbra e que culminou com um chapéu do jogador emprestado pelos azuis e brancos a Beto, que esta noite substituiu Helton na baliza.
O FC Porto saiu para o intervalo a perder por 1-0 mas no segundo tempo a vontade e ansiedade que os portistas imprimiram dentro de campo acabaram por ditar o inevitável: o triunfo dos azuis e brancos.
Ao minuto 54, o já suspeito de costume Freddy Guarín estabeleceu novamente o empate após uma boa jogada individual de Belluschi, um dos que não descansou enquanto não viu a bola a bater dentro da baliza da Académica. Logo de seguida, Maicon e Silvestre Varela fizeram a vontade ao “Samurai” argentino, selando o resultado em 3-1, ao som de «Campeões, Campeões, nós somos Campeões», entoado pelos 46 mil adeptos presentes no Dragão.
A I Liga pára durante duas semanas devido aos compromissos com os jogos das selecções que se realizam durante a próxima semana.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «A Académica teve oportunidades e nós também, não se resume só à segunda parte. Foi decisivo termos chegado ao golo o mais rapidamente possível. Houve muito querer dos jogadores e um sinal muito forte do nosso objectivo. A mensagem ao intervalo não foi nada de especial, passei apenas tranquilidade. Este estádio gera um certo tipo de ansiedade e de exigência máxima. Continuo a alertar para o caso do Dortmund, que teve 13 pontos de vantagem e agora só tem sete. O jogo da Luz não é mais especial. Recordo que o Benfica teve essa oportunidade aqui no ano passado e deu no que deu.»
Maicon: «Queremos ser campeões. O golo que marquei foi importante para manter a equipa na sequência de vitórias. Venho trabalhando constantemente para manter a titularidade. O futebol é assim. As críticas só servem para crescer e dei a volta por cima. O treinador mandou-nos continuar a ter o ritmo do jogo. Sabemos que a Académica é muito forte. Foi das poucas que nos deu muito trabalho aqui no Dragão, mas graças a Deus conseguimos a vitória.»
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domingo, 20 de março de 2011
Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Académica - Liga Zon Sagres
A equipa do FC Porto está totalmente concentrada no desafio com a Académica, que visita o Dragão no domingo (20h15). O «clássico» não passa ainda pela cabeça dos portistas, até porque pode perder significado no caso dos «estudantes» impedirem o Dragão de triunfar. Em conferência de imprensa, André Villas-Boas lembrou que ainda «faltam muitas jornadas», pelo que o campeonato continua em aberto.
Gestão do plantel
«Há uma série de factores que é preciso ter em conta. Temos um grande número de jogadores em perigo de exclusão, tivemos um calendário de jogos apertado e intenso. Há ainda o facto de este ser um jogo decisivo para as nossas contas. Encontra-se dentro do objectivo que estipulamos, de cinco vitórias. Não temos o jogo da Luz na mente, porque ele só faz sentido se nos mantivermos na senda de cinco jogos a ganhar. Temos de conquistar esta vitória frente à Académica e depois enfrentar o último e grande desafio, que será o Benfica.»
Campeonato em aberto
«Não podemos imaginar que isto está feito, temos de vencer a Académica e só depois pensar no próximo jogo. A distância pontual é considerável, mas faltam muitas jornadas. Um resultado negativo com a Académica e na Luz podia alimentar o sonho do Benfica, que é uma equipa bem liderada, como tenho dito. Continuo a dizer que o desafio ainda é complicado.»
Adversário «especial»
«Considero a Académica um clube especial, que me abriu as portas. No ano passado, atingimos o principal objectivo, que era a permanência, e alimentámos o sonho da final da Taça da Liga. Não posso é deixá-los vencer. Temos a plena consciência do que o Ulisses Morais está a fazer. Jorge Costa e José Guilherme deixaram uma base para trabalhar, o Ulisses motivou os jogadores e fê-los acreditar. Ganharam em Guimarães, venceram o Leiria em casa e empataram no terreno do Nacional. Sabemos que só podemos vencer estando a um alto nível.»
