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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Balanço sobre a Pré-Época


Acho que agora é o momento para fazer o balanço da pré-época e da conquista da 19ª Supertaça. Acabaram os jogos particulares, visto que podia ser muito melhores, não foram brilhantes e notou-se claramente a falta de Hulk, mas posso dizer que existe um Porto com Hulk e um Porto sem Hulk,  visto que é o brasileiro que faz a diferença dentro de campo, que mais golos marca, e claro a falta dele nota-se e espero que não venha a sair do FCPorto, mas a falta dele nota-se como se nota, a falta de Messi no Barcelona, a falta de Cristiano Ronaldo no Real Madrid que antes notava-se no Manchester United e ainda se nota, são exatamente as mesmas circunstâncias.

Mas sobre os jogos de pré-época, não foram brilhantes, poderiam ter sido bem melhores, mas o que interesse são as vitórias, mas agora que o campeonato arranca já este fim-de-semana e o Futebol Clube do Porto visita Barcelos para defrontar o Gil Vicente ( clube que nos fez perder 3 pontos ), o que quer dizer que acabaram os jogos particulares e agora é a doar e vi-se o passado Sábado quando o FCPorto defrontou a Académica para a Supertaça Cândido de Oliveira que nos valeu a 19ª com uma cabeça de Jackson Martínez e espero que nos venha a dar muitas alegrias.

Espero que este ano não haja aquela discussão em torno de Vítor Pereira porque já viram as suas capacidades e que nos levaram à conquista do campeonato nacional e este ano da supertaça.

sábado, 11 de agosto de 2012

F.C.Porto 1-0 Académica. E fazemos o Tetra!


FICHA DE JOGO

FC Porto-Académica, 1-0
Supertaça Cândido de Oliveira 2012
11 de Agosto de 2012
Estádio Municipal de Aveiro
Assistência: 26.825 espectadores

Árbitro: Olegário Benquerença (Leiria)
Assistentes: João Santos e Luís Marcelino
Quarto árbitro: Jorge Tavares

FC PORTO: Helton; Miguel Lopes, Maicon, Otamendi e Mangala; Fernando, Lucho (cap.) e Defour; James, Jackson Martínez e Atsu
Substituições: Defour por João Moutinho (57m), Atsu por Djalma (57m) e Lucho por Varela (86m)
Não utilizados: Fabiano, Rolando, Castro e Kleber
Treinador: Vítor Pereira

ACADÉMICA: Ricardo; Rodrigo Galo, João Real, Reiner Ferreira e Hélder Cabral; Flávio Ferreira (cap.), Makelele e Cleyton; Marinho, Cissé e Afonso
Substituições: Afonso por Ogu (71m), Marinho por Magique (86m) e Makelele por Edinho (91m)
Não utilizados: Peiser, João Dias, Henrique e Bruno China
Treinador: Pedro Emanuel

Ao intervalo: 0-0
Marcadores: Jackson Martínez (90m)
Cartões amarelos: Defour (53m), Hélder Cabral (61m), Otamendi (88m) e Jackson (91m)

 O FC Porto conquistou este sábado a sua 19.ª Supertaça, que é também o seu primeiro “tetra” na competição e o 72.º troféu oficial. A taça segue para o Estádio do Dragão graças a um golo em cima dos 90 minutos de “Cha-Cha-Cha” Martínez, que marcou na estreia oficial com a camisola dos Dragões. A Académica, detentora da Taça, saiu derrotada por 1-0, num encontro totalmente dominado pelos azuis e brancos.

Bem se pode dizer que o Estádio Municipal de Aveiro funciona como uma espécie de amuleto para o FC Porto. A competição disputou-se aqui pela quarta vez consecutiva, sendo que os Dragões venceram todas as edições disputadas em Aveiro, frente a Paços de Ferreira (2009), Benfica (2010), Vitória de Guimarães (2011) e agora Académica. Destas quatro, foi a equipa de Coimbra a opor mais resistência aos portistas. Quando já se adivinhava o prolongamento, valeu o cabeceamento fulgurante de Jackson Martínez, após cruzamento de Miguel Lopes, que momentos antes tinha estado prestes a abandonar o relvado, por lesão.

