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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Euro 2012: Espanha 0-0 Portugal: 4-2 em G.P. - E sempre acabou o sonho, mas...... Obrigado Portugal!


Num jogo elétrico houve muitos momentos de alta tensão, embora com alguns jogadores em claro curto circuito. Paulo Bento e Del Bosque trocaram de fusíveis, mas o empate durou até aos penáltis. Na noite de Donetsk a lotaria saiu para a Espanha.
 
Moutinho pauta o ritmo, Ronaldo foca a baliza
A história de séculos moldou as fronteiras dos países da Península e determinou entre eles uma rivalidade ancestral. Havia uma presença na final para garantir e por isso, Portugal e Espanha tentaram resolver o jogo desde cedo.
A primeira parte não teve golos, mas foi bem jogada entre duas seleções que procuraram não errar. Portugal foi tentando, quase sempre, empurrar Espanha para longe da sua área, mas o tiki-taka lá ia aparecendo.

 Aqui e ali os espanhóis conseguiam espaço para esplanar o seu futebol, com a presença de Iniesta, embora a primeira situação de perigo da «Roja» fosse protagonizada pelo «patinho feio» Arbeloa. O jogador do Real Madrid quase inaugurava o marcador, aos nove minutos, numa jogada espetacular do ataque espanhol: Iniesta a cruzar, Negredo a falhar o desvio e a bola a sobrar para o lateral-direito, que rematou por cima da baliza de Rui Patrício.



A resposta lusitana, ao aviso espanhol, não tardou num «passe de letra» de João Moutinho, em pleno ar, com Ronaldo a rematar de primeira, mas com a bola a sair acima da barra da baliza espanhola.

Depois disso, Iniesta quase marcava aos 29 minutos. A bola circulou pelos pés de Negredo e Xavi antes de chegar ao criativo do Barcelona. O remate, em jeito, saiu por cima da barra da baliza espanhola.

Até ao descanso, a pressão inteligente de Portugal intensificou-se e obrigou nuestros hermanos a procurar outras soluções para fazer a bola chegar ao último terço luso, nomeadamente, jogo direto. Ainda assim o nulo manteve-se ao intervalo.
 
Dúvida soberana durou até aos pénaltis

O mesmo cenário manteve-se no regresso dos balneários com a Espanha circular a bola e Portugal a tentar sair com perigo para o ataque, mas sempre a «estancar» o ADN espanhol na relva.

O relógio, esse, avançava e a questão física começava a imperar numa partida que teve 48 mil adeptos no Donbass Arena.

A Espanha aparentou estar mais desgastada, até porque teve menos dias de recuperação do que Portugal face aos encontros dos quartos-de-final. Quem não se importou com isso foi Ronaldo que ia pedindo aos colegas para subir no terreno.

Aos 71 minutos, os corações portugueses e espanhóis ficaram em suspense. Ronaldo sofreu falta em «carreira de tiro». O estádio fez silêncio para ver o que ia sair dos pés do madeirense e, verdade seja dita, a bola não saiu muito longe da baliza de Casillas.

Ainda assim, é bom que se diga, a melhor ocasião de golo, durante os 90 minutos, pertenceu e Ronaldo. Os lusitanos sairam para o ataque, numa situação de 4 para 3, com Meireles a desmarcar o capitão e CR7 a acertar mal na bola e a enviar o esférico para a bancada! Seria português o golo aos 90 minutos.

No tempo de prolongamento o desgaste foi notório e tudo acabou por ser resolvido na lotaria dos penáltis.
 
Moutinho e Bruno Alves tremeram na lotaria, Fàbregas e Ramos não

No momento das grandes penalidades, foi Xabi Alonso o primeiro a falhar, mas Moutinho, do FC Porto, não fez melhor e permitiu a defesa de Casillas.

Depois foi a vez de Iniesta e Pepe que não falharam. No terceiro pontapé, Piqué focou Patricio e não falhou, tal como Nani.

Seguiu-se Sergio Ramos que não tremeu e marcou à «panenka».


 Os «nervos» passaram para Bruno Alves. Ele não podia falhar, mas falhou. O antigo jogador do FC Porto partiu para a bola e atirou com estrondo na barra. Os ferros também tiveram uma palavra, neste caso a última, no derradeiro pontapé de Fàbregas. O médio do Barcelona atirou para o fundo da baliza.

