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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Será que não vais?

Pinto da Costa não vai a julgamento no "caso da fruta"
Nuno Miguel Maia


O Tribunal da Relação do Porto indeferiu o recurso do Ministério Público no chamado "Caso da Fruta" do processo Apito Dourado.

O presidente do F.C. Porto não vai assim a julgamento, confirmando a decisão, de Junho de 2008, do juiz Artur Ribeiro, do Tribunal de Instrução Criminal do Porto (TIC).

O caso tinha sido inicialmente arquivado pelo MP, mais foi reaberto mais tarde por decisão da equipa especial constituída para investigar o processo Apito Dourado, coordenada por Maria José Morgado, com base no testemunho da ex-namorada de Pinto da Costa , Carolina Salgado.

Esse mesmo testemunho foi fulcral para a decisão de acusar Pinto da Costa e os restantes arguidos.

Na decisão do TIC, de Junho de 2008, o juiz considerou falsas algumas afirmações de Carolina Salgado, tendo mandado abrir um processo-crime por falsas declarações.

Em causa estava o jogo entre o F .C . Porto e o Estrela da Amadora arbitrado por Jacinto Paixão, na época de 2003/04. O Ministério Público sustentava que teriam sido fornecidas prostitutas à equipa de arbitragem e que lhe teria sido propiciado um jantar como contrapartida por violação das regras de jogo naquela partida.

Eram ainda co-arguidos o vice-presidente do F. C. Porto, Reinaldo Teles, e o empresário António Araújo, além dos árbitros auxiliares Manuel Quadrado e José Chilrito.

Em Junho de 2008, o juiz do TIC havia decidido não levar Pinto da Costa a julgamento, ao considerar que "só ficcionando ou conjecturando" se encontraria "nexo de causalidade" entre os factos alegados pelo Ministério Público, que assentava a acusação na permissa de que foram fornecidas prostitutas à equipa de arbitragem para que esta violasse as regras do jogo.

Artur Ribeiro considerou, em Junho de 2008, que não houve violação da regras no Estrela da Amadora-F. C. Porto, tendo por base a análise que ex-árbitros, arrolados como peritos, fizeram aos lances capitais.

No despacho, do qual o MP recorreu para a Relação, o juiz do TIC argumentou, ainda, que não ficou provado que o "JP", a que se aludia em telefonemas escutados, a Pinto da Costa fosse Jacinto Paixão, dado que o presidente do F. C. Porto associou as iniciais a Joaquim Pinheiro, um dirigente portista.

# fonte: Jornal de Noticias em 12Fev2009

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Vámos lá recapitular....!

Pois, depois do empate frente ao benfica por 1-1, no jornal record diz que Pedro Proença inventou penalti, pois todos os que ouvirem dizer vão logo atrás, foi no caso do jornal Record que como eu já disse foi logo atrás, mas se virem mais abaixo vão encontrar o jogador do Benfica Yebda a tocar no argentino Lisandro Lopez, e depois claro, mas no jornal tem uma coisa certa que diz " Decisão do Àrbitro empata clássico " e ainda bem que foi penalti. E quem é que inventa mais do que os jornalistas?

R: Ninguém claro, porque o que os jornalistas querem é vender, mais, mais, mais e cada vez mais para terem cada vez mais lucro com as suas publicaçõs nos jornais da imprensa.

Em relação ao jornal O Jogo o que nós temos a dizer é que naquele canto, foi batido para dentro da area, queriam que fosse quê para fora da area? Até podia ser mas não foi, e Erro confirma lider? É a pergunta que eu tento fazer aos nossos amigos portistas.




Um abraço de Tiago Araújo

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Vale o que vale...

Avaliação do EVA
Marca FC Porto vale 291 milhões de euros


A marca F.C. Porto foi avaliada em 291 milhões de euros pela MyBrand. Esta avaliação do EVA (Economic Value Added) do Grupo abrange as unidades de negócio SAD, F.C. Porto, Porto Comercial, Porto Estádio e Euro Antas, bem como uma análise do papel e força da marca no mercado.

Em relação ao papel que a marca detém no mercado, os factores de maior valor são: a qualidade da equipa de futebol (dos seus jogadores), dos jogos, da equipa técnica e do Estádio. Na ponderação destes factores foi tido em conta o peso dos 111 mil sócios e dos 2,8 milhões de adeptos.

Foram, ainda, considerados os valores financeiros de exploração e de capital alocados à marca, informação relativa à marca no que se refere aos principais drivers de imagem (satisfação, qualidade e comunicação) e informação de mercado, ou seja, a performance da marca F.C. Porto no seu sector e no sector das marcas concorrentes.

Post retirado do in infordesporto