O FC Porto dominou a partida desde o arranque, ensaiando uma pressão alta que obteve bons resultados nos primeiros minutos. Ainda assim, a primeira ocasião apenas surgiu aos 17 minutos, com Mangala, na sequência de um canto, a ficar perto de marcar. Três minutos depois, deu-se a melhor jogada do primeiro tempo: uma triangulação entre Lucho, Miguel Lopes e James culminou num remate do colombiano à figura de Ricardo.

A melhor ocasião dos azuis e brancos nos primeiros 45 minutos surgiria na sequência de um livre directo de Maicon, aos 27: Ricardo defendeu para a frente, Atsu chegou primeiro à bola mas não conseguiu assistir Otamendi nas melhores condições. O ganês esteve pouco tempo depois de novo em destaque, com um remate perigoso.

O adversário, bem organizado, apenas se aproximou da baliza portista perto do intervalo, através de um livre de Hélder Cabral que passou ainda assim bem ao lado da baliza de Helton. No último lance da etapa inicial, Mangala voltou a estar perto de abrir o marcador, ao cabecear por cima da barra um canto de James.

A segunda parte iniciou-se no mesmo registo, com muito mais posse de bola por parte dos portistas, e de novo com uma boa oportunidade de golo: Lucho assistiu Jackson, que aproveitou uma falha de Reiner para rodar sobre a bola e rematar. Porém, o disparo saiu por cima. Ainda antes dos 60 minutos, Vítor Pereira lançou João Moutinho e Djalma, para os lugares de Defour e Atsu, e a pressão sobre a equipa de Coimbra, a defender com cada vez mais homens, aumentou.

Jackson e Djalma foram incapazes de desviar um cruzamento de James e depois foi Otamendi, de “bicicleta”, aos 67 minutos, a forçar Ricardo a defender em cima da linha. Nos últimos 15 minutos, o jogo “partiu-se”, com o FC Porto a deixar mais elementos na frente e a Académica a dispor de mais espaço para o contra-ataque. No entanto, os Dragões nunca desistiram de chegar ao golo e acabaram por ver a sua insistência premiada. Pelo volume de ataque produzido, o FC Porto justifica mais um troféu, perante um adversário que pareceu sempre apostado em adiar a decisão para a lotaria das grandes penalidades.

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Académica - Supertaça


Vítor Pereira esteve esta quinta-feira na sala de imprensa do Olival para realizar a antevisão do FC Porto-Académica, encontro da Supertaça que terá lugar às 20h45 de sábado no Estádio Municipal de Aveiro. Para o técnico dos Dragões, este é “um jogo muito importante” porque inclui "um troféu muito desejado" e pode funcionar como "um bom impulso" para mais uma grande temporada.

Prémio merecido
"Fundamentalmente, disputar este jogo é o premiar de uma época vitoriosa, uma época em que ganhámos o campeonato. Só duas equipas podem discutir este título, nós como campeões, a Académica como vencedora da Taça de Portugal. Mais ninguém aqui chegou, por isso considero que é uma final especial e importante. Mais importante ainda por poder ser a quarta Supertaça consecutiva do clube, se de facto a conquistarmos."

Respeito q.b.
"A Académica criou-nos muitas dificuldades na última época e ganhou a taça ao Sporting, portanto espero uma Académica à semelhança da do ano passado: organizada e a sair muito rápido para o ataque. Acredito que têm argumentos para discutir connosco a Supertaça, mas acredito ainda mais na nossa qualidade de jogo, na nossa consistência e no talento individual dos nossos jogadores."

Trabalho = Sucesso
"O favoritismo é uma questão que cada vez menos se confirma. Para mim, o favoritismo é para provar dentro de campo. É preciso jogar melhor do que o adversário, marcar mais golos e sofrer menos golos do que quem está do outro lado. A Académica tem mérito por ter chegado aqui, eliminou vários adversários até à final – o FC Porto incluído -, e está aqui com todo o valor. Nós disputamos o campeonato, ganhámos, fomos a equipa que somou mais pontos, que marcou mais golos e sofreu menos golos. Espero uma final bem disputada. A pré-época serviu para ir crescendo e preparar este jogo da melhor maneira. Esperamos, no sábado, colocar em campo todo o trabalho que temos vindo a fazer e levar de vencido este jogo."