A Espanha levou a melhor sobre Portugal. Uma das equipas que Platini imaginou.....está na final.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Euro 2012: Espanha vs Portugal - Hoje não há cá irmãos....


Pode haver fintas hipnotizantes de Ronaldo, dribles com a bola tal como um íman no pé Nani, o perfume espalhado por Moutinho, a classe infinita de Xavi, as defesas miraculosas de Casillas ou os pormaiores de David Silva. Pronto, está aqui o «cardápio» perfeito para o que se pode esperar, esta quarta-feira, em Donetsk, na Ucrânia, na meia-final do Campeonato da Europa, entre Portugal e Espanha.
Já se sabe que a rivalidade vem dos idos tempos de D. Afonso Henriques. Ok? Também sabemos que em qualquer local do país «à beira mar plantado» todos têm uma história relacionada com o país vizinho. Claro. Mas hoje, escreve-se mais uma página de história, desta vez no futebol. Ora, quando portugueses e espanhóis se cruzam no mundo da bola....ui ui...podemos esperar «show».
 
As fintas de Ronaldo & cia podem trocar as voltas à «Roja»

 A campeã da Europa e do Mundo, com o pensamento fixo em Ronaldo, está a um pequeno passo de marcar presença na terceira final consecutiva de um grande torneio de seleções.
Desde a República Federal da Alemanha, na década de 1970, que nenhuma selecção europeia conseguiu chegar a três finais consecutivas. Estas são as contas que invadem a cabeça de nuestros hermanos, que só sofreram um golo neste Euro 2012.


Mas Ronaldo & cia têm outras ideias. Os lusitanos querem voltar à final do Euro, após a derrota em 2004. A seleção nacional vem a crescer na prova e atingiu uma posição de «respeito» no velho continente.

Paulo Bento não conta com Hélder Postiga, que se lesionou nos quartos-de-final. O «carteiro» vai ser substituído por Hugo Almeida. Já Vicente Del Bosque tem a «armada espanhola» na máxima força, mas com menos 48 horas de repouso para o duelo dos vizinhos.
 
Da Cidade do Cabo a Dontesk, com paragem na «Catedral» da Luz
No duelo histórico dos confrontos nas quatro-linhas, os rivais ibéricos já se cruzaram tantas e tantas vezes, sendo que a Espanha leva vantagem.

Os nossos vizinhos venceram 15 dos 34 jogos. Em doze ocasiões deu empate e Portugal venceu sete partidas. A última foi a goleada no estádio da Luz. A equipa das «quinas» venceu por 4x0 e limpou a «Roja» que vinha de «nariz empinado» desde a Cidade do Cabo. Lembra-se?

Bem, continuando a desfiar os números deste duelo, nota-se que a Espanha não perde há 18 jogos oficiais (desde a primeira jornada da fase de grupos do Mundial de 2010). Contudo, a «Roja» perdeu, quatro dos 14 encontros amigáveis que disputou desde então.

Se a análise apontar aos duelos oficiais nota-se que a Espanha ganhou quatro dos sete encontros. Portugal venceu uma vez e há registo de dois empates.

Na memória está bem «fresca» a eliminação em 2010, mas quando o Euro se jogou em Portugal o «galo» português cantou sobre o «touro» espanhol. Antes, a 17 de junho de 1984, Carlos Santillana, marcou aos 73 minutos, o golo que anulou o tento de António Sousa.
Contas e mais contas numa rivalidade de tantos e tantos séculos.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Euro 2012: Rep. Checa 0-1 Portugal - CR7 indica o caminho para as meias-finais!


Ao chapéu de Karel Poborsky em 1996, Portugal respondeu 16 anos depois com um cabeceamento certeiro de Cristiano Ronaldo. Aos 79 minutos, o capitão bateu Petr Cech e carimbou o passaporte da seleção portuguesa para as meias-finais do Europeu, dando justiça a um jogo em que só deu Portugal.

Em Inglaterra, Poborsky tirou Portugal do Campeonato da Europa. Agora, na Polónia e com o ex-jogador do Benfica na bancada, foi a vez de Cristiano Ronaldo fazer o mesmo à República Checa. O número 7 mostrou que os momentos decisivos que protagonizou com a Holanda não foram casos esporádicos e voltou a resolver a favor da seleção portuguesa, num lance em que João Moutinho também tem que ser destacado pelo cruzamento que fez.

