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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Spartak Moscovo 2-5 F.C.Porto . Grande Porto!



assistência: --- espectadores.

Árbitro: Viktor Kassai (Hungria); Assistentes: Gabor Eros e Gyorgy Ring; Quarto árbitro: Istvan Vad; Assistentes adicionais: Mihaly Fabian e Tamás Bognar.

SPARTAK MOSCOVO: Dykan; Kirill Kombarov, Suchý, Sheshukov e Makeev; Rafael Carioca e Alex «cap.»; McGeady, Dzyuba e Yakovlev; Welliton.
Substituições: Welliton por Ari (46m), Kirill Kombarov por Dmitri Kombarov (46m) e Rafael Carioca por Ibson (69m).
Não utilizados: Belenov, Khodyrev, Obukhov e Ozobic.
Treinador: Valeriy Karpin.

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Falcao e Rodríguez.
Substituições: Fucile por Sapunaru (28m), João Moutinho por Rúben Micael (46m) e Falcao por James (73m).
Não utilizados: Beto, Maicon, Varela e Souza.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Hulk (28m), Rodríguez (45+2m), Guarín (47m), Dzyuba (52m), Falcao (54m), Ari (72m) e Rúben Micael (90m).

Disciplina: cartão amarelo a Dzyuba (25m).

Com uma vantagem de 5-1 na bagagem, o FC Porto sabia que ia enfrentar em Moscovo uma resposta do adversário em busca da redenção, mas esta foi pouco eficaz e o FC Porto foi quase sempre dono e senhor dos acontecimentos, acabando por vencer por 5-2.

De facto, os moscovitas entraram melhor em jogo e logo aos 7’, um grande trabalho de McGeady na área portista terminou com um remate fortíssimo para uma grande defesa de Helton.



A equipa de Karpin fez-se valer do relvado sintético para surpreender os jogadores azuis e brancos em alguns lances, onde pareciam ser mais rápidos sobre a bola, mas um lance de contra-ataque fulminante dos campeões nacionais terminou com a aparente superioridade russa: aos 28’, Hulk arrancou a toda a velocidade da zona de meio-campo, driblou um adversário, e só com Dikan pela frente escolheu o lado e abriu o marcador no Estádio Luzhniki.

À passagem da meia hora Rodriguez podia ter aproveitado para aumentar a contagem, mas Dikan opôs-se bem e o Spartak voltou a crescer no jogo, naquele que foi mesmo o melhor período dos moscovitas. O uruguaio não se deu por satisfeito e voltou à carga já em período de descontos, respondendo de cabeça a um canto da direita e aumentando para 2-0 a vantagem dos dragões.

Se o FC Porto saiu da primeira parte a marcar, decidiu reentrar em campo do mesmo modo, com Guarín a voltar a marcar na Rússia depois de já ter facturado frente ao CSKA. Rúben Micael (que entrou para o lugar de Moutinho) rasgou a defesa do Spartak com um passe em profundidade, Falcao permitiu a defesa ao guardião russo e depois assistiu o compatriota, que num remate cruzado fez o 3-0.

Eliminatória claramente resolvida e desnivelada e talvez por isso os dragões relaxaram, com Dzyuba a aproveitar a benesse: o gigante russo fez um túnel sobre Otamendi, desviou de Rolando e na cara de Helton fez o tento de honra do Spartak.

O FC Porto respondeu de imediato e num jogo de parada e resposta repôs a diferença em três golos por intermédio de Falcao, que fez de cabeça e após um canto o seu 11º golo na Liga Europa, cimentando a sua liderança na lista de melhores marcadores.



O FC Porto optou no segundo tempo por gerir o resultado e jogar com o relógio e talvez por isso surgiram mais desconcentrações e espaços na defesa portuguesa. Ari, avançado brasileiro, aproveitou uma dessas desatenções e colocou o resultado em 4-2: passe de Dzyuba, Ari trabalhou tirou Helton do caminho e quase sem ângulo ainda conseguiu o remate para o fundo das redes.

Já em cima do apito final foi a vez de Rúben Micael fazer o gosto ao pé e aplicar nova "mão cheia" aos russos, fuzilando depois de um remate à barra de James.

A este triunfo do FC Porto por 5-2 soma-se o 5-1 da primeira mão. O FC Porto tem lugar assegurado nas meias-finais da Liga Europa, onde vai encontrar o Villarreal, de Espanha.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Chegámos primeiro ao golo com eficácia, depois de o Spartak ter criado algumas oportunidades. Com o 2-0, e já na segunda parte, as equipas não se mostraram tão concentradas e marcou-se um número anormal de golos. Valeu pela vitória, pelo resultado e por um percurso cada vez mais impressionante. A partir de agora, quem se mostrar mais competente chegará à final, e nós tentaremos dar ainda um pouco mais, a ver se atingimos uma meta tão desejada. Na época passada, o Atlético de Madrid e o Fulham jogaram a final, mas poucos se recordarão das outras duas equipas que estiveram nas meias-finais. E para que este percurso se torne ainda mais notável, tentaremos chegar à final.»

Falcão: «O primeiro golo foi importante para nós e acabou por tranquilizar o nosso jogo. Depois de arrancar, ainda olhei para ver se o Falcao estava ao meu lado, para poder fazer a assistência para ele marcar e para que possa ser o melhor marcador da prova. Com a nossa humildade e concentração, as coisas vão acontecendo.»

Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, 1/4 final, 2ªm



Tribunal d'O JOGO: Spartak Moscovo 2-5 FC Porto

Árbitro: Viktor Kassai (Hungria) / Assistentes: Gabor Eros e Gyorgy Ring / Quarto árbitro: Istvan Vad / Assistentes adicionais: Mihaly Fabian e Tamás Bognar.


a aCTUALIZAR mais tarde...



fonte: ojogo.pt

sexta-feira, 8 de abril de 2011

F.C.Porto 5-1 Spartak Moscovo . Com a meia-final em mente.



assistência: 38.219 espectadores.

Árbitro: Serge Gumienny (Bélgica); Assistentes: Mark Simons e Frank Bleyen; Quarto árbitro: Luc Wouters; Assistentes adicionais: Jean-Baptist Bultynck e Peter Vervecken.

FC PORTO: Helton «cap.»; Fucile, Rolando, Maicon e Alvaro Pereira; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Guarín por Belluschi (69m), Varela por James (72m) e Hulk por Cristian Rodríguez (80m).
Não utilizados: Beto, Walter, Souza e Otamendi.
Treinador: André Villas-Boas.

SPARTAK MOSCOVO: Dykan; Kirill Kombarov, Suchý, Rojo e Makeev; Rafael Carioca e Ibson; McGeady, Alex «cap.» e Dmitry Kombarov; Welliton.
Substituições: McGeady por Dzyuba (68m) e Makeev por Yakovlev (86m).
Não utilizados: Zabolotni, Sheshukov, Ari, Ananidze, e Ozobic.
Treinador: Valeriy Karpin.

Marcadores: Falcao (37m, 84m e 91m), Varela (64m), Maicon (70m) e Kirill Kombarov (77m).

Disciplina: cartão amarelo a Dmitry Kombarov (15m), Rojo (35m), João Moutinho (52m), Ibson (60m), Makeev (81m) e Suchý (88m).

FC Porto está a um pequeno passo de se qualificar para as meias-finais da Liga Europa, onde, possivelmente irá encontrar os espanhóis do Villarreal. Falcao foi o homem da noite ao fazer hat-trick.

Os jogadores portistas foram recebidos debaixo de uma chuva de aplausos e vozes que gritavam “Campeões, Campeões” no Estádio do Dragão, neste que foi o primeiro jogo do FC Porto como novo Campeão Nacional.

A equipa portista apanhou o seu primeiro susto logo ao minuto 10 quando Welliton conseguiu isolar-se da defesa, depois de um erro de Rolando, mas Helton conseguiu segurar o remate fraco do brasileiro.

Ao minuto 17, depois de uma obra de arte fabricada pelo brasileiro Hulk no corredor direito, o FC Porto quase fazia o primeiro golo mas a defesa moscovita conseguiu aliviar a jogada de perigo. O mesmo Hulk, minutos depois, voltou a ter duas grandes oportunidades de golo.

FC Porto e Spartak de Moscovo continuavam numa luta acesa no meio-campo, com momentos carregados de agressividade nessa disputa, quando o FC Porto conseguiu inaugurar o marcador graças à genialidade de dois sul-americanos ao minuto 37.

Alvaro Pereira, que regressou à competição depois de ter cumprido castigo na eliminatória anterior, desfilou pelo corredor esquerdo e executou um belo cruzamento para o coração da área onde estava Falcao que, de cabeça, voou para fazer o primeiro golo.



O primeiro tempo foi equilibrado mas, no segundo, o FC Porto foi equipa mais forte, dando a impressão, também, que ao Spartak de Moscovo começou a falhar as forças.

Mais dominador, os Dragões conseguiram marcar o seu segundo golo quando Radamel Falcao amorteceu para o seu companheiro de ataque Silvestre Varela à entrada da grande área e o extremo português, de primeira, fuzilou para dentro da baliza de Dykan ao minuto 64.

Os cerca de 38 mil espectadores no Dragão ainda celebravam o segundo golo quando Maicon, depois de um pontapé de canto executado por João Moutinho, fez o terceiro ao minuto 69.

O golo do Spartak surgiu logo depois do terceiro dos portistas, na sequência de uma pura desatenção da defesa portista.

O irrequieto Falcao quis aumentar a sua conta pessoal de golos e conseguiu-o, por mais duas vezes, quando fez o quarto e quinto golo no encontro, totalizando dez golos na prova europeia.

No outro encontro dos quartos-de-final, que se cruza com esta eliminatória nas meias-finais, o Villarreal goleou o Twente da Holanda por 5-1, sendo o mais provável adversário dos portistas caso passem com sucesso esta eliminatória.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «É um resultado óptimo. A equipa jogou muito bem, principalmente na segunda parte. Mas é preciso máximas cautelas na segunda-mão para podemos passar às meias-finais. O imprevisível acontece quando menos se espera.»

Falcão: «É algo que vou recordar para sempre. Mostrámos um grande nível. O Porto jogou muito bem e pude ajudar com três golos. Estamos conscientes que é uma equipa muito perigosa e que faltam noventa minutos. Queremos continuar com a mesma atitude e disponibilidade para vencermos na Rússia.»

Tribunal d'O JOGO - liga Europa 2010/11, 1/4 final, 1ªm



Tribunal d'O JOGO: FC Porto 5-1 Spartak Moscovo

Árbitro: Serge Gumienny (Bélgica) / Assistentes: Mark Simons e Frank Bleyen / Quarto árbitro: Luc Wouters / Assistentes adicionais: Jean-Baptist Bultynck e Peter Vervecken.


a aCTUALIZAR mais tarde...



fonte: ojogo.pt

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x Spartak Moscovo - Liga Europa



A advertência foi feita por André Villas-Boas e em conferência de imprensa. O treinador dos Dragões reconhece uma série de predicados ao Spartak e exige concentração absoluta, depois dos festejos da Luz, insistindo que só um FC Porto completamente compenetrado poderá tirar do caminho de Dublin mais um obstáculo russo. A sede de vencer persiste, observa ainda.