Futuro na Europa
«Não percebo como dizem que o Spartak será fácil. Todos os treinadores querem vencer esta competição. O Spartak vem da fase de grupos da UEFA Champions League, em que venceu em casa do Marselha. Eliminaram o Ajax e se estão nos quartos-de-final é porque têm mérito. O papel de favorito não serve a ninguém. Vamos jogar de novo no relvado sintético e isso é complicado dentro da sobrecarga competitiva que estamos a ter. Registamos com agrado os elogios e o apreço internacional, os jogadores merecem e garantem maior exposição. A marca FC Porto colhe frutos. Porém, isso serve-nos de pouco se formos eliminados nos quartos-de-final.»
Plantel motivado
«A convocatória para a selecção é um estímulo enorme para um jogador com a qualidade do Rúben. Continuo a reforçar nas várias conferências de imprensa que estes jogadores formam um grupo forte, unido, com enorme desejo de ser campeão. O Walter é um caso entre os que jogam menos vezes, mas há também o Souza, o Sereno, o Beto, o Pawel Kieszek, o Cristian Rodríguez. A presença deles pode acontecer a qualquer momento. O sucesso da equipa é o sucesso de todos.»
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOSGuarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Fucile, Rolando, Sereno, Maicon e Alvaro Pereira.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Mariano, Fernando e Ruben Micael.
Avançados: Falcão, Rodríguez, Hulk, Varela e James.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Clássico joga-se a 3 de Abril!
O jogo da 25.ª jornada da Liga entre Benfica e FC Porto, que pode dar o título aos azuis-e-brancos, vai disputar-se a 3 de Abril, a partir das 20.30 horas, no Estádio da Luz.
O clássico, jogo grande da ronda 25, será transmitido em directo pela Sport TV.
Esperamos uma vitória clara do nosso FCPorto, visto que o campeonato já está praticamente decidido.
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terça-feira, 15 de março de 2011
Leiria 0-2 F.C.Porto . Titulo quase quase nosso.
assistência: --- espectadores.
Árbitro: Cosme Machado (AF Braga), Assistentes: Alfredo Braga e Inácio Pereira; Quarto árbitro: Hugo Pacheco.
UNIÃO DE LEIRIA: Gottardi; Paulo Vinícius, Bruno Miguel e Zé António; Hugo Gomes, Marcos Paulo, Iturra, Rúben Brígido e Patrick; Cacá e Fabrício.
Substituições: Hugo Gomes por Panandetiguiri (66m), Rúben Brígido por Pateiro (74m) e Iturra por Leandro Lima (83m).
Não utilizados: Mika, Mamadou Tall, Diogo Amado e João Silva.
Treinador: Pedro Caixinha.
FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro Pereira; Guarín, João Moutinho e Belluschi; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Varela por James (55m), João Moutinho por Ruben Micael (77m) e Falcao por Cristian Rodríguez (77m).
Não utilizados: Beto, Otamendi, Fernando e Mariano.
Treinador: André Villas-Boas.
Marcadores: Guarín (59m) e Hulk (92m, g.p.).
Disciplina: cartão amarelo para Belluschi (31m), Fucile (46m), João Moutinho (76m), Gottardi (92m) e Hulk (93m).
O FC Porto venceu a União de Leiria, por 0-2, e deu mais um passo na sua caminhada triunfal rumo ao título de campeão nacional. Os dragões somaram hoje a 21ª vitória em 23 jogos no campeonato (apenas dois empates) e levam já 13 pontos de vantagem sobre o 2º classificado, faltando duas vitórias para a festa azul e branca.
Num encontro pouco emotivo, disputado num ritmo baixo e sem grandes oportunidades de golo, o FC Porto só conseguiu construir o triunfo na segunda parte, face à resistência defensiva dos anfitriões no primeiro tempo.
Os leirienses, comandados por Pedro Caixinha, apostaram em conter as iniciativas ofensivas dos dragões, recorrendo de forma pragmática à defesa e fechando os espaços a Hulk, Falcao e companhia, espreitando apenas o contra-ataque. A formação de André Villas-Boas dominou claramente a primeira parte, mas também pouco conseguiu incomodar o guardião Gottardi.
No entanto, por duas vezes reclamou-se penálti a favor dos dragões, sempre por suposto derrube de Kaká a Belluschi, mas o árbitro Cosme Machado assim não entendeu.
Foi assim preciso esperar pela segunda parte para o FC Porto chegar à vitória. Guarín, o herói improvável de Moscovo, devido ao golo ao CSKA na última quinta-feira para a Liga Europa, voltou a brilhar com um remate de fora da área muito colocado, a 98 kms/h, que apanhou desprevenido o guardião Gottardi, assinando o 0-1 aos 59'.
