sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A inauguração da constituição


Marcante. É o mínimo que se pode aferir no rescaldo do primeiro olhar sobre o deslumbrante Vitalis Park, o novo centro de referência do projecto Dragon Force, inaugurado esta quinta-feira. O presidente portista liderou a comitiva que ficou a conhecer de perto mais um espaço emblemático da vivência azul e branca. O encanto foi generalizado.
Ao primeiro vislumbre, já se percebia que o fascínio provocado pela intervenção no mítico recinto portista, situado em pleno coração da cidade do Porto, conduziria os visitantes ao longo dos diversos momentos que assinalaram a cerimónia de inauguração. Os modernos campos de futebol, envolvidos pelas inovadoras infra-estruturas que compõem a nova face do Campo da Constituição, agora sob designação de Vitalis Park, serviram de cenário único para um evento carregado de emoção, de recordações e de novidade.
Depois de conhecidas as diversas valências que dão forma ao espaço, reforçadas pelo encanto vivido a cada passo na descoberta das novas instalações, foi a vez do presidente do F.C. Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, e do líder da Unicer, António Pires de Lima, expressarem o seu regozijo perante uma das mais recentes manifestações práticas da duradoura parceria entre as duas instituições.
O presidente da Comissão Executiva da Unicer salientou a «honra e orgulho» sentidos enquanto parceiro dos Dragões, atestadas numa obra que considerou «magnífica»: «É um projecto exemplar e emblemático, que dá garantias incondicionais a todos os que nele investiram», salientou.
António Pires de Lima apontou a «força de uma obra com cunho de responsabilidade social e de apelo à prática desportiva e à vida saudável» como elementos centrais da aposta da instituição no novo espaço de referência do futebol jovem azul e branco. «Estamos perante uma grande obra», concluiu.
Jorge Nuno Pinto da Costa, por seu turno, aproveitou a ocasião para exprimir o seu encanto face à revitalização de um espaço marcante na história do clube: «É uma satisfação enorme para todos os que, como eu, jogaram futebol e dirigiram equipas neste recinto, pleno de significado para o F.C. Porto. Evocamos da melhor forma todos os grandes campeões que por aqui passaram e pretendemos continuar a formar homens e campeões neste espaço», referiu o presidente portista.
Qualificando o Vitalis Park como uma área «bonita e aprazível», o líder dos Dragões lembrou igualmente algumas das figuras históricas do clube, que deixaram a sua marca nos tempos áureos do Campo da Constituição, como António Feliciano, presente no evento, ou Artur Baeta, representado pela filha na cerimónia e imortalizado num dos inovadores recintos de treino do local, a que dá também o nome.
«Estou muito feliz e muito grato por mais este grande evento do F.C. Porto, consciente de que o futuro será cada vez mais risonho e mais forte com equipamentos como este», acrescentou Jorge Nuno Pinto da Costa, agradecendo igualmente a cooperação com a Unicer e o trabalho do arquitecto Ludgero Castro na concepção e execução do Vitalis Park.
Indiferentes ao que se passava em seu redor, os jovens atletas, que efectuaram os primeiros exercícios nos diversos recintos disponíveis, seguiam encantados com o inquestionável poder da bola. Donos de um espaço que detêm por direito próprio, prosseguiram a sua caminhada formativa de azul e branco vestidos, num espaço com condições absolutamente excepcionais para a prática desportiva.
O encanto suscitado pelo Vitalis Park pode agora ser partilhado por todos os interessados, a partir das 15h00 de quinta-feira e sexta-feira, mantendo a renovada infra-estrutura as portas abertas para um vislumbre, definitivamente, marcante.

4 comentários:

Juan disse...

Impresionantes estas instalaçaos.

Um saúdo.
http://marcador-deportivo.blogspot.com/

Saulo Milleri Biral disse...

Esse centro de referência é fantástico.

offside disse...

bom centro de formação que o FC Porto fez! agora tem que espandir por tudo o pais, as suas escolas.



Saudações desportivas!

dragao vila pouca disse...

Ó Tiago não quererás dizer Constituição em vez de instituição?
Um abraço