Transferência para a competição
«Houve tempo suficiente para a recuperação depois do jogo da Luz e o mais importante, neste momento, é fazer a transferência de um ambiente de festa para a concentração competitiva. O Spartak coloca-nos um desafio ainda mais aliciante e difícil de resolver, jogando num estilo muito próximo do nosso, com muita posse. A dificuldade colocada pelo adversário exige que demos o máximo.»

Exemplos de 2003 e 2004
«Começamos a jogar a eliminatória em casa, o que contraria o nosso trajecto na prova até aqui, e vamos procurar servir-nos dos exemplos das conquistas de 2003 e 2004, em que as vitórias nas eliminatórias eram carimbadas nos jogos fora. E vamos acreditar também que a equipa é igualmente competente a jogar fora como faz em casa.»

Da Liga dos Campeões
«Ganhámos em Moscovo, frente ao CSKA, jogando no sintético, o que agora não será novidade para os jogadores. O CSKA e o Spartak são duas equipas muito fortes e esta vem da Liga dos Campeões com resultados estrondosos obtidos fora de casa.»

Sede de vencer
«O sucesso não é meu, é de todos nós, e quem ganha uma vez tem sempre vontade de continuar a ganhar. Agora é outra competição e outras motivações. Só um FC Porto no máximo passará à fase seguinte. A sede de vencer está presente em todos estes jogadores.»

Ganhar a final
«Já caíram grandes equipas nesta competição e de favoritos passaram a eliminados. Mais importante do que ser favorito, é estar na final e ganhá-la.»

Faltam quatro jogos
As nossas obrigações não mudaram por termos ganho o campeonato, mas temos agora a hipótese de nos concentramos de forma mais intensa neste objectivo. Faltam quatro jogos para garantir a presença na final e todas as equipas em prova sonham lá estar.

Esforço máximo
«O Spartak é uma equipa que gosta de jogar bem e que defende também num bloco muito compacto e curto. Não é uma equipa qualquer e, para o FC Porto passar, terá que esforçar-se ao máximo.»

LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Fucile, Rolando, Otamendi, Alvaro Pereira e Maicon.
Médios: Fernando, Guarin, João Moutinho, Belluschi e Souza.
Avançados: Varela, Hulk, Falcao, James Rodriguez, Cristian Rodriguez e Walter.

Quase casa cheia!



O caminho para Dublin começa a construir-se dentro de duas horas, no Estádio do Dragão. O FC Porto reentra em campo na Liga Europa com elevadas expectativas, procurando garantir uma vantagem confortável sobre o Spartak Moscovo na primeira mão dos quartos-de-final.

Um desafio que os dragões abordam com extrema motivação, depois de confirmado o título nacional na jornada do último fim-de-semana, no clássico disputado na Luz, frente ao Benfica.

O encontro não deverá implicar lotação esgotada, ainda que se admita a presença de cerca de 40 mil espectadores nas bancadas do palco azul e branco. Destes números farão parte, pelo menos, seis centenas de adeptos do emblema russo.



fonte: abola.pt

sexta-feira, 18 de março de 2011

F.C.Porto defronta Spartak nos Quartos de Final da Liga Europa.





O FC Porto vai defrontar o Spartak Moscovo nos quartos-de-final da UEFA Europa League, ditou o sorteio de hoje, em Nyon, na Suíça.

O primeiro jogo disputa-se a 7 de Abril, no Estádio do Dragão, estando a segunda mão marcada para 14 de Abril, em Moscovo, no regresso do FC Porto ao Estádio Luzhniki.

Hoje também ficou acertado o sorteio das meias-finais e, caso elimine os russos, o FC Porto defronta o vencedor do confronto Villarreal (Espanha)-Twente (Holanda), com os jogos agendados para os dias 28 de Abril e 5 de Maio, mais uma vez com o primeiro jogo no Estádio do Dragão.

A final da UEFA Europa League está marcada para Dublin, na Irlanda, no dia 18 de Maio.


F.C.Porto 2-1 CSKA Moscovo . Este Porto é MAGICO!



assistência: 32.712 espectadores.

Árbitro: Kevin Blom (Holanda); Assistentes: Nicky Siebert e Patrick Langkamp; Quarto árbitro: Danny Makkelie; Assistentes adicionais: Tom Van Sichem e Reinold Wiedermeijer.

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Falcao e James.
Substituições: James por Belluschi (52m), Falcao por Varela (77m) e Hulk por Cristian Rodríguez (87m).
Não utilizados: Beto, Sereno, Souza e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.

CSKA MOSCOVO: Akinfeev; Nababkin, Berezutski, Ignaschevich e Schennikov; Tosic, Aldonin, Honda e Dzagoev; Doumbia e Vágner Love.
Substituições: Doumbia por Necid (65m), Tosic por Oliseh (72m) e Dzagoev por Mark González (74m).
Não utilizados: Chepchugov, Semberas, Berezutski e Rahimic.
Treinador: Leonid Slutski.

Marcadores: Hulk (1m), Guarín (24m) e Tosic (29m).

Disciplina: cartão amarelo para Ignaschevich (30m), Fucile (37m), Tosic (45m), Aldonin (48m), Vágner Love (72m) e Honda (84m).