Numa hegemonia praticamente absoluta dos forasteiros, Falcao podia ter aumentado para 2-0 aos 74', depois de um passe soberbo de Belluschi, mas Gottardi conseguiu adiar até ao minuto 90, quando acabou por cometer penálti sobre Hulk. Na conversão do castigo máximo, o 'Incrível' não perdoou e fez o seu 20º golo no campeonato, encerrando uma série de oito jogos sem golos.
O FC Porto eleva assim a sua vantagem para 13 pontos e poderá vir a celebrar o título no estádio do 2º classificado.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «Faltam-nos apenas duas vitórias para atingirmos o nosso objectivo interno: com a Académica e com o Benfica. Esse percurso leva-nos ao título. É um percurso que o nosso adversário também tinha traçado. Felizmente para nós correu bem e para eles correu mal. 13 pontos é uma diferença muito importante para um campeão nacional que investiu bastante, muito competente, que muito dificilmente não seria campeão este ano e, afinal, as coisas estão como estão. Campeão na Luz? É preciso ter algum cuidado. O Benfica tinha essa motivação extra no ano passado e não lhes correu bem. O mais importante é focalizarmo-nos no nosso objectivo».
Hulk: «Se sentia ansiedade? Não. Estou habituado a fazer vários golos, é sempre complicado quando há uma sequência de jogos sem marcar. O importante é que a equipa está bem, todos concentrados e dar o máximo. Independentemente de quem marca, o importante são os três pontos. Nada está ganho. Temos de manter a mesma humildade. Sabemos que temos um grupo de qualidade e a prova disso é a série que estamos a fazer. Sabemos quanto nos custou perder o título na época passada. Temos tudo para ganhar este ano e vamos vencer.».
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Antevisão do Jogo - Leiria x FCPorto - Liga Zon Sagres
Na antevisão do desafio no terreno da União de Leiria, André Villas-Boas lembrou que o objectivo interno do FC Porto se mantém. Os Dragões querem completar um ciclo de cinco vitórias e já ultrapassaram os dois primeiros obstáculos. Não vai haver «relaxamento» nem poupanças frente aos leirienses, de forma a que, na 25.ª jornada, no clássico com o Benfica, o título esteja muito perto.
Campeonato em aberto
«Temos que lutar contra esta história do campeonato acabado de uma forma agressiva. É uma história que não engana ninguém. Para algumas pessoas ligadas ao Benfica, o campeonato já tinha acabado em Novembro, depois dos 5-0. É uma falsidade, porque sempre alimentaram a esperança de ser campeões. Pelo que conheço do treinador do Benfica, ele não abdica do sonho de poder ganhar mais coisas e qualquer encurtamento de pontos fará renascer a esperança em revalidar o título. Não vai haver qualquer tipo de poupanças da nossa parte, não há qualquer discurso de campeonato terminado.»
Competência para o título
«Não se pode vender falsos objectivos e não se pode não sonhar quando ainda faltam oito jornadas para terminar. Este não é o único campeonato da Europa que está nestas condições. Acreditamos que este campeonato está vivo. Queremos ‘matar’ o campeonato com a nossa competência e precisamos de mais três vitórias.»
Sem relaxamento
«Não prevejo qualquer relaxamento. O nosso objectivo é conquistar o campeonato e enquanto não o conseguirmos não estaremos tranquilos. Esta distância aumentada dá-nos um panorama diferente. Pode permitir chegar a esse quinto jogo que faz parte do nosso objectivo interno e atingir uma diferença maior que nos dê praticamente o título. Para já vamos pensar em vencer o Leiria e depois teremos os outros dois jogos.»
Todos a postos
«O Guarín e Hulk estão em plenas condições. Temos três dias de recuperação para este jogo, que são mais do que suficientes.»
Adversário difícil
«O Leiria precisa de encontrar-se em termos de resultados. É uma quebra regular, que acontece ano após ano em equipas que fazem primeiras voltas estrondosas. Salvo erro, têm duas vitórias nos últimos nove jogos e esse é um número que eles querem inverter. Defrontar o líder dá-lhes motivação extra e acredito que isso é suficiente para alimentar o sonho de ganhar ao FC Porto. Contamos com um jogo difícil.»
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOSGuarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Álvaro Pereira, Fucile, Maicon, Rolando e Otamendi.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Fernando, Mariano Gonzalez e Rúben Micael.