Rui Patrício não foi chamado à prova nenhuma vez e isso diz bem daquilo que foi o jogo. Portugal foi sem dúvida melhor que o adversário e merece estar nas meias-finais da prova, depois de ter ultrapassado a República Checa e o grupo da morte. Agora, venha a Espanha ou a França.

Checos salvos pelo poste

Foi dos pés de Cristiano Ronaldo que surgiu a grande ocasião de golo na primeira parte. Aos 45 minutos, já com muito pouco para jogar até ao intervalo, o capitão da seleção portuguesa dominou a bola de peito, amorteceu com o pé direito e rematou ao poste da baliza de Petr Cech.

Deu impressão de golo no Estádio Narodowi, mas não passou disso mesmo. A bola ao poste manteve o resultado em 0x0 após uma primeira parte marcada por muitas bolas perdidas e pelo facto de nenhuma equipa ter conseguido assumir o jogo.

A responsabilidade do encontro a eliminar pesava nos ombros dos jogadores de ambas as seleções. Era preciso paciência e os comandados de Paulo Bento souberam tê-la. Portugal conseguiu ter mais posse de bola e por intermédio de Cristiano Ronaldo tentou inaugurar o marcador, apesar do primeiro remate, bem defendido por Petr Cech, ter sido da autoria de João Moutinho, apenas aos dez minutos de jogo.

Através de lances de bola corrida, na conversão de livres diretos e até de pontapé de bicicleta Cristiano Ronaldo tentou colocar Portugal em vantagem, mas, apesar das tentativas, o caminho do golo não foi encontrado, mesmo depois do selecionador ter tirado Hélder Postiga, que sofreu uma lesão muscular aos 40 minutos, e colocado em campo Hugo Almeida.

A República Checa, por sua vez, preocupou-se em impedir que Portugal conseguisse impor o seu jogo. A tarefa, sem dúvida, foi bem-sucedida mas do ponto de vista ofensivo os checos quase não exisitiram e, apesar do equilíbrio, foram os portugueses os mais perigosos.

Cristiano Ronaldo decide outra vez

Ao contrário do que aconteceu na primeira parte, Portugal entrou na etapa complementar a assumir o jogo. A seleção lusa entrou bem e Hugo Almeida, logo na primeira jogada, deu conta da intenção portuguesa em chegar ao golo. Ficou o primeiro aviso, num lance em que o cabeceamento do ponta-de-lança saiu por cima.
  
O segundo surgiu dos pés de Cristiano Ronaldo, que voltou a ter pontaria a mais e acertou novamente no poste da baliza defendida por Petr Cech, guarda-redes que viria a ser fundamental na permanência do 0x0, com boas intervenções a remates de Cristiano Ronaldo, Nani e João Moutinho.

 


Portugal estava claramente por cima do jogo. Era a única seleção que atacava e a República Checa tentava abrandar o ritmo de jogo. Apenas e só! Ainda assim, a seleção das quinas não permitiu que tal acontecesse e, na sequência de uma boa jogada de entendimento com Raul Meireles, Nani esteve muito perto do golo. Valeu aos checos o pé salvador de Kadlec, que desviou a bola do caminho da baliza.

Sem qualquer ponta de patriotismo, Portugal já merecia o golo. A justiça tardava em ser feita mas chegou pela cabeça de Cristiano Ronaldo. O capitão que tantos criticaram marcou pela terceira vez em dois jogos e colocou Portugal nas meias-finais, após excelente cruzamento de João Moutinho.

Agora, tal como em 2000, resta a Portugal esperar por Espanha ou França nas meias-finais, sabendo que vai poder contar com, pelo menos, quatro dos cinco jogadores que estavam em risco para o encontro: João Pereira, Fábio Coentrão, Raul Meireles e Cristiano Ronaldo. Hélder Postiga é para avaliar.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Euro 2012: Holanda 1-2 Portugal - Mais uma vez, Cristiano Ronaldo!



