Vítor Pereira antecipou esta sexta-feira o jogo da Luz, mostrando
confiança ilimitada nas capacidades dos seus jogadores. Sem revelar se
Izmaylov se poderá estrear com a camisola dos Dragões, o treinador
assume que o jogo será "muito complicado para o adversário" e que quer
impor o futebol habitual do FC Porto.
Izmaylov vai ser convocado para o jogo da Luz?
Vão ter de esperar para ver se Izmaylov é convocado ou não. É um jogador que se enquadra perfeitamente no nosso jogo, muito técnico, com capacidade de decisão, que gosta de ter bola, que se enquadro no nosso jogo de posse, técnico, de talento.
Izmaylov teve mais baixos do que altos, isso não o preocupa?
Absolutamenbte nada. Vi Izmaylov a treinar bem, com qualidade. Pelo que vejo, é um jogador motivado, a querer mostrar a sua qualidade.
Izmaylov chega em condições de competir?
Se lhe responder já lhe estou a dizer se estou a contar com ele ou não. Izmaylov é um jogador de grande qualidade, que nos vai ajudar e nós também o vamos ajudar a que volte a atingir um grande nível. Pode acrescentar mais qualidade à que já temos.
Este jogo vale mais do que três pontos?
Vale três pontos, como valeu três pontos o jogo anterior, com o Nacional. São três pontos que queremos conquistar, tenho a certeza absoluta que não será um jogo fácil para o adversário, apesar de jogar em casa. Será um jogo técnico, acreditamos no nosso jogo, independentemente de ser com A, B ou C, vamos de certeza absoluta de jogar com a nossa identidade, vamos confiantes, acreditamos no nosso trabalho e vamos para conquistar os três pontos.
Jorge Jesus disse que o Benfica tinha a vantagem de estar em todas as competições…
Sinceramente, relativamente a essa afirmação têm de perguntar ao treinador do Benfica, eu pelo menos não conheço o adversário do Benfica na Liga dos Campeões.
A ausência de James é um problema?
Não vamos poder contar com o James, infelizmente para nós, que é um jogador de talento. O que nós temos e nos transmite confiança total é a equipa. O essencial é a nossa identidade, jogarmos como queremos, impor a nossa forma de jogar. Sinceramente, não estou preocupado, conto com aqueles que estão em condições de jogar e tenho confiança naqueles que vão jogar no domingo.
O empate já será para si um bom resultado?
Nós estamos num clube extremamente exigente, um clube em que o grau de exigência não nos permite pensar em empates. Não estou a ver a nossa massa associativa a receber-nos com aplausos depois de sermos eliminados da Liga dos Campeões. Conheço os objectivos do clube, não podemos ir à Luz nem a lado nenhum com o objectivo de vir de lá com um empate. Sou ambicioso e não vamos alterar absolutamente nada e vamos ser exigentes connosco e assumirmos as coisas quando tivermos de assumir.
No ano passado falou em bloqueios, teme que isso volte a acontecer?
Li muitas vezes que o campeonato foi decidido com um golo do Maicon em fora de jogo. Vejo sempre branqueado o jogo de voleibol do Cardozo que nos daria um penalti e os bloqueios que prejudicaram todas as equipas. Agarrar ou impedir movimentos deve ser penalizado. Espero um árbitro atento a essa forma ilegal de conseguir oportunidades de golo. Vou estar atento e se tiver de falar falo, isso de certeza absoluta.
Moutinho vai poder jogar?
Têm de aguardar pelo convocatória.
A ausência de James altera a forma de jogar da equipa? O FC Porto tem vantagem mental nestes jogos com o Benfica?
Em relação ao James, é um jogador importante, tem muita qualidade, um talento que o diferencia. Por isso é que já é de um nível muito alto, com a idade que tem. Nós valemos pelo colectivo e é com essa forma de trabalhar o jogo que nos apresentaremos na Luz. Pode alterar uma ou outra nuance em termos de movimento, mas nada mais do que isso. Relativamente à questão mental, este jogo vem numa altura, num contexto engraçado. Normalmente quando vamos à Luz, o Benfica está num momento de forma altíssimo, a jogar um jogo espectacular, o melhor em Portugal. Tem sido esse o contexto que nós temos quando vamos jogar à Luz, mas, se calhar por ironia do destino, os resultados são o que são. O Benfica está sempre em grande forma, mas o Porto chega à Luz impõe o seu jogo, o seu futebol e ganha. É mais uma história que se vem repetindo, a avaliar pelas críticas.