No Estádio do Dragão, a formação azul e branca, apontada como uma das favoritas a vencer esta edição da Liga Europa, fez uma prestação sólida, competente e segura na recepção aos moscovitas, que a levou à vitória por 2-1, com os golos a serem apontados no primeiro tempo por Hulk (48 segundos) e Guarín (23’).

O FC Porto começou o desafio da melhor forma no Estádio do Dragão. Hulk inaugurou o marcador aos 48 segundos na conversão de um livre directo traiçoeiro que “baralhou” o guardião dos moscovitas. O Dragão assistiu ao golo mais rápido desta edição da Liga Europa.

O CSKA de Moscovo não acusou o golo e começou a carregar sobre a equipa portuguesa, fruto disso foi uma bola à trave num cabeceamento do brasileiro de Vagner Love.

A meio da primeira parte, Freddy Guarín, autor do golo solitário na Rússia na primeira mão, voltou a fazer das suas e colocou a equipa azul e branca a vencer por 2-0, graças à ajuda do desentendimento entre a defesa russa e o guarda-redes Akinfeev. O jovem colombiano James aproveitou esse erro e cruzou para o conterrâneo Guarín que só teve de empurrar a bola para dentro.


Os adeptos portistas presentes (cerca de 38 mil) no Estádio do Dragão continuaram a fazer a festa nas bancadas mas esta foi interrompida quando Tosic, aos 29 minutos, fez o golo para os moscovitas, reduzindo a desvantagem.

No segundo tempo, André Villas-Boas “lançou” Belluschi para o lugar de James Rodríguez para dar mais consistência ao meio-campo azul e branco e o argentino, no tempo que esteve presente em campo, conseguiu-o de forma exemplar.

O FC Porto conseguiu colocar a bola pela terceira vez dentro da baliza do CSKA de Moscovo mas a equipa de arbitragem anulou o golo a Rolando por achar que o central introduziu a bola com a mão.

Nota ainda para o brilhante comportamento da defesa dos Dragões, com destaque para os centrais Rolando e Otamendi.

Com esta vitória, o FC Porto junta-se às outras duas equipas portuguesas na passagem aos quartos-de-final da Liga Europa, cujo sorteio se realiza esta sexta-feira pelas 12 horas.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Era vital ter boa posse de bola, porque qualquer erro podia deixar-nos expostos ao CSKA e isso aconteceu algumas vezes. O golo cedo tranquilizou-nos. Como o 2-1 é sempre uma ameaça, tinha de haver uma boa gestão da posse de bola e os jogadores fizeram-no. Estamos nas 16 melhores equipas europeias. Há equipas de relevo ainda. É imprevisível. Qualquer equipa acredita que pode ganhar a Liga Europa.»

Hulk: «Logicamente não ia ser um jogo fácil, mas estamos de parabéns. Agora temos de nos focar no próximo jogo. Estivemos muito bem. As duas equipas tinham condições de ganhar. Tive a felicidade e a sorte de marcar. Com certeza será complicado. Todas têm condições para ganhar a Liga Europa. As três equipas nos quartos-de-final mostram bem a importância do futebol português.»

Guarin: «Era muito importante. Sabíamos que ia ser difícil. Foi também importante manter o rumo das vitórias. Estou muito feliz. Estes são momentos para desfrutar e aprender. Um jogador nunca está tranquilo quando fica no banco. Agradeço a ajuda dos companheiros e da equipa técnica e da minha família. Estamos mentalizados para ultrapassar mais obstáculos nesta prova, seja quem for o adversário. Será sempre um jogo muito difícil.»

quinta-feira, 17 de março de 2011

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x CSKA Moscovo - Liga Europa


Na antevisão do jogo entre FC Porto e CSKA, da segunda mão dos oitavos-de-final da UEFA Europa League, André Villas-Boas mostra-se atento à equipa adversária, sabendo de antemão que será um jogo bastante exigente. O treinador pede casa cheia e o apoio e «serenidade» dos adeptos para ultrapassar os russos.

Um compromisso de cada vez
«As apostas que fazem sobre o FC Porto, considerando-o favorito à conquista da UEFA Europa League, ‘morrem’ logo à nascença. As nossas apostas e os nossos objectivos fazem-se à medida que os jogos vão acontecendo, por isso temos de continuar a ganhar para pensarmos nas possibilidades seguintes. O nosso compromisso é com o jogo de amanhã contra o CSKA.»

Empatia necessária
«Este será um jogo perigoso. Qualquer golo do CSKA vai criar ansiedade nos jogadores, por isso é preciso manter a concentração. A ajuda dos adeptos vai ser importante para os jogadores, eles devem encarar o jogo com alguma serenidade e apoiar a equipa sem transmitirem ansiedade para dentro do campo. Espero que os adeptos encham o estádio, pois a equipa merece, pelo percurso que vem fazendo. A empatia entre jogadores e adeptos é essencial, pois vamos encarar um dos adversários mais complicados da prova, que tem mostrado competência e que já a venceu recentemente.»

Adversário com valor
«Temos que fazer a constatação real das qualidades da equipa adversária. É uma equipa forte, extremamente competitiva, com resultados impressionantes na sua história e que alimenta o sonho de vencer esta importante competição. Uma grande equipa europeia ganha em qualquer campo. Neste jogo o empate não lhes serve e vão procurar a vitória. Temos de nos mostrar competentes para vencer o jogo e passar os oitavos-de-final.»