Avançados: Falcão, Christian Rodríguez, Hulk, Varela e James Rodriguez.
PS - Votem na sondagem que se encontra do lado direito do blogue em cima.
domingo, 6 de março de 2011
FCPorto 2-0 V. Guimarães . Boa 2ª Parte coloca Porto mais perto do título
assistência: 36.419 espectadores.
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto), Assistentes: José Ramalho e José Luís Melo; Quarto árbitro: Cosme Machado.
FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Varela, Falcao e James.
Substituições: Belluschi por Guarín (54m), Varela por Rodríguez (64m) e James por Rúben Micael (81m).
Não utilizados: Beto, Mariano, Sapunaru e Otamendi.
Treinador: André Villas-Boas.
V GUIMARÃES: Nilson; Alex, N’Diaye, Cléber e Bruno Teles; Renan, João Alves «cap.» e Jorge Ribeiro; João Ribeiro, Toscano e Targino.
Substituições: Jorge Ribeiro por João Pedro (61m), Toscano por Rafa (61m) e João Ribeiro por Edgar (70m).
Não utilizados: Douglas, Faouzi, Flávio Meireles e Anderson.
Treinador: Manuel Machado.
Marcadores: Falcao (67m) e Rodríguez (90m).
Disciplina: cartão amarelo a Jorge Ribeiro (7m), Rolando (7m), João Ribeiro (45m), Rafa (64m), Alex (73m), João Alves (80m), N’Diaye (83m e 87m); cartão vermelho a N’Diaye (87m).
O FC Porto venceu o Vitória de Guimarães por 2-0, com golos de Falcao (67') e Cristian Rodríguez (91'), no Estádio do Dragão, em jogo da 22ª jornada, colocando-se provisoriamente a onze pontos do segundo classificado.
Uma primeira parte muito equilibrada entre duas equipas que lutavam por objectivos diferentes na presente temporada da I Liga. Os portistas, líderes isolados na tabela, procuravam aumentar vantagem sobre o segundo classificado, o Benfica, enquanto o Vitória de Guimarães, quinto classificado, procurava não descer mais para manter-se nos lugares de acesso às competições europeias.
O FC Porto foi a equipa com mais oportunidades de golo de todo o primeiro tempo mas também mostrou-se muito desconcentrada nos passes.
A melhor jogada deu-se ao minuto 27, com Belluschi a combinar bem com Alvaro Pereira e o uruguaio a surpreender a defesa minhota com um cruzamento/remate do lado esquerdo. Falcao também esteve perto do golo, dez minutos depois, num cabeceamento que permitiu a Nilson uma grande defesa.
O Vitória de Guimarães mostrou-se muito competente no meio-campo nos primeiros 45 minutos mas no segundo tempo não fez um único remate que levasse perigo à baliza de Helton.
No segundo tempo, os portistas entraram mais determinados e encostaram a equipa minhota junto da baliza de Nilson. Depois de várias tentativas, os Dragões conseguiram desfazer o nulo no marcador graças à perspicácia e talento de Radamel Falcao e James Rodríguez, ambos colombianos.
O primeiro golo do encontro aconteceu ao minuto 67, depois de um excelente passe de James Rodríguez a isolar o seu conterrâneo Falcao que na cara de Nilson encontrou o melhor ângulo para fazer balançar as redes.
Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto), Assistentes: José Ramalho e José Luís Melo; Quarto árbitro: Cosme Machado.
FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro; Fernando, Belluschi e João Moutinho; Varela, Falcao e James.
Substituições: Belluschi por Guarín (54m), Varela por Rodríguez (64m) e James por Rúben Micael (81m).
Não utilizados: Beto, Mariano, Sapunaru e Otamendi.
Treinador: André Villas-Boas.
V GUIMARÃES: Nilson; Alex, N’Diaye, Cléber e Bruno Teles; Renan, João Alves «cap.» e Jorge Ribeiro; João Ribeiro, Toscano e Targino.
Substituições: Jorge Ribeiro por João Pedro (61m), Toscano por Rafa (61m) e João Ribeiro por Edgar (70m).
Não utilizados: Douglas, Faouzi, Flávio Meireles e Anderson.
Treinador: Manuel Machado.
Marcadores: Falcao (67m) e Rodríguez (90m).