O que acha de Jorge Jesus? Qual o impacto do jogo em caso de vitória ou derrota?
Reconheço competência e qualidade no trabalho de Jorge Jesus. Já reconheci uma vez que estive mal e fiz uma avaliação em que não fui correcto. Pessoalmente já lhe pedi desculpa por esse momento. Tem a sua ideia de jogo, julgo que é um técnico competente. Estrategicamente estar a antever um cenário que não seja positivo é errado da minha parte. Não posso estar aqui a falar em vitória, em impor o nosso jogo e depois estar a falar no cenário virtual de derrota. Acredito que chegamos à Luz e vamos assistir a um grande jogo, muito complicado para o adversário, isso podem ter a certeza absoluta.
Izmaylov vai ser convocado para o jogo da Luz?
Vão ter de esperar para ver se Izmaylov é convocado ou não. É um jogador que se enquadra perfeitamente no nosso jogo, muito técnico, com capacidade de decisão, que gosta de ter bola, que se enquadro no nosso jogo de posse, técnico, de talento.
Izmaylov teve mais baixos do que altos, isso não o preocupa?
Absolutamenbte nada. Vi Izmaylov a treinar bem, com qualidade. Pelo que vejo, é um jogador motivado, a querer mostrar a sua qualidade.
Izmaylov chega em condições de competir?
Se lhe responder já lhe estou a dizer se estou a contar com ele ou não. Izmaylov é um jogador de grande qualidade, que nos vai ajudar e nós também o vamos ajudar a que volte a atingir um grande nível. Pode acrescentar mais qualidade à que já temos.
Este jogo vale mais do que três pontos?
Vale três pontos, como valeu três pontos o jogo anterior, com o Nacional. São três pontos que queremos conquistar, tenho a certeza absoluta que não será um jogo fácil para o adversário, apesar de jogar em casa. Será um jogo técnico, acreditamos no nosso jogo, independentemente de ser com A, B ou C, vamos de certeza absoluta de jogar com a nossa identidade, vamos confiantes, acreditamos no nosso trabalho e vamos para conquistar os três pontos.
Jorge Jesus disse que o Benfica tinha a vantagem de estar em todas as competições…
Sinceramente, relativamente a essa afirmação têm de perguntar ao treinador do Benfica, eu pelo menos não conheço o adversário do Benfica na Liga dos Campeões.
A ausência de James é um problema?
Não vamos poder contar com o James, infelizmente para nós, que é um jogador de talento. O que nós temos e nos transmite confiança total é a equipa. O essencial é a nossa identidade, jogarmos como queremos, impor a nossa forma de jogar. Sinceramente, não estou preocupado, conto com aqueles que estão em condições de jogar e tenho confiança naqueles que vão jogar no domingo.
O empate já será para si um bom resultado?
Nós estamos num clube extremamente exigente, um clube em que o grau de exigência não nos permite pensar em empates. Não estou a ver a nossa massa associativa a receber-nos com aplausos depois de sermos eliminados da Liga dos Campeões. Conheço os objectivos do clube, não podemos ir à Luz nem a lado nenhum com o objectivo de vir de lá com um empate. Sou ambicioso e não vamos alterar absolutamente nada e vamos ser exigentes connosco e assumirmos as coisas quando tivermos de assumir.
No ano passado falou em bloqueios, teme que isso volte a acontecer?
Li muitas vezes que o campeonato foi decidido com um golo do Maicon em fora de jogo. Vejo sempre branqueado o jogo de voleibol do Cardozo que nos daria um penalti e os bloqueios que prejudicaram todas as equipas. Agarrar ou impedir movimentos deve ser penalizado. Espero um árbitro atento a essa forma ilegal de conseguir oportunidades de golo. Vou estar atento e se tiver de falar falo, isso de certeza absoluta.
Moutinho vai poder jogar?
Têm de aguardar pelo convocatória.
A ausência de James altera a forma de jogar da equipa? O FC Porto tem vantagem mental nestes jogos com o Benfica?