Jogo imprevisível
«No jogo da primeira mão, o CSKA mostrou-se extremamente forte no contra-ataque e nas transições, criando muitas situações de quatro contra quatro. Vamos ter que estar atentos e preparados para evitar essas situações. Nunca podemos prever o jogo dos nossos adversários. Frente ao Sevilha dominámos, mas acabámos por perder.»

Passo a passo até à final
«Há grandes equipas europeias presentes nos oitavos-de-final. Temos que ir passo a passo e temos que encarar primeiro o CSKA. Só depois poderemos pensar em futuros adversários. Sabemos que a equipa está forte no seu todo. Os jogadores estão motivados e todos são extremamente competitivos.»

Cenários em aberto
«Temos um percurso que, até agora, tem sido extremamente positivo e que nos deixa orgulhosos. No entanto, facilmente se poderá tornar negativo se não vencermos os troféus. O cenário pode ser alterado.».






LISTA OFICIAL DE CONVOCADOS
Guarda-redes: Helton e Beto.
Defesas: Sapunaru, Fucile, Otamendi, Rolando e Sereno.
Médios: Guarín, Belluschi, João Moutinho, Fernando, Ruben Micael, Souza.
Avançados: Falcão, Cristian Rodríguez, Hulk, Varela e James Rodríguez.

sexta-feira, 11 de março de 2011

CSKA Moscovo 0-1 F.C.Porto . A um pé dos Quartos.



assistência: --- espectadores.

Árbitro: Robert Schörgenhofer (Aústria), Assistentes: Mario Strudl e Alain Hoxha; Quarto árbitro: Thomas Gangl; Assistentes adicionais: Bernhard Brugger e Gerhard Grobelnik.

CSKA MOSCOVO: Akinfeev; Nababkin, Berezutski, Ignaschevich e Schennikov; Honda, Mamaev, Semberas e Dzagoev; Doumbia e Vágner Love.
Substituições: Honda por Tosic (75m) e Doumbia por Necid (79m).
Não utilizados: Chepchugov, Berezutski, Aldonin, Rahimic e Oliseh.
Treinador: Leonid Slutski.

FC PORTO: Helton; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile; Fernando, Guarín e João Moutinho; Hulk, Falcao e James.
Substituições: James por Varela (57m), Hulk por Cristian Rodríguez (73m) e Guarín por Souza (81m).
Não utilizados: Beto, Belluschi, Sereno e Rúben Micael.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcador: Guarín (70m).

Disciplina: cartão amarelo para Semberas (19m), Otamendi (63m), Vágner Love (66m).

Um golo solitário de Freddy Guarín, aos 69 minutos, deu esta tarde a vitória ao FC Porto sobre o CSKA Moscovo, na primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa, disputado na fria capital russa.

O colombiano - uma surpresa de André Villas-Boas no onze, juntamente com James - revelou-se uma aposta ganha do treinador do FC Porto, dando força ao meio-campo (no lugar de Belluschi) para o duro embate com a formação moscovita.

Os dragões até entraram bem no encontro, mas os moscovitas rapidamente ganharam algum ascendente e aproveitaram várias desatenções da defesa portista. O guardião Helton negou o golo a Doumbia (1' e 22') e Honda (15'), mas viu mesmo a bola entrar na baliza aos 37', por intermédio de Wagner Love, com o árbitro a declarar fora-de-jogo de Doumbia, que havia feito a assistência.

No final do primeiro tempo, Guarín dá um sinal de vida do FC Porto, ao obrigar Akinfeev a boa defesa, resistindo assim o nulo até ao apito para intervalo.

E se a grande ameaça portista tinha sido protagonizada por Guarín, foi mesmo o médio colombiano a concretizar aos 69, com um excelente remate, sem hipótese para o guarda-redes russo. Curiosamente, o golo surgiu depois do CSKA Moscovo ter estado várias vezes perto de inaugurar o marcador.



A resistência portista foi premiada por Guarín e 'virou' o jogo, uma vez que depois foram os dragões a estarem sempre mais perto do segundo golo. Não se veio a concretizar, mas o 1-0 final é o suficiente para deixar o FC Porto com um pé nos quartos-de-final da Liga Europa.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Vitória para o FC Porto, mas que não terá significado se no fim não juntarmos o troféu. Foi um jogo com duas partes. Na primeira, o CSKA criou algumas oportunidades, mas na segunda controlamos completamente e críamos algumas oportunidades e fizemos o golo. No relvado sintético, a bola comporta-se de forma diferente e exige um esforço diferente do ponto de vista muscular, mais penalizador para a face posterior dos músculos das pernas. Mantivemos o bom nível e fizemos uma partida de grande concentração e entrega, a segunda parte foi totalmente nossa. A eliminatória não está decidida, com o Sevilha passou-se isto e depois perdemos em casa e podíamos ter sido eliminados. É importante anular os pontos fortes do CSKA, como as saídas rápidas para o ataque, chegar primeiro ao golo e passaremos a eliminatória.»

Guarín: «O golo foi uma jogada rápida em que consegui ter espaço para rematar. Não tenho dúvidas do que posso dar a este clube e o técnico e os companheiros têm ajudado. São dois jogos e acreditamos e confiamos confirmar este resultado no Dragão. Esperamos dar alegria aos adeptos e seguir em frente».