Pelo mundo, onde se fala a língua de Camões, colocaram-se os cachecóis e as bandeiras, não faltando a costumeira velinha de igreja. Com um brilhozinho nos olhos ficámos parados a ver no que dava. E deu. Portugal está nos quartos-de-final do Euro 2012, após vencer, este domingo, a Holanda por 2x1. Agora venha a República Checa, na quinta-feira.
Ronaldo a dobrar, Portugal em festa
A orquestra portuguesa andava a tentar afinar, mas todos apontavam o dedo ao 'músico' principal: «Ronaldo não marca, Ronaldo falha, Ronaldo está fora de fora, Ronaldo está pressionado e só pensa em Messi». Ora, quando o musical começou, Ronaldo mostrou que sabe dar música e colocou a Seleção na próxima fase.
Paulo Bento repetiu a fórmula e confirmou o onze que já tinha entrado com os alemães e dinamarqueses. Do outro lado, a equipa 'laranja' entrou com o onze muito ofensivo: Van der Vaart, Snjeider, Robben, Van Persie e Huntelaar. No banco ficou Van Bommel, que foi muito criticado durante a semana.
Portugal olhou a folha de presenças e mostrou uma cara envergonhada, num jogo em que a Holanda mostrou os primeiros 'acordes'.
O domínio holandês resultou em golo por Van der Vaart, aos 11 minutos, após uma perda de bola de Miguel Veloso. Os holandeses circularam a bola rapidamente e Van der Vaart à entrada da área, com pé esquerdo, atirou em arco, fora do alcance de Rui Patrício.
O golo holandês foi o despertador lusitano. «Trrrrrriiiiiiiiim», os jogadores portugueses acordaram com Ronaldo a dar o exemplo.

O capitão carregou a equipa e conseguiu o empate, num grande trabalho de João Pereira, com uma assistência fantástica a rasgar a defesa da Holanda. Ronaldo recebeu nas costas da defesa e não perdoou. Estava feito o empate 1x1, à passagem da meia-hora de jogo.
Daí em diante o domínio foi português. A Holanda ficou longe, muito longe, do fulgor evidenciado na etapa inicial da partida. Portugal já sorria e ia criando várias ocasiões de golo junto da baliza de Stekelenburg. Ainda assim o resultado não mudou e as equipas baixaram aos balneários com o resultado empatado a uma bola.
Minuto 74 foi de liberdade para Portugal
Na segunda parte o jogo foi perdendo intensidade. Portugal podia ter feito o segundo, por exemplo, aos 66 minutos, numa grande jogada de Ronaldo que correu meio-campo e entregou a bola a Fábio Coentrão. A dupla do Real Madrid entendeu-se bem, mas o remate de «Fabinho» teve a oposição do guarda-redes holandês.
Paulo Bento, desde o banco, ia refrescando as peças. Entrou Nélson Oliveira, Custódio e Rolando. Mas Portugal precisava do golo e Ronaldo fez a vontade a 10 milhões de corações. Aos 74 minutos deu-se o golo da liberdade lusitana.
Assistência de Nani e Cristiano Ronaldo a sentar o adversário direto Van der Wiel, antes de atirar para o fundo das redes de Stekelenburg. 2X1 e Portugal tinha a qualificação bem encaminhada.
A Holanda arriscou tudo e Portugal até podia ter ampliado a vantagem.
Os holandeses deixam o Euro 2012 sem qualquer triunfo.


domingo, 17 de junho de 2012

Euro 2012: Holanda x Portugal - Teremos Portugal nos Quartos?


As contas são muitas, mas o objetivo é só um: chegar aos quartos-de-final. Portugal, Alemanha, Dinamarca e Holanda chegam à mesa de jogo, nos últimos e loucos 90 minutos finais, do Grupo B, este domingo, com francas esperanças de qualificação.
 
Portugal quer as 'continhas a bater' certo

Última jornada, dia de decisões. Portugal é o costume, sempre agarrado à máquina de calcular. Os jogadores já «brincaram» com a situação e até disseram que «faz parte da sina lusitana». Seja como for, com maior ou menor perfeição, os portugueses querem ganhar para que as contas 'batam certo'.
Com ou sem Ronaldo a faturar, Portugal não pode ficar à espera. É que a matemática é uma ciência exata.

Do outro lado está a Holanda, que vive dias «amargos». A Laranja não tem sido mecânica e a colheita não está a ser famosa, para quem chegou à Ucrânia e à Polónia com o título de vice-campeã do Mundo. As contas para os holandeses são simples: vencer Portugal por dois golos de diferença e esperar que a Dinamarca também perca.