Um grupo exemplar
"A experiência vai-nos dizendo que, independentemente das indefinições - algumas justificadas, outras por expectativas que se criam, outras por especulação da imprensa -, tudo tem consequências do ponto de vista emocional. Eu tenho de preparar uma equipa independentemente deste contexto emocional. Tenho de apresentar uma equipa em condições de discutir um título que queremos. Essa é a minha linha e para a qual temos trabalhado tranquilamente. O grupo está motivadíssimo e consciente da importância do jogo que vamos realizar. Está tranquilo, com maturidade, está um grupo forte. Tenho a convicção plena de que o FC Porto vai ser este ano uma equipa muito forte e coesa, mesmo do ponto de vista relacional, que também conta para conquistar títulos. De certeza que vamos apresentar um estilo de jogo que reflecte essa união e essa força do grupo."

Onze na balança
"A equipa é definida em função de uma avaliação que eu faço, que a mim me cabe fazer. Eu escolho aqueles que achar que transmitem mais confiança a determinado momento. O meu papel é avaliar os jogadores, técnica, táctica e emocionalmente e, juntamente, colocar na balança o tempo de trabalho com o grupo, etc. As minhas decisões são tomadas em cima de vários factores. Avalio, escolho e sigo em frente com as minhas escolhas."

Ganhar, ganhar, ganhar
"Este troféu é fundamental porque, entre outras coisas, no FC Porto todos os troféus são para ganhar, todos são fundamentais. É importante sentirmos a nossa massa associativa, sentirmos que ela está connosco. Vamos abordar este jogo com a máxima seriedade e um foco muito grande na vitória, vamos trabalhar muito num jogo que nos vai dar muito trabalho, mas sempre num sentido de conquistarmos mais um título. Um título que para nós é muito importante e que pode ser também um impulso para o início do campeonato."

Alvaro Pereira não é caso
"Neste clube trabalhámos sempre no limite da agressividade e sempre para ganhar, em todos os exercícios. Estamos permanentemente no limite, sob uma exposição mediática muito grande e níveis de stress muito altos. Esta situação aconteceu como acontece em qualquer lado. No FC Porto é raro passar-se um episódio destes, mas vai acontecendo, como acontece em todos os clubes. São situações para se resolver na hora e foi isso que foi feito: foi ultrapassada na hora. Não vi nem ouvi nada de especial que justifique tantas páginas de jornais. Foi uma situação normalíssima num treino disputado nos limites da competitividade. O Alvaro está autorizado pelo clube a tratar de assuntos pessoais e este episódio disciplinar nada tem a ver com essa autorização."

Saudação aos atletas olímpicos
"Do meu ponto de vista não faz sentido absolutamente nenhum haver competições de selecções nesta altura. O FC Porto, a Académica, as equipas que discutem um título em consequência do que fizeram na época anterior deveriam ter disponíveis todos os jogadores, para apresentarem a melhor qualidade de jogo. Isso não é possível e é um ponto a reflectir. Os Jogos Olímpicos deveriam acabar antes das Supertaças. Temos muito orgulho nos jogadores que lá temos e acreditamos que vão sair de lá com a medalha olímpica. Estamos orgulhos deles porque trabalham connosco todo o ano, merecem lá estar e merecem disputar este torneio, mas também nos fazem falta e deveriam estar aqui a tempo de os utilizarmos na nossa final."

fonte: fcporto.pt

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Supertaça e o André Villas Boas...

Este Sábado que se avizinha temos o grande jogo da Supertaça e é frente aos vermelhos do benfica, os organizadores decidiram colocar o vencedor da Taça de Portugal ( FCPorto ) e o vencedor do Campeonato Nacional ( SLBenfica ), vi o Torneio do Guadiana e parece que o Benfica está na máxima força....

O FCPorto que participou no Torneio de Paris e que sofreu 2 derrotas frente ao PSG e frente ao Bordéus, já prepara o encontro oficial da época a Supertaça Cândido de Oliveira - «Este jogo é o jogo ideal para testar o novo FCPorto de André Villas Boas...» Não se sabe se Bruno Alves vai poder jogar ao não na Supertaça, porque mais para logo deverá se confirmar a transferência do Bruno Alves para o Zenit, se o B.A. for para o Zenit não sei se o clube vai trocar pelo F. Meira....