Helton: «Os adversários querem sempre complicar-nos a vida, não estamos habituados ao sintético e sentimos dificuldades no início do jogo. Depois tranquilizamo-nos mas ainda está tudo em aberto, mas temos um pouco mais de serenidade para continuar a trabalhar».

terça-feira, 8 de março de 2011

Sol espera FC Porto em Moscovo


Dia de descanso para o Dragão que tem chegada prevista a Moscovo para as 18.40 horas (15.40 de Portugal). E, à chegada à Rússia, o conjunto de Villas Boas terá pelo menos um motivo para sorrir: o tempo.

É certo que Moscovo regista temperaturas negativas, porém, neste momento está bastante sol na capital russa. Está algum frio, algumas áreas cobertas com neve, mas ao tudo indica, o tempo poderá melhorar nas próximas horas.

Recorde-se que o FC Porto realiza na próxima quinta-feira o jogo da primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa, com o CSKA Moscovo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sorteio da Liga Europa

Equipas participantes no sorteio dos 16 avos-de-final e dos oitavos-de-final da UEFA Europa League de 2010/11

                  Pot 1                                                               Pot 2 

A: Manchester City FC (ENG)                       A: KKS Lech Poznań (POL) 
B: Bayer 04 Leverkusen (GER)                     B: Aris Thessaloniki FC (GRE) 
C: Sporting (POR) C: LOS                             C: Lille Métropole (FRA) 
D: Villarreal CF (ESP)                                   D: PAOK FC (GRE) 
E: FC Dynamo Kyiv (UKR)                             E: FC BATE Borisov (BLR) 
F: PFC CSKA Moskva (RUS)                           F: AC Sparta Praha (CZE) 
G: FC Zenit St Petersburg (RUS)                  G: RSC Anderlecht (BEL) 
H: VfB Stuttgart (GER)                                 H: BSC Young Boys (SUI) 
I: PSV Eindhoven (NED)                                I: FC Metalist Kharkiv (UKR) 
J: Paris Saint-Germain FC (FRA)                  J: Sevilla FC (ESP) 
K: Liverpool FC (ENG)                                  K: SSC Napoli (ITA) 
L: FC Porto (POR)                                         L: Beşiktaş JK (TUR) 
FC Spartak Moskva (RUS) *                           F.C Rubin Kazan (RUS)* 
Sp. Braga (POR)*                                          F.C Basel 1893 (SUI)* 
AFC Ajax (NED)*                                           Rangers FC (SCO)* 
FC Twente (NED)*                                         Benfica (POR)* 



* Equipa que foram eliminadas da Liga dos Campeões


Resultado sobre o sorteio do F.C.Porto:


Sevilha-F.C.Porto



Lech Poznan - Braga, caso passe o Braga defronta o vencedor dos jogos Sparta de Praga/Liverpool
Rangers - Sporting, caso passe o Sporting defronta o vencedor dos jogos Lille/PSV
Benfica - Estugarda, caso passe o Benfica defronta o vencedor dos jogos Bat Barisov/ PSG

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Antevisão do Jogo - F.C.Porto x CSKA Sófia - UEFA Europe League



O árbitro é o suiço Claudio Circhetta, auxiliado pelos seus compatriotas, Thomas Habegger e Stefan Bühlmann.

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Maia
Defesas, Fucile, Sereno Maicon, Otamendi e Álvaro
Médios, R.Micael, Belluschi, Moutinho, Souza, Guarin e Castro,
Avançados, Ukra, James, Falcao, Walter e Hulk


Motivação para a vitória
«Este jogo insere-se nos objectivos traçados até ao fim do ano. Não vai faltar motivação. Há um objectivo interno do qual nos orgulhamos e que queremos atingir. Faltam apenas dois jogos até ao final do ano e a motivação será orientada para a vitória. Temos dias de recuperação suficientes até ao jogo com o Paços de Ferreira e tivemos também dias suficientes desde o jogo com o Juventude de Évora. Por isso, vamos continuar com a gestão que temos vindo a fazer. O CSKA começou mal a época, mas não perde há alguns jogos. Houve mudança de liderança, o que pode significar uma nova empatia. Porém, em casa, temos algo a defender e queremos ganhar.»

Competitividade interna
«Sentimos o plantel extremamente competitivo. Os jogadores com menos tempo de jogo têm aparecido sempre a um óptimo nível individual, inserindo-se depois no colectivo. Tudo o que fizermos dá-nos máximas garantias de vitória. A equipa estará sempre forte. O James vai ser titular, mas julgo que é importante que se reforce um aspecto fundamental: ele foi contemplado com a titularidade na Taça depois de uma semana ultra-positiva no treino. Enquanto mantiver estes níveis de rendimento em treino, como demonstrou na semana anterior, terá mais oportunidades. Ele compete contra seis jogadores para aquela posição e é difícil entrar numa equipa que tem estado em bom nível. Para além disso, o que ofereceu antes não era tão bom. Agora encontrou-se e tem uma nova motivação.»

O futuro
«Não podemos desligar-nos do que está para a frente, dos cinco meses que nos podem dar os troféus. Estamos a viver uma fase boa, de elogios, mas resta-nos o período dos títulos. Qualquer saída de uma das competições significa um objectivo não atingido. Facilmente se esquecerá o que fica para trás, porque terá pouco valor. Temos uma vantagem boa no campeonato nacional, nesta fase da época, mas se não continuarmos com o mesmo percurso, será um fracasso. O que conta é o que aí vem e os jogadores têm sido alertados para isso.»

Elogios de Jesualdo Ferreira
«Agradeço as palavras de Jesualdo e recebo-as de braços abertos, até porque vêm de alguém que deu tanto a este clube. Como disse, esta sequência (34 jogos sem derrotas) também faz parte do trabalho dele. Foi iniciada numa época em que o FC Porto falhou o grande objectivo, mas não nos podemos esquecer que o professor Jesualdo já deu muito a este clube.»