No que toca aos confrontos com os holandeses, a supremacia histórica de Portugal é evidente. Em seis partidas de caráter oficial, são quatro triunfos da equipa das «quinas» contra apenas um da Holanda e um empate.

Na memória ficam as vitórias portuguesas no Euro 2004, por 2x1, na meia-final, no Mundial 2006, por 1x0, nos «oitavos» ou em Roterdão, por 0x2, no apuramento para o Euro 2000. São oito golos apontados contra quatro sofridos no total dos seis encontros.


 Força Portugal!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Islândia 1-3 Portugal . E temos a ambição do costume.


FICHA DE JOGO:




( imagem retirada do blog Dragaopentacampeao )


Portugal voltou a mostrar como é ser superior aos seus adversários, depois da vitória da Dinamarca por 3-1, Portugal desta vez voltou a repetir o resultado mas frente há selecção irlandesa.


Os golos da selecção foram apontados por: Cristiano Ronaldo, Raul Meireles e Hélder Postiga.


Com uma vantagem mais confortável, a Selecção pôs então em campo os seus melhores recortes técnicos, criando e desperdiçando algumas boas oportunidades para chegar à goleada.


Parece que a administração vez a aposta correcta ao contratar o seleccionador Paulo Bento.




 Portugal só volta a jogar a 4 de Junho do próximo ano ( 2011 ), para receber a Noruega.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Antevisão do Jogo Islândia x Portugal



Agora, que todos os jogos são para ganhar, se pretendemos alimentar o sonho da qualificação para a fase final, a deslocação à Islândia deve ser encarada com a responsabilidade e ambição de verdadeiros campeões.

A tarefa é tanto mais difícil quanto a margem nula de erro, pelo que não existem outros parâmetros.

Veremos se é hoje que despertamos o Vulcão.



Com este espírito Portugal contornará mais esta dificuldade.

Como em equipa que vence não se deve mexer e porque não há lesionados:

EQUIPA PROVÁVEL:



Competição: Euro/2012 - Fase de qualificação - 4ª Jornada Grupo H 
Palco:
 Estádio Laugardalvollur - Reykjavík - Islândia
Data e hora:
 12 de Outubro de 2010 às 20:45 h 
Árbitro:
Thomas Einwaller  - Áustria
Transmissão: RTP 1

sábado, 9 de outubro de 2010

Portugal 3-1 Dinamarca . E estamos de volta..........