Disciplina: cartão amarelo a Jorge Ribeiro (7m), Rolando (7m), João Ribeiro (45m), Rafa (64m), Alex (73m), João Alves (80m), N’Diaye (83m e 87m); cartão vermelho a N’Diaye (87m).
O FC Porto venceu o Vitória de Guimarães por 2-0, com golos de Falcao (67') e Cristian Rodríguez (91'), no Estádio do Dragão, em jogo da 22ª jornada, colocando-se provisoriamente a onze pontos do segundo classificado.
Uma primeira parte muito equilibrada entre duas equipas que lutavam por objectivos diferentes na presente temporada da I Liga. Os portistas, líderes isolados na tabela, procuravam aumentar vantagem sobre o segundo classificado, o Benfica, enquanto o Vitória de Guimarães, quinto classificado, procurava não descer mais para manter-se nos lugares de acesso às competições europeias.
O FC Porto foi a equipa com mais oportunidades de golo de todo o primeiro tempo mas também mostrou-se muito desconcentrada nos passes.
A melhor jogada deu-se ao minuto 27, com Belluschi a combinar bem com Alvaro Pereira e o uruguaio a surpreender a defesa minhota com um cruzamento/remate do lado esquerdo. Falcao também esteve perto do golo, dez minutos depois, num cabeceamento que permitiu a Nilson uma grande defesa.
O Vitória de Guimarães mostrou-se muito competente no meio-campo nos primeiros 45 minutos mas no segundo tempo não fez um único remate que levasse perigo à baliza de Helton.
No segundo tempo, os portistas entraram mais determinados e encostaram a equipa minhota junto da baliza de Nilson. Depois de várias tentativas, os Dragões conseguiram desfazer o nulo no marcador graças à perspicácia e talento de Radamel Falcao e James Rodríguez, ambos colombianos.
O primeiro golo do encontro aconteceu ao minuto 67, depois de um excelente passe de James Rodríguez a isolar o seu conterrâneo Falcao que na cara de Nilson encontrou o melhor ângulo para fazer balançar as redes.
Até ao final do encontro, o FC Porto fez de tudo para dilatar a vantagem e já para lá do minuto 90 Cristian Rodríguez, que entrou para o lugar de Varela no segundo tempo, fez o segundo golo para os portistas, num lance muito semelhante ao primeiro tento.
A oito jornadas do fim, o FC Porto continua isolado na liderança com 62 pontos, mais onze que o segundo classificado.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «O FC Porto teve o controlo do jogo. Na primeira parte, o Vitória de Guimarães fez um remate e isso valoriza o FC Porto. O Vitória de Guimarães é uma equipa em crescendo. E não se pense que as equipas vêm aqui e ‘abrem as pernas’, não é bem assim. O meu discurso será o mesmo enquanto matematicamente não formos campeões. Vamos tentar manter esta vantagem, que é importante, e encarar os próximos jogos com positivismo.»
Guarín: «Ainda faltam oito jornadas, temos de continuar assim até final, mas o destino está nas nossas mãos. Jogo a jogo, estamos mais perto do nosso objectivo. Queremos continuar a demonstrar em todos os campos que este é o FC Porto.»
Fernando: «Faltam três vitórias para alcançarmos o nosso o objectivo, o título nacional. O jogo estava difícil mas conseguimos evoluir e chegámos à vitória. Em termos pessoais, penso que estou a melhorar. Estive dois meses parado, o que é sempre complicado, mas agora já estou melhor. Agora, temos alguns dias para recuperar e preparar o jogo em Moscovo.»
Cristian Rodríguez: «É mais uma vitória para chegar aos nossos objectivos que é ser campeões. Estamos contentes mais ainda falta muto trabalho. O Guimarães esteve muito defensivo e não cometeu erros, na segunda parte abriu mais espaço e com o golo de Falcao facilitou mais as coisas para o FC Porto. Qualquer jogador quer jogar e ter um futuro melhor mas para isso temos de continuar a trabalhar.»
A oito jornadas do fim, o FC Porto continua isolado na liderança com 62 pontos, mais onze que o segundo classificado.
DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «O FC Porto teve o controlo do jogo. Na primeira parte, o Vitória de Guimarães fez um remate e isso valoriza o FC Porto. O Vitória de Guimarães é uma equipa em crescendo. E não se pense que as equipas vêm aqui e ‘abrem as pernas’, não é bem assim. O meu discurso será o mesmo enquanto matematicamente não formos campeões. Vamos tentar manter esta vantagem, que é importante, e encarar os próximos jogos com positivismo.»