O Final melhor dita, vai se jogar no Estádio Municipal de Aveiro, vai haver uma grande rivalidade entre os dois clubes visto que os dois clubes lutam pelo mesmos objectivos,...
Quando Jesualdo Ferreira saiu já muita gente falava em André Villas Boas vir para o F.C.Porto e isso acabou mesmo por acontecer....

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Uma demonstração azul e branca


assistência: 15.722 espectadores.

árbitros: Jorge Sousa (Porto), José Cardinal e Tiago Trigo; Vasco Santos.

FC PORTO: Helton; Fucile, Rolando, Bruno Alves «cap.» e Álvaro Pereira; Fernando, Raul Meireles (Guarin, 90m) e Belluschi (Farias, 46M); Mariano, Hulk e Varela (Tomás Costa, 74m).
Não utilizados: Nuno, Miguel Lopes, Maicon e Valeri.
Treinador: Jesualdo Ferreira.

P. FERREIRA: Cássio; Filipe Anunciação (Carlitos, 64m), Ricardo, Ozeia (J. Coelho, 82m), Kelly e Jorginho; Leonel Olímpio e Pedrinha (William, 68m); Baiano, Romeu Torres e Cristiano.
Não utilizados: Coelho, Fábio Pacheco, Maikon e Leandrinho.
Treinador: Paulo Sérgio.

disciplina: cartão amarelo para Jorginho (36m), Álvaro Pereira (43m), Filipe Anunciação (46m), Bruno Alves (48m), Romeu Torres (48m), Leonel Olímpio (54m) e Ozeia (71m).

golos: Farias (59m) e Bruno Alves (89m).

Um lance invulgar de Farias e um cabeceamento magistral de Bruno Alves deram expressão a uma incansável busca da felicidade protagonizada pelo FC Porto na conquista da 16ª Supertaça do seu palmarés. Imperou a determinação e o brio onde, a espaços, espreitou a falta de ritmo e a dureza excessiva. E ganhou quem mais fez por merecê-lo.

Em cima da hora de jogo da noite de Aveiro, Farias foi protagonista de um lance pouco usual no futebol, mas que espelha em pleno a receita do sucesso aplicada pelos Dragões no duelo com o Paços de Ferreira: o avançado argentino nunca deu por perdida uma jogada que parecia morrer nas mãos de Cássio e aproveitou um deslize do guarda-redes adversário para apontar o golo inaugural da partida.

Foi de determinação constante e de atitude irrepreensível que se fez o triunfo azul e branco, num encontro típico de arranque de temporada, com ritmo inconstante, animação variável e fulgor físico limitado. O êxito esteve sempre na mente do Dragão e nunca as fugazes tentativas pacenses colocaram em causa a permanente superação azul e branca.

Três ocasiões, no espaço de três minutos, abriram as hostilidades do ataque portista na primeira parte, com Varela e Belluschi a assumirem o papel de primeiros artífices da avidez azul e branca. O golo não surgiu então, mas ficaram desenhados os contornos de um domínio que conheceria outros desenvolvimentos já após o descanso.

Sem se perturbar com a entrada enérgica, mas infrutífera, do Paços na segunda metade, a formação de Jesualdo Ferreira construiu com astúcia uma resposta condizente com o desafio colocado. A persistência de Farias sobressaiu no lance que abriria o marcador e lançaria os Dragões, definitivamente, rumo ao desejado triunfo.

E o que veio depois foi domínio evidente e controlo total por parte do FC Porto, espelhado em diversas ocasiões soberanas para o avolumar do resultado, não tendo então Hulk, Mariano ou Farias aplicado a mesma eficaz receita protagonizada por Bruno Alves já a caminho do apito final. Aos 89 minutos, o capitão portista subiu às alturas em plena área contrária e cabeceou, perante o desamparado Cássio, para o golo que sentenciou em definitivo a partida.

Estava encontrado o desfecho ajustado à discussão do Estádio Municipal de Aveiro e premiada a consistência de um Dragão ainda em processo de crescimento, mas já sem pudor em mostrar voracidade, elegância e um enorme potencial, que o presente reconhece com títulos e que o futuro, uma vez mais, confirmará.
fonte: fcporto.pt