Em relação ao James, é um jogador importante, tem muita qualidade, um talento que o diferencia. Por isso é que já é de um nível muito alto, com a idade que tem. Nós valemos pelo colectivo e é com essa forma de trabalhar o jogo que nos apresentaremos na Luz. Pode alterar uma ou outra nuance em termos de movimento, mas nada mais do que isso. Relativamente à questão mental, este jogo vem numa altura, num contexto engraçado. Normalmente quando vamos à Luz, o Benfica está num momento de forma altíssimo, a jogar um jogo espectacular, o melhor em Portugal. Tem sido esse o contexto que nós temos quando vamos jogar à Luz, mas, se calhar por ironia do destino, os resultados são o que são. O Benfica está sempre em grande forma, mas o Porto chega à Luz impõe o seu jogo, o seu futebol e ganha. É mais uma história que se vem repetindo, a avaliar pelas críticas.
O que acha de Jorge Jesus? Qual o impacto do jogo em caso de vitória ou derrota?
Reconheço competência e qualidade no trabalho de Jorge Jesus. Já reconheci uma vez que estive mal e fiz uma avaliação em que não fui correcto. Pessoalmente já lhe pedi desculpa por esse momento. Tem a sua ideia de jogo, julgo que é um técnico competente. Estrategicamente estar a antever um cenário que não seja positivo é errado da minha parte. Não posso estar aqui a falar em vitória, em impor o nosso jogo e depois estar a falar no cenário virtual de derrota. Acredito que chegamos à Luz e vamos assistir a um grande jogo, muito complicado para o adversário, isso podem ter a certeza absoluta.





Era
uma vez um treinador muito contestado num clube habituado a ganhar.
Esse treinador veio ocupar a cadeira de sonho do menino perfeito. Apesar
dos adeptos desconfiados, da comunicação social adversa, de uma gala
dos Dragões de Ouro atípica, dos comentadores ávidos de sangue, de um
balneário em pé de guerra, da falta de um ponta-de-lança, do menosprezo
dos seus pares, contra todos os vaticínios, o homem sagrou-se campeão. A
contestação, porém, não terminou aí. No Porto, afinal de contas, foi-se
dizendo, qualquer um se arrisca a ser campeão. E, além disso, a
participação na Champions tinha sido paupérrima. O homem começou então a
nova época meio tremido, quiçá ensombrado pelo fantasma do tal menino
da cadeira de sonho, que tinha ficado desempregado e que se dizia que
podia voltar. Hoje, um está prestes a ficar desempregado outra vez e o
outro, o homem de quem falamos, o Prof. Vítor Pereira, já vai com uma
Supertaça no bolso, é líder do campeonato e, à entrada para a última
jornada da fase de grupos, comanda a equipa com mais pontos de toda a
Champions League. Coisa pouca.
Nada
disto se faz, obviamente, sem um balneário unido, que claramente confia
no seu timoneiro. A equipa vive de pequenas sociedades de sucesso:
Lucho e Moutinho entendem-se às mil maravilhas; James e Jackson são um
par no ChaChaCha; Danilo, Lucho e James triangulam cada vez mais de
olhos fechados. E de fora, por lesão, têm ficado Alex Sandro, Maicon e
Fernando... dá que pensar!
Jackson
continua a maravilhar o estádio com a sua inconfundível classe e a
forma fácil como domina a bola e a endossa as colegas. É certo que não
teve oportunidades para figurar a lista de marcadores, mas a qualidade
está toda lá. E é muita! Varela continua a pôr-nos a cabeça em água,
alternando o bom com o mau, mas sempre com o golo da praxe. Que seja
sempre assim, é o que a nação portista lhe pede!


















Vários
números marcantes ajudam-nos ainda a contar a história do encontro. Com
oito golos, Jackson já é o destacado melhor marcador da Liga e
“factura” há sete jornadas consecutivas, um recorde dos últimos dez
anos. A dupla Jackson e Varela marca há três partidas seguidas. Devido
ao facto de não ter sofrido golos, prolongou-se igualmente a série
invicta dos azuis e brancos no Dragão, para o campeonato: o último tento
sofrido foi há oito meses, sete jogos e 682 minutos.
Num
momento em que o ritmo portista não era tão elevado, surgiu a mestria
de um artista português, com certeza. Varela ultrapassou dois
adversários e efectuou um remate em arco, colocando a bola exactamente
na mesma “gaveta” em que a havia metido na vitória frente ao Dínamo de
Kiev. Foi um remate indefensável, a 101 quilómetros por hora. Até ao
intervalo, James e Varela ainda podiam ter feito o terceiro. O Marítimo
terminou a primeira parte de bandeira branca no ar, sem fôlego e
atarantado.