Guarín: «Ainda faltam oito jornadas, temos de continuar assim até final, mas o destino está nas nossas mãos. Jogo a jogo, estamos mais perto do nosso objectivo. Queremos continuar a demonstrar em todos os campos que este é o FC Porto.»
Fernando: «Faltam três vitórias para alcançarmos o nosso o objectivo, o título nacional. O jogo estava difícil mas conseguimos evoluir e chegámos à vitória. Em termos pessoais, penso que estou a melhorar. Estive dois meses parado, o que é sempre complicado, mas agora já estou melhor. Agora, temos alguns dias para recuperar e preparar o jogo em Moscovo.»
Cristian Rodríguez: «É mais uma vitória para chegar aos nossos objectivos que é ser campeões. Estamos contentes mais ainda falta muto trabalho. O Guimarães esteve muito defensivo e não cometeu erros, na segunda parte abriu mais espaço e com o golo de Falcao facilitou mais as coisas para o FC Porto. Qualquer jogador quer jogar e ter um futuro melhor mas para isso temos de continuar a trabalhar.»
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Tribunal d'O JOGO - liga ZON Sagres 2010/11, 22ª jornada
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sábado, 5 de março de 2011
Antevisão do Jogo - F.C.Porto x V. Guimarães - Liga Zon Sagres
A semana de trabalho foi bem conseguida e o FC Porto prepara-se para fazer «um bom jogo» frente ao Vitória de Guimarães. A garantia é do treinador André Villas-Boas, que sabe que os vimaranenses podem apresentar um «factor surpresa», mas que confia na competência e motivação do plantel para vencer mais um encontro no Dragão.
Demonstração de força
«Não teremos esse sentimento de revolta por termos perdido pontos na primeira volta. O que queremos é continuar dentro do objectivo estabelecido. Em Olhão, conseguimos a primeira de cinco vitórias que queremos atingir. Se não, teremos outro ciclo de cinco jogos para resolver o campeonato. Mas seria uma demonstração de força se o conseguíssemos trilhar, contra um Vitória que se tem mantido sempre dentro dos objectivos para esta época e que está às portas de uma final da Taça. É um adversário de prestígio, que sofre sempre muitas entradas e saídas, mas que se mantém fiel ao estilo de jogo e à sua forma de jogar. Nesse sentido, é uma equipa da qual esperamos grandes dificuldades.»
Estratégias do adversário
«Jogar contra o Guimarães fora ou em casa, é sempre extremamente complicado. Ano após ano, sofrem mudanças, mas mantêm-se sempre dentro dos objectivos. O Guimarães tem um treinador que, de jogo para jogo, gosta de adoptar estratégias diferentes, que não são fáceis de analisar. Podem causar alguma surpresa, até pela introdução de jogadores diferentes no ‘onze’. Confiamos na nossa organização, mas tendo em conta esse factor surpresa.»
Empenho e competência
«Tivemos uma semana boa de recuperação e de trabalho, dentro dos nossos princípios. Os dois dias de folga foram essenciais para a recuperação mental e depois trabalhámos de forma muito forte nesta semana. Podemos fazer um bom jogo, dependendo da forma como entrarmos e encararmos o adversário. Se formos competentes, triunfaremos. Se não estivermos comprometidos, podemos ter problemas e perder pontos.»
Manter a motivação
«É perfeitamente possível e enquadrável não sermos campeões. Já nos foi apontado um possível ciclo negativo, a que respondemos com uma boa série de vitórias. Estamos confiantes de que vamos levar este percurso até ao fim, mas o futebol é imprevisível e encaro sempre essa possibilidade. Só um FC Porto no topo da motivação e do compromisso pode manter esta vantagem. Não há melhor motivação do que acreditar no título. Se os outros sentem isso, nós temos razões para nos sentirmos ameaçados e manter um elevado nível motivacional e triunfar.»
Objectivo: título
«Relativamente ao que disse o Alvaro, não é uma obrigação terminarmos invictos. Podemos manter a invencibilidade com nove empates e perdemos o campeonato. Compreendo que possa ser um estímulo, mas sem títulos isso não tem valor. O nosso compromisso é o de pensar em vitória após vitória, que nos leve ao título desejado. O facto de termos vários jogadores com quatro amarelos até inibe certo tipo de comportamentos negativos, como no caso do Hulk e do Helton, que estiveram muitos jogos à beira da suspensão. Vamos manter-nos assim e vamos vendo.»
fonte: fcporto.pt
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Sapunaru, Rolando, Fucile, Otamendi, Maicon e Alvaro Pereira.