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Rapid Wien 1-3 F.C.Porto . E Falcao cilindrou no nevão....



assistência: --- espectadores.

Árbitro: Aleksandar Stavrev (Macedónia), Assistentes: Ljubomir Krstevski e Marjan Kirovski; Quarto árbitro: Petar Mantev; Assistentes adicionais: Dimitar Meckarovski e Goran Spirkoski.

RAPID VIENA: Hedl; Sonnleitner, Soma, Patocka e Kayhan; Kulovits, Heikkinen «cap» e Saurer; Drazan, Gartler e Trimmel.
Substituições: Drazan por Salihi (63m) Gartler por Nuhiu (77m) e Trimmel por Dober (83m).
Não utilizados: Payer, Kavlak, Konrad e Pehlivan.
Treinador: Peter Pacult.

FC PORTO: Helton «cap»; Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile; Fernando, João Moutinho e Ruben Micael; Hulk, Falcao e Varela.
Substituições: Fernando por Guarín (16m), Varela por Ukra (46m) e Ruben Micael por Belluschi (71m).
Não utilizados: Beto, Sereno, James e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.

Marcadores: Trimmel (39m) e Falcao (42m, 85m e 88m).

Disciplina: cartão amarelo para Drazan (8m) e Patocka (80m).


Um jogo difícil para o FC Porto que, para além de enfrentar um Rapid de Viena atrevido e alimentado pelo apoio vindo das bancadas, teve de se desembaraçar da neve que caiu em Viena. Mas a equipa orientada por André Villas-Boas tanto tentou que conseguiu aquecer o ambiente na Áustria nos últimos minutos, onde Falcao fez os dois golos, em menos de três minutos, que deram a vitória aos portistas.

A forte queda de neve que se faz sentir em Viena não ajudou o espectáculo, obrigando as duas equipas a apostarem num jogo mais aéreo.

O Rapid de Viena foi a primeira equipa a criar perigo junto da baliza de Helton (Beto iria ser titular mas lesionou-se durante o aquecimento), ao minuto 18, com um cabeceamento de Gartler, após excelente cruzamento de Savrer.

Os Dragões, a jogarem num estádio com cerca de 50 mil apoiantes austríacos, responderam logo de seguida com um cabeceamento de Falcao, mas Hedl defendeu, de forma apertada, para canto.

Seis minutos depois, o FC Porto esteve, outra vez, perto de fazer o golo, com Varela a aparecer em excelente posição, após primeiro remate de Falcao, mas o guardião Hedl conseguiu resolver o problema.

Enquanto a equipa portuguesa atacava, o Rapid aproveitou para inaugurar o marcador com um golo de Trimmel, que conseguiu desviar para o fundo das redes, após um excelente cruzamento na esquerda, ao minuto 38.

Mas primeiro golo dos azuis e brancos não tardou em aparecer. Num fantástico cruzamento de Otamendi, a isolar Falcao, o colombiano não falhou e fez o empate a três minutos dos 45.

Na segunda parte, já sem Fernando, que saiu lesionado, e com Ukra, Belluschi e Guarín dentro de campo, o FC Porto entrou mais confiante e teve excelentes oportunidades, com lances de perigo protagonizados por Ukra (60’), Rolando (77’) e Belluschi (78’).





Nos últimos cinco minutos da partida, Falcao conseguiu marcar mais dois golos, fazendo o hat-trick. Ao minuto 85, o avançado aproveitou uma defesa incompleta de Hedl para bisar na partida, e, dois minutos depois, o suspeito de costume fez o terceiro de noite, semelhante ao segundo.

Com esta vitória em Viena, o FC Porto garante o primeiro lugar do Grupo L e será cabeça de série no sorteio para os 16 avos-de-final da prova da UEFA.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA
André Villas-Boas: «É um dia histórico pela exibição e pelo resultado alcançado nestas circunstâncias. Jogámos no limite do risco, tal como em Coimbra, mas tivemos um grande desempenho e uma grande concentração. Isso evita as lesões. Há um conjunto de exibições de topo. Na primeira parte, com a neve que estava, conseguimos fazer o que fizemos… Depois, consolidar na segunda… Hoje não há espaço para críticas.»

João Moutinho: «Queríamos uma vitória para alcançar o primeiro lugar do grupo e acho que estivemos muito bem. Fizemos uma boa partida em condições adversas. Como grupo, superamos tudo. No FC Porto não se tira o pé em nenhuma altura e jogamos sempre para ganhar.»

Falcao: «Foi uma vitória importante. Os factores climatéricos eram difíceis, mas o FC Porto jogou bem a bola e o rendimento dos jogadores foi muito bom. É difícil jogar assim, mas os jogadores do FC Porto têm muita qualidade. Conseguimos vencer os obstáculos a jogar bem a bola.»



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Antevisão do Jogo - Rapid Viena x F.C.Porto - Liga Europa

O árbitro é o macedónio Aleksander Stravev, auxilado pelos seus compatriotas Ljubomir Kretvski e Marjan Kirovski.