PORTUGAL 3-1 DINAMARCA




A selecção de Portugal reentrou ontem no único caminho que pode conduzi-la à fase final do Europeu de 2012, que é o das vitórias. Fê-lo batendo por 3-1 a Dinamarca, um dos adversários directos na corrida à qualificação, graças a uma exibição que foi primeiro segura, ainda que com alguma falta de chama, mas que depois chegou a ser espectacular, a ponto de o risco de perda de pontos que chegou a pairar no Estádio do Dragão após o golo dinamarquês ter de ser encarado na altura como uma tremenda injustiça. Foi decisivo Nani, porque marcou os dois primeiros golos e assistiu Ronaldo, em trabalho de autor, para o terceiro, mas também João Moutinho, o patrão que a Selecção tanto procurava e que afinal estava ali, bem à vista de todos. E até Ronaldo se juntou à festa mais tarde, com uma segunda parte de grande nível.
Na estreia aos comandos da equipa, Paulo Bento desfez uma das inovações de Carlos Queiroz, voltando a remeter Pepe para o centro da defesa e apostando num meio-campo de pesos-pluma (Meireles, Martins e Moutinho têm 66 kg de peso médio), mas com rotinas de posição. E foi um risco bem calculado, porque Raul Meireles, a jogar no vértice mais recuado do triângulo, fez um jogo de grande disciplina táctica, mantendo quase sempre a posição à frente dos centrais e cortando muitas linhas de passe, mas sobretudo porque João Moutinho pegou no jogo da equipa de uma forma que já nem Deco era capaz de fazer nos últimos tempos. Eis como um mau suplente (Moutinho acumulara nos últimos tempos entradas infelizes perto do final dos jogos da Selecção, muitas vezes marcadas pela perda de vantagens entretanto conseguidas) se pode transformar num titular providencial.
E ainda que tenha começado o jogo com alguma incapacidade para criar desequilíbrios e, sobretudo, para ligar Hugo Almeida ao resto da equipa (em parte porque a Dinamarca reduzia bem os espaços jogando muito junta atrás, mas também porque se viam algumas descoordenações do ponta-de-lança com as diagonais dos extremos para a área), Portugal encontrou forma de chegar ao golo em dois momentos quase sucessivos, aos 29 e aos 31 minutos, sempre em transição ofensiva. Primeiro foi uma bola recuperada por Ronaldo que acabou num cruzamento rasteiro e num remate bem-sucedido de Nani, depois foi o próprio Nani a recuperar um passe disparatado de Poulsen para a zona central e a fazer o 2-0 numa bomba de pé esquerdo.
A perder por 2-0, a Dinamarca precisaria de mudar, mas aquilo que se viu foi pouco. É verdade que, privada de algumas das suas estrelas (Bendtner faz muita falta), a equipa visitante apostara tudo num 4x2x3x1 com um bloco médio/baixo, com risco ofensivo quase nulo e muitas perdas de tempo na reposição de bola em jogo desde os instantes iniciais. Com o 0-2, desapareceram as perdas de tempo, mas a equipa continuou muito atrás, dando assim espaço a Portugal para crescer e construir em cima da vantagem. E ainda que não o tenha aproveitado para dilatar o marcador, a equipa nacional mostrou então a sua melhor cara, muito porque Cristiano Ronaldo entrou no jogo. O CR7 quase marcou aos 43', num potente remate de meia distância; acertou na barra aos 54', após excelente iniciativa de Fábio Coentrão; colocou Lindegaard em dificuldades num livre aos 70' (em cuja recarga Carlos Martins quase marcou também); e aproveitou uma tabela com Tiago para voltar a experimentar os dotes do guardião dinamarquês, aos 76'. E se Portugal não marcou, quem o fez foi uma Dinamarca que a meio da segunda parte já tinha arriscado trocando o inoperante Jensen pelo promissor Eriksen e, sobretudo, transformando o rígido 4x2x3x1 num 4x1x4x1, com Lovenkrands numa ala e Rommedahl ao lado de Eriksen no apoio ao ponta-de-lança.
Tal como Portugal, a Dinamarca marcou na primeira ocasião para o fazer; e teve até mais sorte, pois fê-lo num autogolo de Ricardo Carvalho, na sequência de um canto da direita que Pepe não conseguiu desfazer. Mas, ao contrário de Portugal, nos 12 minutos que faltavam até ao apito final a equipa de Morten Olsen não construiu em cima do seu golo. Paulo Bento já substituíra Carlos Martins por Tiago, refrescando o sector nevrálgico da equipa nesta altura (a cabeça de área, onde a Dinamarca podia conseguir superioridade numérica), mas tal nem se revelou decisivo, pois, até final, só os portugueses chegaram com perigo à baliza adversária: aos 82', Postiga combinou bem com Ronaldo para concluir o lance com um remate demasiado alto e, a cinco minutos do final, o próprio Ronaldo descansou os adeptos marcando finalmente o golo por que tanto ansiava. Foi na sequência de um enorme trabalho de Nani, a aguentar a bola entre Poulsen e Kroldrup e a demorar o passe até ao segundo exacto em que podia isolar o CR7, que desta vez não teve dificuldades para bater o guardião dinamarquês.
Estavam assegurados o arranque vitorioso de Paulo Bento e a manutenção da pressão sobre uma Noruega que ganhara em Chipre e por isso disparara na primeira posição. E se, em relação ao novo seleccionador, os jogadores foram até ostensivamente entusiásticos (viu-se muita indirecta a Carlos Queiroz nas declarações que se seguiram à partida), já no que respeita à classificação o mais difícil continua por fazer: Portugal terá mesmo de esperar que Noruega e Dinamarca se atrapalhem para se chegar à frente, ganhando ao mesmo todos os seus jogos. A começar já pelo de terça-feira, na Islândia, ante a equipa mais fraca do grupo.


fonte: ojogo.pt


Destaque para as estreias de João Pereira e de Cristiano Ronaldo que regressou aos golos 4 meses depois.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Antevisão do jogo Portugal x Dinamarca


Veremos no que resulta o jogo de logo de Portugal x Dinamarca e destaque para a estreia como seleccionador nacional Paulo Bento.