Médios: Fernando, Moutinho, Guarín, Ruben Micael e Belluschi.
Avançados: Cristian Rodríguez, James, Varela, Mariano e Falcão.
Defesas: Sapunaru, Rolando, Fucile, Otamendi, Maicon e Alvaro Pereira.
Médios: Fernando, Moutinho, Guarín, Ruben Micael e Belluschi.
Avançados: Cristian Rodríguez, James, Varela, Mariano e Falcão.
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progonóstico só no fim do jogo
Walter e Souza de fora...
Walter e Souza são reincidentes nas ausências das convocatórias. Logo escapam àquele princípio de rotatividade ou jogadores de mão de Villas Boas, com características para determinadas circunstâncias. Isto porque já estão fora de mão há algum tempo.
Souza, por exemplo, falhou as três últimas chamadas (Sevilha, por duas vezes, e Olhão), enquanto Walter as duas derradeiras, com a equipa da Andaluzia e do Olhanense, como Sereno. Embora o caso do defesa central seja diferente e se enquadre perfeitamente na tal janela de oportunidades pontuais, atendendo à sua polivalência.
Já no que diz respeito a Walter e Souza, o caso muda e figura. Mormente bigorna, porque se trata de um avançado e, contrariamente aos médios, que são muitos e de qualidade, todos são poucos para atacar o título.
E por muito que Villas Boas diga que está contente com Walter e só não o convoca por estratégia ou por ter outras opções mais válidas, nem por isso deixa de ser estranho deixar o brasileiro na bancada. A não ser que esteja a ser trabalhado... para a próxima época. Já com o médio Souza, outros problemas se levantarão, que terão a ver com desenquadramento da realidade.
Souza, por exemplo, falhou as três últimas chamadas (Sevilha, por duas vezes, e Olhão), enquanto Walter as duas derradeiras, com a equipa da Andaluzia e do Olhanense, como Sereno. Embora o caso do defesa central seja diferente e se enquadre perfeitamente na tal janela de oportunidades pontuais, atendendo à sua polivalência.
Já no que diz respeito a Walter e Souza, o caso muda e figura. Mormente bigorna, porque se trata de um avançado e, contrariamente aos médios, que são muitos e de qualidade, todos são poucos para atacar o título.
E por muito que Villas Boas diga que está contente com Walter e só não o convoca por estratégia ou por ter outras opções mais válidas, nem por isso deixa de ser estranho deixar o brasileiro na bancada. A não ser que esteja a ser trabalhado... para a próxima época. Já com o médio Souza, outros problemas se levantarão, que terão a ver com desenquadramento da realidade.
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sábado, 29 de janeiro de 2011
Belluschi suspenso por um jogo
O médio argentino Fernando Belluschi, do FC Porto, foi suspenso um jogo pela Comissão Disciplinar da Liga.
Belluschi completou uma série de cinco cartões amarelos diante do Nacional, razão pela qual não será opção para André Villas Boas no encontro da 18.ª jornada com o Rio Ave.
Da recepção ao Nacional, que os azuis-e-brancos venceram por 3-0, resultou ainda uma multa de 1000 euros à SAD portista, por reincidência no comportamento incorrecto do público.
Belluschi completou uma série de cinco cartões amarelos diante do Nacional, razão pela qual não será opção para André Villas Boas no encontro da 18.ª jornada com o Rio Ave.
Da recepção ao Nacional, que os azuis-e-brancos venceram por 3-0, resultou ainda uma multa de 1000 euros à SAD portista, por reincidência no comportamento incorrecto do público.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Nacional - Liga Zon Sagres
O FC Porto não vai encarar o desafio frente ao Nacional (quarta-feira, 19h45) com espírito de «vingança». Quem o garante é o treinador André Villas-Boas, que abordou, em conferência de imprensa, o encontro que pode deixar os Dragões com 11 pontos de avanço no topo da classificação da Liga.
LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Sapunaru, Rolando, Maicon, Fucile, Emídio Rafael e Otamendi.
Médios: Rúben Micael, Guarín, Belluschi, Souza, João Moutinho e Fernando.
Avançados: Rodriguez, Hulk, Varela, Walter e James.
Defesas: Sapunaru, Rolando, Maicon, Fucile, Emídio Rafael e Otamendi.
Médios: Rúben Micael, Guarín, Belluschi, Souza, João Moutinho e Fernando.
Avançados: Rodriguez, Hulk, Varela, Walter e James.
Adversário motivado
«A motivação do Nacional vem do facto de, com esta jornada antecipada, poder colar-se às equipas que têm 28 pontos, o Guimarães e o Sporting, e confirmar a sua qualidade. É uma equipa extremamente competitiva, que obteve no Dragão os resultados que já conhecem e que nos cria grandes dificuldades. Temos de nos manter em estado de alerta, despertos e mostrar a nossa organização competente para triunfar e passar mais um jornada mantendo, pelo menos, a actual distância. Depois veremos o que se vai passar no Sporting-Benfica, em Fevereiro.»
Sem vingança
«É preciso cuidado com as palavras: quem mostra sinais de vingança e se quer transcender pode cometer erros e não queremos isso. Temos de ser clarividentes e criteriosos. Se somos alimentados só pela sede de vingança, podemos cair em vários erros. Nunca colocámos em causa a nossa competência, já levamos cinco vitórias consecutivas e caminhamos para a sexta. Para nós, um determinado número de vitórias consecutivas tem valor zero, porque é para isso que cá estamos. Temos apenas de somar triunfos e continuar na rota do sucesso.»
Derrota sem marca
«Apesar da derrota no encontro para a Taça da Liga [1-2], o jogo foi conseguido e completamente dominado por nós. Tivemos 60 por cento de posse de bola, 25 remates e muitos cantos. Nunca coloquei em causa a competência da minha equipa, por muito que alguns queiram falar deste Janeiro ‘periclitante’ do FC Porto.»
Sem mercado
«Estamos satisfeitos com o que temos em termos atacantes. Muito dificilmente iremos recorrer ao mercado. Se o fizermos, é para pegar e fechar rapidamente. Em termos de pontas de lança, estamos muito satisfeitos com o rendimento do Walter. Tenho-o elogiado publicamente, aliás. Ele luta por mais minutos, mas enfrenta a concorrência do Falcao e do Hulk. Está a treinar bem e a ameaçar a entrada no ‘onze’ inicial.»
Miúdos e graúdos
«Esse assunto [desacatos no final do Benfica-Nacional] não nos diz respeito, mas sim à Comissão Disciplinar da Liga e a quem de autoridade. Cada um é responsável pelos seus actos. Registo apenas com curiosidade a discrepância das análises deste caso relativamente às minhas expulsões nos jogos com o Guimarães e com o Sporting. Eu era o miúdo que não sabia reagir à pressão, que tinha de ser expulso quando empatava e que não se sabia comportar. Afinal, o graúdo faz figuras piores. Deixo ao vosso critério a análise e a consideração, mas registo com curiosidade a discrepância brutal das conclusões tomadas e a preponderância que lhes foi dada.»
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
E depois somos nós.... ( Parte II )
A propósito do Record ter titulado que “Jesus deu chapada em Luís Alberto”, o gabinete de comunicação dos encarnados veio desmentir a existência da chapada num comunicado publicado no site oficial do slb, onde se podia ler:
“Desconhecemos, ou preferimos desconhecer, as motivações desta manobra. Temos a certeza que os responsáveis do jornal não poderão concordar com semelhante distorção e aguardamos que o bom senso prevaleça e que o jornal Record, na sua edição de amanhã, se retrate perante a adulteração do que foi escrito na página 13 e o que resulta da capa do jornal.”
Pois, não houve chapada, não se passou nada, o Sol anda à volta da Terra... E contudo, a cara (do jogador do Nacional) move-se...
Desta vez o alvo foi o Record, mas na semana passada tinha sido a SportTv:
«O director de comunicação do Benfica, João Gabriel, lançou críticas a uma alegada falta de isenção dos profissionais da Sport TV destacados para a cobertura do jogo [Académica x slb]. “Se está relacionado com o processo negocial em curso, a Sport TV está no caminho errado. Os espectadores deveriam ouvir comentários isentos e imparciais”, sustentou.»
in O Jogo, 17/01/2011
Ai, ai eles que olhem para as imagens........
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