Convocados do F.C.Porto:
Guarda-redes, Helton e Beto,
Defesas, Sapunaru, Fucile, Rolando, Sereno e Otamendi,
Médios, Castro, Guarín, R.Micael, Fernando, J.Moutinho e Belluschi,
Avançados, Ukra, Varela, Falcao, Walter, Hulk e James

Equipa provável: Helton, Sapunaru, Rolando, Otamendi e Fucile, Fernando, Moutinho e Micael, Varela, Falcao e Hulk.
Antevisão de André Villas Boas:
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( imagem retirada do blogue dragaopentacampeao2 )

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

F.C.Porto 1-1 Besiktas . Carimbado já o nosso passaporte...


assistência: 34.139 espectadores.

árbitro: Paolo Tagliavento; assistentes: Massimiliano Grilli e Gianluca Cariolato; 4º árbitro: Carmine Russo; assistentes adicionais: Christian Brighi e Gabriele Gava.

FC PORTO: Helton «cap»; Fucile, Rolando, Otamendi e Alvaro Pereira; Guarín, Belluschi e Ruben Micael; Hulk, Falcao e Rodríguez.
Substituições: Hulk por João Moutinho (63m), Belluschi por Souza (73m) e Falcao por Walter (79m).
Não utilizados: Beto, Sereno, Varela e Castro.
Treinador: André Villas-Boas.

BESIKTAS: Arikan; Hilbert, Toraman, Gülüm e Üzülmez «cap»; Ernst, Mehmet Aurélio e Guti; Nihat, Bobô e Tabata.
Substituições: Tabata por Holosko (46m), Bobo por Uysal (84m) e Nihat por Güven (92m).
Não utilizados: Kaya, Köybasi, Zápotocny e Tekke.
Treinador: Bernd Schuster.

Marcadores: Falcao (36m) e Nihat (62m).

Disciplina: cartão amarelo para Toraman (29m e 66m), Rodríguez (39m e 59m), Hilbert (44m), Üzülmez (59m) e Gülüm (87m); cartão vermelho, por acumulação de amarelos, para Rodríguez (59m) e Toraman (66m).

Tudo corria bem ao FC Porto, que dominou o primeiro tempo no Estádio do Dragão, até Cristián Rodríguez ser expulso ao minuto 61. Depois a equipa de Villas-Boas viu-se a jogar com mais espaço no relvado e a formação turca aproveitou da melhor forma para empatar o encontro. Falcao marcou no primeiro tempo e Nihat impediu a vitória dos azuis e brancos na seguda parte.

O FC Porto foi a primeira equipa a criar perigo, quando, ao minuto 17, Hulk isolou na perfeição o seu companheiro Falcao mas o colombiano foi interceptado por Toraman na pequena área da formação turca.

Depois deste lance, o FC Porto pressionou mais e daí resultou o primeiro golo do encontro da quarta jornada do Grupo L.

Ao minuto 34, o árbitro italiano Paolo Tagliavento entendeu que o guardião Harikan derrubou Falcao dentro da grande área e assinalou penálti a favor dos azuis e brancos. Na conversão, o colombiano não falhou.

Na segunda parte, ao minuto 57, deu-se a melhor jogada de todo o encontro. Numa combinação entre Falcao e Hulk, o colombiano ficou isolado perante Arikan mas o guardião dos turcos conseguiu desviar a bola para canto.


Um minuto depois a equipa portuguesa viu-se reduzida a dez elementos, com o juíz a mostrar o segundo amarelo a Rodríguez por protestos.

O FC Porto ressentiu-se com a expulsão do extremo uruguaio, com a equipa a ficar momentaneamente desconcertada. Daí, ou não, resultou o golo turco da autoria de Nihat ao minuto 61. O extremo marcou um grande golo do meio da rua, bem colocado, para um canto superior da baliza, sem hipótese para Helton.

Com o empate, os turcos começaram a dominar o Dragão e beneficiaram das melhores oportunidades de golo no segundo tempo. Nem a entrada em campo do mestre João Moutinho animou a formação orientada por André Villas-Boas.

Ao minuto 75, Rúben Micael isolado, picou a bola sobre Arikan e quando a bola se preparava para entrar dentro da baliza, apareceu Gulum a cortar. O FC Porto comemorou mas o árbitro de baliza anulou o lance.

Mesmo com o empate, o primeiro do FC Porto na Liga Europa, os Dragões (com dez pontos) garantem já a qualificação para os 16 avos-de-final, mas não o primeiro lugar do Grupo L.

No outro encontro do grupo, o CSKA Sófia foi a Viena vencer o Rapid Viena por 2-1.

DECLARAÇÕES NO FINAL DA PARTIDA

André Villas-Boas: «Ficar em inferioridade numérica pode acontecer a qualquer equipa e o descontrolo emocional pode acontecer a qualquer jogador. Reconheço, no entanto, que a expulsão do Rodríguez poderá até ter marcado a mudança no jogo. Encontrarmo-nos com menos um jogador poderá ter sido decisivo para o Besiktas chegar ao golo, mas nós continuamos a dispor de oportunidades para chegar à vitória, o que não aconteceu por capricho e por decisão do árbitro. Apesar do acréscimo de árbitros, que deveria acrescentar maior grau de certeza nas decisões da equipa de arbitragem, continuamos na dúvida em relação ao facto de a bola poder ter entrado ou não naquele lance do Rúben Micael. Tendo em conta as dificuldades crescentes e a capacidade de continuarmos a criar oportunidades, creio que é de valorizar o facto de termos conseguido o apuramento para a fase seguinte ainda com dois jogos para disputar. A verdade é que a vitória nos escapou por detalhe. O empate talvez deixe um sabor amargo, mas, tendo em conta o que fizemos, acho que é de sublinhar o desfecho e o esforço de todos os jogadores.»