O palco escolhido não poderia ser melhor, o nosso lindíssimo Estádio do Dragão.



LISTA DOS CONVOCADOS

FC PORTO (Portugal): Beto, Rolando, João Moutinho, Rúben Micael e Silvestre Varela
 Braga (Portugal): Sílvio 
Sporting (Portugal):Rui Patrício, João Pereira e Hélder Postiga 
Benfica (Portugal): Fábio Coentrão e Carlos Martins 
Zénit São Petersburgo (Rússia): Bruno Alves e Dany 
Liverpool (Inglaterra): Raul Meireles
 Werder Brenen (Alemanha): Hugo Almeida
Toulouse (França):
Paulo Machado

 Real Madrid (Espanha): Ricardo Carvalho, Pepe e Cristiano Ronaldo 
Manchester United: Nani
Valência (Espanha): Manuel Fernandes 
Atlético Madrid (Espanha): Tiago
Génova (Itália): Eduardo



Competição: Euro/2012 - Fase de qualificação - 3ª Jornada Grupo H   
Palco: Estádio do Dragão - Porto   
Data e hora: 8 de Outubro de 2010 às 20:45 h    
Árbitro: Eric Braamhaar - Holanda
Transmissão: RTP 1

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Estamos com vida muito difícil....


Ficha do Jogo:

Noruega: Knudsen; Hogli, Hangeland, Weahler, Ruud; B.H. Riise, Hauger, Grindheim; Huseklepp, Carew e Pedersen
Suplentes: Jarstein, Demidov, Hoiland, Iversen, Jensen, Braaten e Abdoullaoue.

Portugal: Eduardo, Sílvio, Ricardo Carvalho, Bruno Alves, Miguel Veloso; Tiago, Manuel Fernandes e Raul Meireles; Nani, Hugo Almeida e Quarersma.
Suplentes: Beto, Rolando, João Moutinho, Liedson, Danny, Yannick e Miguel.

A Selecção Nacional de futebol foi esta noite derrotada em Oslo, pela Noruega, e ao fim de dois jogos na qualificação para o Euro-2012 tem apenas um ponto conquistado.

Envolvida em clima de indefinição provocada pela suspensão de Carlos Queiroz e treinada, em piloto automático, por Agostinho Oliveira, a Selecção Nacional continua a bater recordes negativos: depois do empate com o Chipre (4-4), equipa a quem sempre Portugal ganhara, desta vez a primeira derrota diante da Noruega.

Foi aos 21 minutos que Huseklepp aproveitou um erro tremendo de Eduardo para marcar o golo solitário da partida. O avançado beneficiou da acção de Carew, que pressionou o guarda-redes português quando este tinha uma bola aparentemente controlada.

A equipa portuguesa acabou por reagir bem ao golo, sobretudo na segunda-parte, mas acaba por sair derrotada essencialmente por duas razões: não foi capaz de criar ocasiões realmente perigosas de golo; as que criou foram desperdiçadas.

Ao segundo jogo do apuramento para o Euro-2012, Portugal tem um ponto e está já a 5 da Noruega e a dois da Dinamarca, que tem menos um jogo. Faltam apenas seis jogos à equipa Nacional, que está praticamente proibida de voltar a perder pontos se quer chegar à próxima competição de Selecções.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ap. Euro 2012 - Noruega x Portugal - 19h30 na RTP1


Portugal defronta a Noruega (vencedor por 2-1, na Islândia na 1ª jornada) em Oslo, no segundo jogo de qualificação para o Euro 2012 e quatro dias depois do embaraçoso empate caseiro com o Chipre, a quatro golos.

A minha equipa provável: 


Competição: Euro/2012 - Fase de qualificação - 2ª Jornada Grupo H
Palco:
Estádio
Ullevaal - Oslo
Data e hora:
7 de Setembro de 2010 às 19:30 h
Árbitro:
Laurent Duhamel - França
Transmissão:
RTP 1

Aproveitei lá em cima para fazer uma simples imagem acerca do jogo.

sábado, 4 de setembro de 2010

O Piloto Automático não funcionou....

A estreia de Portugal na qualificação para o Euro-2012, começou com o pé esquerdo, com a Selecção a permitir um empate frente ao Chipre, em Guimarães, numa exibição estranha: cheia de erros na defesa, mas com bom aproveitamento no ataque. 

Claras faltas de concentração levaram Portugal a ver-se a perder por duas vezes frente ao Chipre, chegando à vantagem no marcador apenas aos 50 minutos, perdida nos instantes finais do jogo.

Toda a defesa tremeu, tirando Ricardo Carvalho, tremideira transmitida ao meio-campo, a que escapou também Ricardo Quaresma. Golo aos 3, golo aos 11 - do Chipre pois - pelo meio Hugo Almeida a empatar. Raul Meireles, aos 29, fez o 2-2, redimindo-se da oferta para o primeiro dos cipriotas. Seria de pensar que a partir daqui a selecção conseguisse, então, ligar o famoso piloto automático, mas se o fez não tardou a dar erro. 

O 3-2 pouco depois do recomeço - Danny, aos 50 - deu essa ideia, mas Okkas, acabado de entrar, deitou por terra essa vantagem que repousava num castelo de cartas, repondo o empate.

Pior: o 4-3 conseguido por Manuel Fernandes, aos 60, descansou a equipa da pior maneira, e fica na memória o lance falhado por Hugo Almeida, de calcanhar, que irou Agostinho Oliveira no banco, e certamente Carlos Queiroz, lá longe num camarote. Em cima da hora Avraam fez o 4-4, deixando um gosto amargo na boca dos portugueses. 

Ficha do Jogo:

Portugal: Eduardo; Miguel, Bruno Alves, Ricardo Carvalho, Fábio Coentrão; Manuel Fernandes (João Moutinho, 79), Raul Meireles, Danny (Liedson, 61); Nani, Hugo Almeida (Yannick, 89) e Ricardo Quaresma
Suplentes: Beto, Rolando, Sílvio, Miguel Veloso, João Moutinho, Liedson e Yannick 

Chipre: Antonios Giorgallidis; Marios Elia (Poursaitidis, 66), Sinisa, Merkis e Avraam; Makrides, Satsias e Charalambous; Charalambides (Nikolaou, 75), Konstantinou e Aloneftis (Okkas, 56). 
Suplentes: Augousti, Christou, Okkas, Michail, Nikolaou, Poursaitidis e Efrem.

Marcador: 0-1 por Anoleftis (3); 1-1 por Hugo Almeida (8); 1-2 por Konstantinou (11); 2-2 por Raul Meireles (29); 3-2 por Danny (50); 3-3 por Okkas (57); 4-3 por Manuel Fernandes (60); 4-4 por Avraam (90)


fonte: abola.pt


                                                                Melhor em Campo:


Ricardo Quaresma

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Ap. Euro 2012 - Portugal x Chipre - 20h45 na RTP1



O grupo acusa algumas ausências importantes: Deco, Paulo Ferreira e Simão Sabrosa por renúncia; Bosingwa, Pepe, Duda, Pedro Mendes e Cristiano Ronaldo, por lesão. Também Silvestre Varela, apesar de inicialmente convocado, acabou dispensado igualmente por problemas físicos.


LISTA DOS CONVOCADOS



FC PORTO: Beto, Rolando e João Moutinho
Braga: Sílvio
Sporting:Nuno André Coelho, Yannick Djaló e Liedson
Benfica: Fábio Coentrão
Zénit São Petersburgo: Bruno Alves e Dany
Liverpool: Raul Meireles
Werder Brenen: Hugo Almeida
Besiktas: Ricardo Quaresma
Real Madrid: Ricardo Carvalho
Génova: Eduardo e Miguel Veloso
Valência: Miguel e Manuel Fernandes
Atlético Madrid: Tiago Manchester United: Nani 
Portugal faz parte do Grupo H, com Chipre, Noruega, Dinamarca e Islândia.



Competição: Euro/2012 - Fase de qualificação - 1ª Jornada Grupo H 
Palco:
 Estádio D. Afonso Henriques - Guimarães 
Data e hora:
 3 de Setembro de 2010 às 20:45 h 
Árbitro:
 Mark Clattenburg - Inglaterra 
Transmissão:
 RTP 1



A minha equipa provável: